A caricatura de Neymar pelas mãos de Yoichi Takahashi, criador de “Super Campeões”

Já que futebol é o assunto da semana...

10 de junho de 2014

Em 1998 a TV Manchete já caminhava para seu derradeiro fim. Depois de levar a milhões de crianças e adolescentes clássicos como “Cavaleiros do Zodíaco” e “Shurato“, era a vez de apostar em um anime que tinha tudo a ver com o “país do futebol”. “Super Campeões” (Captain Tsubasa no original) foi o último anime a ser exibido na TV Manchete.

Criado por Yoichi Takahashi em 1983, o mangá se estendeu até 1997. Apesar do sucesso no Japão, que vibrava com o futebol arte brasileiro após ver o São Paulo ser Bi-Mundial, o anime não decolou. Foram apenas 47 episódios. Com o fim da TV Manchete, “Super Campeões” caiu no limbo e nunca mais foi exibido em tv aberta.

Era o fim do surreal futebol de Oliver e amigos no Brasil.

A influência do São Paulo no Japão foi tão grande no início da década de 90 que Oliver veio pro Brasil jogar no clube

Em 2013, 15 anos após o fim da exibição do anime, a Panasonic fez um evento para comemorar a renovação do contrato de marketing da marca com Neymar. O atacante da nossa Seleção recebeu então um presente especial, que talvez ele mesmo não faça ideia do que seja: sua caricatura feita pelas mãos de Yoichi Takahashi, o criador do Melhor Time de Futebol da História:

Em detalhes:

Que inveja do Neymar…
Com esse post saudosista, declaro, oficialmente: vai ter Copa! Aliás, nossa fanpage já está “decorada” para o evento =D

UPDATE: segundo informações dos amigos do fórum, “Super Campeões” foi exibido na Rede TV em 2002

27 coisas que marcaram meus 27 anos

É, 10 de junho é meu aniversário =)

10 de junho de 2014

10 de junho de 1987. Nasci.
Nunca falo muito de mim mesmo aqui no blog, mas hoje, depois de 6 anos com ele no ar, resolvi falar um pouco da minha vida. Listei 27 coisas que influenciaram em muito a minha vida. Se sou o que sou, é graças a essa pequena lista. No mais: PARABÉNS PRA MIM =D

1. Meu desenhos

Se hoje trabalho com internet e todos os dias eu preciso criar conteúdo para os 5 blogs que cuido/ajudo a cuidar, é porque quando criança eu dedicava horas do meu dia a desenhar. Me isolava no quarto, pegava papel e lápis e ficava lá, ilustrando meus próprios personagens e criando minhas histórias. Se o pouco de criatividade que tenho existe é devido aos desenhos láá de moleque.

2. A overdose de animes/tokusatsus na década de 90


Enquanto muitos foram criados pelos quadrinhos, eu sou cria dos animes e tokusatsus da década de 90. A TV Manchete foi minha primeira tutora. Não da pra negar a forte influência que a cultura japonesa exerceu e ainda exerce em mim.

3. Colecionar coisas

Um hobbie que herdei do meu pai. Colecionar é um prazer que tenho desde que me conheço por gente. Já colecionei de TUDO. Nesse post aqui selecionei 15 coisas que eu gastei muito dinheiro na infância. Hoje faço coleção de copos de cerveja e action figures. Uma mania que irá comigo por toda vida.

4. Jurassic Park


Meu pai trouxe um VHS e eu assisti Jurassic Park durante um fim de semana todo. É o filme da minha vida. Despertou minha paixão por dinossauros e ciência (sempre fui o melhor da classe). JAMAIS irei esquecer do meu primeiro contato com o T-Rex. Minha paixão por cinema SEM DÚVIDAS começou em 1994 graças a Steven Spielberg.

5. Cavaleiros do Zodíaco

Cavaleiros do Zodíaco foi algo tão importante em minha infância que merecia um tópico só pra ele. Era sagrado, todo dia às 17hrs, ligar na TV Manchete e assistir SEIYA E OS OUTROS. Quantas e quantas noites sonhando com as armaduras, desenhando meus personagens favoritos, imaginando como seria maneiro conhecer a Grécia. Obrigado por me ensinar um pouco de astrologia, Masami Kurumada!

6. Meu primeiro emprego


Foi aos 13 anos. Trabalhei em uma auto peças durante um ano. Não foi melhor emprego do mundo, mas me mostrou bem cedo a importância de um trabalho. O pouco que eu ganhava não dava pra nada, é verdade. Mas aprendi, mesmo tão jovem, o valor do seu próprio dinheiro.

