Como a Netflix se tornou um depósito de filmes ruins

O fim do selo "Original Netflix".

Luide
Luide
15 de agosto de 2018

Globo, Record, FOX, HBO, Amazon Prime Video: o que antes era um território onde a Netflix habitava sozinha, agora a cada dia recebe um novo morador. As opções de serviços de streaming por assinatura crescem de forma meteórica não só no Brasil, mas em todo mundo. Alguns são para conteúdos nichados (de animes a pornografia) e atingem uma fatia diferente do mercado, mas para a maioria (como o Hulu, Amazon e a própria Netflix) a ideia é abraçar todo tipo de público.

E para isso é preciso ter o catálogo mais atrativo possível. Como? Tendo o que ninguém tem. E é ai que surge o grande problema para a maioria dos serviços: para ter um catálogo com conteúdo exclusivo é preciso investir em conteúdo exclusivo, afinal de contas, a adesão de estúdios como a Disney no onda do streaming mostram que não da pra depender de produções de terceiros.

Nesse desespero para inflar o catálogo com “aquilo que ninguém” a Netflix se tornou um para-raio de filmes e séries ruins. A empresa não produz nada diretamente, apenas financia ou compra os direitos de distribuição. Com isso não se cria um selo de qualidade como na HBO, por exemplo. Pra tentar entender melhor o fim do selo “Original Netflix“, levei o assunto lá pro canal do Youtube:

Infelizmente qualidade e quantidade são palavras difíceis de colocar na mesma frase.

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