Marcelo Adnet e o arriscado humor político

Humoristas podem e devem brilhar nas eleições, mas sem deixar ninguém de fora.

Luide
Luide
4 de setembro de 2018

Vai ser difícil mudar o foco das principais conversas do brasileiro nas próximas semanas (até porque isso se faz necessário dado a importância do momento) portanto, quem “odeia política” ou “não aguenta mais ouvir falar em política” terá que se acostumar com uma verdade inconveniente:

As pessoas vão falar de política. Muito.

E para o fã de cultura pop é uma excelente oportunidade de acompanhar como isso reverbera em obras artísticas. Cinema, séries, quadrinhos, música: por mais que alguns digam o contrário, esse tipo de manifestação cultural tem influência direta com a situação política e social que o mundo vive no momento.

E quem costuma nadar de braçada em véspera de eleições são humoristas. Mas para que isso aconteça, algo precisa ser levado em conta: ninguém deve ser poupado, não importa o alinhamento ideológico do candidato. Caso isso não aconteça, o humor fica mais cara de propaganda do que qualquer outra coisa.

A missão, portanto, não é tão simples como parece. E quem se arrisca deve estar preparado para receber todo tipo de emoções acaloradas, dos apaixonados aos odiadores. Marcelo Adnet já está passando por isso ao aceitar a missão dada pelo jornal O Globo de imitar todos os presidenciáveis. Começou Jair Bolsonaro, líder das pesquisas e o mais hypado de todos, e agora vai de Ciro Gomes, aquele que prometeu limpar o nome do seu cunhado do SPC.

Que o humor brilhe, pois ele serve pra muita coisa, não apenas pra tirar um riso.

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