7. Meu primeiro porre

Adoro cerveja. Adoro beber com meus amigos. É claro que como tudo em exagero na vida, encher a cara não é legal. Existem momentos e ocasiões pra se sair da casinha, mas jamais irei esquecer o momento que percebi estar bêbado. Era uma sensação tão escrota e maneira ao mesmo tempo. A cachaça é de longe minha maior inimiga, mas também a responsável por momentos inesquecíveis.

8. Meu primeiro amor


Cheguei tarde nessa coisa chamada amor. Só tive minha primeira namorada aos 19 anos e foi coisa rápida, mas tão intenso (de minha parte) que me ensinou muita coisa sobre relacionamentos e sobre o amor. Todo mundo tem histórias bonitas pra contar sobre o primeiro amor, eu só tenho história triste. Mas foi graças a essa desilusão amorosa que um dia viria a nascer o Amigos do Fórum…

9. A morte de meu pai

Eu tinha 12 anos quando meu pai faleceu. Foi o primeiro chute no estômago da minha vida, o primeiro sacode. Chorei, chorei muito, mas logo após seu sepultamento eu levantei a cabeça. Herdei do meu o nome e eu precisava honrá-lo. Precisava, pela primeira vez na vida, ser forte. Ser um homem.

10. Meu primeiro computador


Foi lá em 2004 que minha mãe apareceu com uma bela surpresa. Jamais esquecerei do meu PC com 500mb de memória e um HD de 40gb. Como esquecer da minha primeira conexão via discador IBEST? Nada como levar 1hr pra carregar um vídeo. Ou 4hrs pra baixar 50mb. Como morava no interior, a banda larga demorou a chegar. Só quem precisou esperar até meia noite pra discar saber a importância que tem esse som.

11. Estudar informática

Era 2005 e eu resolvi me matricular em um curso técnico de informática. Pra ser sincero, eu odiava informática. Gostava mesmo era das aulas de XHTML, CSS e PHP. Aprendi a fazer sites e já naquele ano coloquei meu primeiro projeto no ar. Era um site pra associação de moradores da minha cidade, coisa mais fofinha. Foi graças a esse curso e esse site que cá estou eu, em 2014, escrevendo um post nesse blog.

12. Trabalhar como técnico de informática

3 longos anos da minha vida dedicados a tirar vírus de computadores. Trabalhava pra uma loja que prestava serviços a prefeitura de uma cidadezinha no interior de São Paulo. Não era o emprego mais feliz do mundo, mas foi graças a ele que tive tempo de sobre pra começar um blog. Hoje se você me pedir pra instalar o Avast eu não sei.

13. Minha primeira moto

2007. Financiei uma 125cc em 36 prestações. SÓ.DEUS.SABE.O.TRAMPO.QUE.DEU.PAGAR.ESSA.MOTO. Mas nada nesse momento foi melhor que meus momentos mágicos com minha “pretinha”. Andar de moto foi um dos maiores prazeres que tive na vida, um dia voltarei a levar a vida sobre duas rodas. É uma promessa.

14. Adotar gatinhos


Enquanto escrevo esse post, o Walter está deitando do meu lado esquerdo. O White está no lado direito. Se você não pegou a referência, os nomes deles são uma homenagem ao THE DANGER, Walter White. É incrível a diferença que dois animaizinhos podem fazer em sua vida. Eles são meus xodós, meus meninos. O Walter é o mais apegado comigo, todo dia quando eu chego do trampo lá está ele na porta me esperando. Todo dia quando eu acordo lá está ele querendo carinho na barriga. Não existe nada melhor que poder tirar dois pequenos desses das ruas e alimentá-los com ração e amor.

15. Sair de casa

Em 2010 eu passei em um concurso público e tive que mudar de cidade. Eu tinha 23 anos e sai de casa pela primeira vez. Aprender a cuidar de uma casa, pagar suas contas, fazer a listinha de supermercado e comprar o mais barato, lavar suas roupas e sua privada… são coisas que te fazem dar boas vindas a vida adulta. Sou outra pessoa depois que a conta de luz passou a vir no meu nome.

16. A fé

Sou de família católica, mas durante toda minha juventude me dediquei a conhecer mais sobre As Testemunhas de Jeová. Estudei a bíblica durante anos. Nunca me batizei. Estudar as escrituras me ajudou em alguns determinados aspectos. Até hoje alguns ensinamentos bíblicos fazem parte do meu dia a dia, a diferença é que não faço mais questão de salvação.

