Com youtubers e novelas bíblicas, Record agora tem seu próprio serviço de streaming

Programas originais e clássicos da emissora na nova plataforma de streaming da Record.

Luide
Luide
14 de agosto de 2018

Dias depois da nova investida da Globo, a Record anunciou nessa terça (14) o seu próprio serviço de streaming, o PlayPlus, que chega ao mercado com o menor preço de assinatura (R$ 12,90 contra R$ 18,90 da Globoplay) e parcerias com youtubers, ESPN e PlayKids. A plataforma estava em desenvolvimento há dois anos e é mais um combatente na Guerra do Streaming.

Enquanto a Netflix já está bem estabelecida e é a principal opção (e já se tornou uma concorrente direta a todos os canais a cabo), emissoras como Globo, HBO e FOX investem pesado para pegar uma fatia desse bolo. A Globoplay, por exemplo, terá produções não-originais em seu catálogo para atrair o público fã de séries. The Handmaid’s Tale é uma dessas aquisições de peso. Já a HBO e a FOX contam com um ótimo background de produções, algo que pode ser um diferencial na hora de definir uma assinatura (a HBO ainda é dona de grandes sucessos como Game Of Thrones e Westworld), mas ainda pecam na tecnologia de seus serviços.

Mas e a Record? “Entendemos que há sim um espaço para um novo player que seja um shopping de streaming e de conteúdo on demand. É isso que o PlayPlus se propõe a ser” palavras de Antonio Guerreiro, superintendente de Estratégia Multiplataforma da Record. A PlayPlus tem as mesmas funcionalidades básicas da Globoplay: programação ao vivo é gratuita, mas para acessar os mais de 148 conteúdos disponíveis é preciso fazer a assinatura mensal. O catálogo conta com as famosas novelas bíblicas da emissora e os programas de variedades como Hoje Em Dia.

A PlayPlus também investiu em conteúdo original e para isso trouxe um time de youtubers como Mauro Nakada e Christian Figueiredo. Além disso, nomes como Marcos Mion e Bola, ex-Pânico, terão seus próprios programas. Mas talvez as principais parcerias da PlayPlus sejam a PlayKids (que assino para minha filha e é excelente) e ESPN. O canal esportivo aliás é um dos motivos de um plus no valor da assinatura: quem quiser acesso a todo conteúdo do canal terá que pagar R$ 32,80 ao mês.

É interessante acompanhar essa revolução em streaming e todo mundo correndo atrás do prejuízo enquanto a Netflix já tem uma expansão global. O vencedor dessa guerra leva a sua assinatura, que agora está mais disputada do que nunca.

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