17. O fim da minha fé

Quando fui morar sozinho, passei a questionar a minha fé. Aos poucos foi percebendo que nunca, de fato, a tive. Lembro-me do dia que chorei na cama porque não conseguia mais orar a deus. Hoje não creio em mais nada, não tenho fé em nada que não seja de carne e osso e me sinto livre como humano. Minhas decisões são tomadas pela minha vontade, não pela vontade de terceiros. Eu poderia colocar o ateísmo como uma das melhores coisas que já me “aconteceram”.

18. Independência financeira

Trabalhar. Trabalhar. Trabalhar. Parece chato né? Não quando um dos frutos do suor do seu emprego é a sua independência financeira. A PIOR coisa do mundo é depender de alguém, é claro que existem exceções e se você tem 15 anos relaxa, tua hora vai chegar. Mas eu, aos 27 anos, não consigo me imaginar sem trabalho. Me imaginar sem meu salário. Ter a certeza que todo o esforço vai me trazer essa maravilhosa recompensa, deixa tudo mais divertido do que já e.

19. Criar um blog

Lá em 2007 eu resolvi criar um blogpost. O nome era ridículo, “Luide e o Tempo” e eu basicamente só postava textos reflexivos. Criar um blog foi o primeiro passo de algo que, anos mais tarde, seria meu sustento e me levaria a conhecer a mulher da minha vida. Veio o twitter, facebook, instagram… mas tudo começou no meu blogspost.

20. O Cão da Depressão

Em 2010 criei o perfil @caodadepressao no twitter. Até o momento eu nunca tinha tido nada de muito relevante na internet, mas de um dia pra outro o Cão passou a ter 100 mil seguidores. Foi uma boa época de influência na internet… sim, eu sou o responsável por esse enxame de perfis “da depressão”, foi mal. Também foi graças ao Cão que ganhei meus primeiros trocados na internet, jamais irei esquecer daquela sensação: “o que? isso aqui da dinheiro? COMO?”.

21. O nascimento dos meus sobrinhos

O dia que eu percebi que era possível amar mais alguém mais do que a mim mesmo. Johan e Kauan, meus dois pequenos sobrinhos, me mostraram que o amor era algo tão maior do que eu poderia imaginar.

22. Vir pra São Paulo

EM 2011 recebi uma ligação do Cid. 4 meses depois eu estava com duas malas na Barra Funda. Morar em São Paulo ainda é uma das melhores coisas que me aconteceu na vida. Eu sempre fui paga pau dessa cidade, e mesmo com tanto trânsito e poluição, eu aprendi a dividir meu amor de Salto do Itararé com outra cidade. Conheci tanta coisa maneira, tive acesso a tanta coisa maneira, comi e bebi tanta coisa maneira… até hoje eu tenho meus sonhos aqui em São Paulo e ainda irei realizá-los.

23. A Equipe Não Salvo


Quando eu cheguei em São Paulo pra trabalhar no Portal Não Salvo, dividi apartamento com os dois caras que trabalhavam comigo: Ivo Neuman do TRETA e claro, meu chefe Cid do NS. Foram 2 anos morando juntos, ficando até amanhecer o dia acordados, trabalhando, criando e pensando juntos. Trabalhar pra um blog do porte do Não Salvo é um dos meus maiores orgulhos. Saber que faço parte de algo tão grande é muito gratificante.

24. O Amigos do Fórum


Em 2012 nasceu, de fato, o Amigos do Fórum. A maneira como eu me referia aos meus seguidores do twitter acabou dando nome ao blog. O AdF é meu maior orgulho e saber que tanto de vocês acessam isso aqui faz de mim o blogueiro bazingueiro mais feliz da internet. Quem me conhece sabe do valor que dou pra esse blog, das madrugadas acordado trabalhando em posts e a busca infinita por conteúdo.

25. Meus irmãos

Eu tenho 3 irmãos. Os dois mais velhos são filhos do primeiro casamento da minha mãe. O outro do segundo. Nunca, em 27 anos, soube o que era sentir outra coisa por um irmão além de AMOR. São meus melhores amigos, as únicas pessoas que sei que poderei contar pra sempre. São sangue do meu sangue.

26. Minha mãe

Se eu sou o que sou, a culpa é de uma única pessoa: Dona Cleuza. Essa mulher guerreira, viúva duas vezes, criou sozinha 4 filhos órfãos de pai. Ainda me lembro de quanto ela me acordava de manhã com uma mamadeira e logo depois corria pro trabalho. Minha mãe, com todo orgulho do mundo, é faxineira de escola pública. Foi ela quem me ensinou a trabalhar sempre com um sorriso no rosto (ou quase) e nunca sentir vergonha do que faz. Ninguém foi mais importante na minha vida do que ela. Ninguém. Nada.

27. O amor da minha vida

Em 2011 eu estava de bobeira na internet, com ressaca, fazendo uma twitcam. Surgiu uma morena de óculos e me passou uma cantada (sim ela que tomou a frente). Quase 3 anos depois estamos morando juntos. A Camila (ou @kamiikio) foi a mulher que me ensinou o amor verdadeiro e me faz sorrir toda manhã com sua preguiça. Minha amiga e aquela que confere post por post do blog pra ver onde eu errei. Te amo.

E que venham outros 27 anos. E outros. E outros.
Obrigado por compartilharem esse momento comigo, amigos do fórum <3

A verdadeira experiência da nova geração com “Watch Dogs”

Parece que não foi dessa vez que conseguiram...

6 de junho de 2014

Confesso que desde GTA V dificilmente tenho vontade de jogar outra coisa. Quase um ano depois do seu lançamento, ainda me divertido pra c$%ralho com essa maravilha da Rockstar.

Cheguei a cogitar a compra de “Watch Dogs“, mas depois de alguns relatos entristecidos, resolvi ficar suave. Agora, um vídeo que, segundo quem gravou, mostra a verdadeira experiência que a nova geração de consoles e games está trazendo.

É tanto erro bizarro que me senti em 2004.

Sobre essa tal nova geração de games só tenho algo a dizer:

 

O dia que descobri a série “Vikings”

Por que vocês nunca me falaram dessa série?

5 de junho de 2014

Já tem algum tempo que não me permito ficar sem vício algum. Mas não se engane, esse “vício” a que me refiro, é aquele voltado a séries e filmes. Meu cérebro precisa estar ocupado com coisas aleatórias nas horas vagas, pra eu não enlouquecer com trânsito caótico, contas e casa. Mas principalmente, me viciar em alguma série ou fazer maratonas de filmes, me ajuda a sempre manter (ou tentar) a qualidade aqui no blog. Como vocês sabem, o Amigos do Fórum nada mais é que um lugar onde eu compartilho as coisas que gosto com vocês.

Enfim. Após uma experiência muito feliz e agradável com True Detective, eu fiquei amarrado apena a Game Of Thrones. Em mais de um ano era a primeira vez que eu acompanhava apenas uma série semanalmente. Eu PRECISAVA procurar outras fontes de diversão. Desde 1º de janeiro eu vinha tentando assistir a um filme por dia, mas em meados de fevereiro eu acabei falhando. Foi então que, dia desses, zapeando pelo NetFlix da vida me deparei com a série “Vikings“. Resolvi dar o play e cara…

QUE.SÉRIE.FODA.

O lendário Ragnar Lodbrok, interpretado pelo ator Travis Fimmel. Ragnar realmente existiu e reinou entre os séculos VIII e IX onde hoje se conhece como Suécia e Dinamarca. Foi um importante desbravador.

Vikings” é uma série do canal History e toda sua produção tem base histórica. É claro a série não é um relato real aos fatos que ocorrem nesse período, mas acerta, em muito, ao retratar a mitologia nórdica e o estilo de vida desses povos escandinavos. Começou a ser exibida em 2013 e esse ano, sua segunda temporada chegou ao fim (no NetFlix só tem a primeira).

A série acompanha a jornada do lendário Rei Ragnar Lodbrok (na série ainda um guerreiro/fazendeiro), personagem histórico que realmente reinou na Suécia e Dinamarca durante os séculos VII e IX. Ragnar foi um importante explorador viking e um dos responsáveis pela descoberta do Oeste. Na série, Ragnar é interpretado pelo australiano Travis Fimmel e, sinceramente, não vejo um protagonista tão incrível assim desde que descobri Frank Underwood. Ragnar é determinado, frio, calculista e um guerreiro habilidoso. Assim como outros grandes protagonistas (o já citado Frank Underwood e Walter White), a série toda é pontuada pelas decisões.

À também um foco no corriqueiro, e o ponto alto é justamente trazer de uma maneira crua como foi essa era. Os vikings foram grandes exploradores e guerreiros. Chegaram até mesmo a América e sua influência se espalhou por grande parte da Europa, principalmente devido a saques e pilhagem na Inglaterra e França. Não falta sangue, não falta violência e claro, não falta a mitologia nórdica.

Aa frente da horda viking, a esposa de Ragnar, a escudeira Lagertha retrata a mulher guerreira. Ao centro Ragnar, um líder nato, e seu irmão, Rollo.

Thor, Odin, Heimdall, Loki, Valhalla, Yggdrasil… o tempo todo somos expostos a crença dos nórdicos, e a maneira que a série encaixa essa mitologia é muito interessante. Desde o ritual da morte de um guerreiro até a descoberta de uma gravidez. Tudo é muito bem interpretado, e tudo isso é fruto da produção do canal History. Para nos fazer entrar de vez nesse universo, eles usam de um artifício interessantíssimo: em um de seus saques, Ragnar chega até um mosteiro e leva pra si alguns padres. O intuito era vendê-los como escravos, mas ao perceber que ter ao seu lado alguém que conheça as terras do Oeste, Ragnar decidi ficar com o pobre padre pra si.

A maneira como o padre irá reagir aos costumes vikings é exatamente a maneira que nós reagiríamos. Isso torna muito mais fácil de entender aquela civilização e se portar diante dela. A fé é muito presente no cotidiano, e praticamente tudo é ditado por ela. Guerreiros desejam morrer em batalhas para encontrar seus amigos em Valhalla. Sacrifícios humanos são oferecidos a Thor para que uma mulher volte a se tornar fértil. A série toda é uma imersão em uma cultura totalmente diferente do que nós, ocidentais, estamos acostumados.

Katheryn Winnick como a guerreira Lagertha. Papel que certamente fará Katheryn entrar fácil na sua lista de mulher poderosas em séries

Mas deixando de lado a fé e o dia dia, a melhor coisa de “Vikings” são as batalhas e o relacionamento entre guerreiros. A honra e o respeito são pontos fundamentais para eles, e quando postos em batalhas, elas são empunhadas ao lado da espada. Ou machado. Em momento algum a série deixa de empolgar, pois está repleta de excelente diálogos e atuações. O elenco foi muito bem escolhido pra representar o esterótipo nordista. É impecável.

Vikings” é uma série que merece sua atenção. E muita.
Se ainda não conhece, trate de correr atrás. E claro, sempre assista acompanhado de cerveja e um chifre de boi como copo (eu já tenho meu):

p.s: se o Ragnar conhecesse o Thor da Marvel nos cinemas, certamente lhe passaria uma “lambida” com seu machado

Quer evitar spoilers de Game Of Thrones? Não siga a Cersei Lannister no instagram

É spoiler atrás de spoiler

4 de junho de 2014

*esse texto contém spoilers de Game Of Thrones

Atualmente só existe uma guerra mais importante que a do Trono de Ferro: a guerra dos spoilers. Todos os dias milhões de fãs da série e dos livros entram em combate nos campos da internet. Uns querem liberdades pra comentar o que acabaram de ver/ler. Outros querem que você se cale. Enfim, de qualquer modo, a gente sabe quem está perdendo essa batalha… é IMPOSSÍVEL viver sem spoilers. Principalmente da série de maior audiência e recorde de pirataria do momento…

Mas se você realmente tem medo de spoilers de Game Of Thrones, da pra tentar evitar algumas coisas. A primeira dela é ler os livros que um tal de George R.R. Martin escreveu… 5 livros cheios de spoilers da série! PQP! A outra é evitar seguir a atriz Lena Headey, também conhecida como Cersei Lannister, no instagram. Sem muito alarde, a lazarenta já sinalizou dois eventos importantíssimos.

1.

O primeiro deles foi a morte de Oberyn Martell. Na foto, ela e o ator Pedro Pascal simulam o momento exato da morte, quando o crânio de Oberyn é esmagado pela Montanha:

2.

E pra fechar de vez, Cersei postou no mês passado a seguinte foto com a legenda “My stone heart“:

Pois bem, quem já leu os livros (ou saiu pela internet buscando spoilers, como eu) sabe que essa foto é uma clara referência a Lady Coração de Pedra, que é ninguém menos que Lady Catelyn Stark, que morreu na terceira temporada. Ainda faltam dois episódios pra fechar essa quarta temporada, MAS, quem aqui aposta na aparição de Lady Stoneheart na última cena dessa temporada?

Seria FODA! Já que tivemos dois fechamentos de temporada fantásticos (primeira e segunda) e outra bem xexelenta (terceira). De qualquer forma, fica a dica: evite seguir a Cersei Lannister no instagram.

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