“Jodorowsky’s Dune”: o filme mais influente da história do cinema. Que nunca foi filmado…

Na década de 70, o diretor chileno Alejandro Jodorowsky deu início ao projeto mais ambicioso do cinema em todos os tempos

11 de fevereiro de 2015

Existem filmes que quebram a linha linear do cinema, dão um ponto final a tudo o que existe até aquele momento, e começam novamente. São obras que mudam o cinema como arte, indústria e produto. “Cidadão Kane“, “2001 – Uma Odisseia No Espaço“, “Matrix, “Star Wars” e porque não colocar o estrondoso sucesso que os super heróis vem fazendo nesse saco…

Porém, um filme que nunca saiu do papel está no topo desses que influenciaram diretores, artistas, roteiristas, enfim, todos aqueles que fazem parte da indústria cinematográfica: “Dune” do diretor chileno Alejandro Jodorowsky. E é sobre esse filme jamais filmado que o documentário “Jodorowsky’s Dune” vai atrás, tentando entender como ele ainda pode ser tão poderoso.

Apesar de um currículo pequeno de apenas quatro filmes em sua carreira como diretor, Alejandro Jodorowsky despertou logo cedo a curiosidade de público e crítica com seus filmes, como o próprio diz, “espirituais”. Um deles é “A Montanha Sagrada” de 1973, uma viagem de LSD sem a necessidade de ingestão da droga (tem completo no youtube, sério, veja e fique louco).

Alejandro Jodorowsky: cinema é mais arte que indústria

Foi logo depois desse trabalho que Jodorowsky foi convidado pelo produtor francês Michel Seydoux para filmar o que quisesse. Foi então que sem pensar duas vezes ele disse “Dune!“. Mesmo sem nunca ter lido o livro antes…

Dune“, ficção científica de Frank Herbert publicado em 1965, é considerada a obra máxima da ficção científica. O documentário passa a contar em detalhes como Jodorowsky tentou transformar esse livro em algo maior do que apenas um filme, mas sim “como a chegada de um deus”. Jodorowsky queria que “Dune” fosse um profeta que elevasse a mente dos jovens a novos patamares.

O documentário coloca Jodorowsky como um gênio incompreendido, e quando mais somos apresentados ao seus mirabolantes planos, mais ficamos seguros que sim, ele é realmente um gênio, um mago, um ser a frente ao seu tempo. Sua busca pelo que ele chama de “guerreiros espirituais” é uma verdadeira aula de cinema, e como a arte deve ser tratada como arte.

Os personagens de “Dune” por Moebius

Tudo começa com o quadrinista francês Jean “Moebius” Giraud criando o famoso storyboard do filme, quadro a quadro Moebius foi ilustrando o que a mente de Jodoroswky queria, o que resultou em um enciclopédia gigantesca. Mas a ambição era grande e tirar aquilo do papel não seria fácil. Foi então que ele resolveu ir atrás da única pessoa no mundo capaz de dar vida aos efeitos que ele tanto queria: Douglas Trumbull.

Na época, Douglas Trumbull ainda colhia os louros do sucesso de “2001 – Uma Odisseia No Espaço“. O filme do mestre Kubrick chocou o mundo com seus efeitos especiais inovadores, mas por incrível que pareça, Jodorowsky não achou que Trumbull fosse qualificado para trabalhar em seu filme. Ele não era “espiritual”. Sim, é isso mesmo, o cara que fez uma estação espacial dançar ao som de Danúbio Azul e recebeu um Oscar por isso foi descartado do filme.

Foi Jodorowsky quem convenceu H. R. Giger que seu lugar era no cinema

Frank Herbert criou todo um universo para “Dune“, e Jodorowsky resolveu que cada planeta dentro desse universo teria uma estética (óbvio) diferente e mais, cada um teria uma trilha sonora própria. Afinal, ele não estava filmando uma adaptação, estava fazendo seu próprio “Dune“. Nessa de planetas com música própria é que o Pink Floyd entra na jogada. O grupo inglês não foi a única grande estrela nessa galáxia espiritual de Jodorowsky. Nomes como Salvador Dali (!!!!), Orson Welles e Mick Jagger estavam no elenco, com acordos inacreditáveis sendo feitos.

Jodoroswky era um maestro que coordenava uma sinfonia composta por gênios, entre eles Chris Foss e H. R. Giger. O mais recente trabalho conceitual de Foss foi em “Guardiões da Galáxia“, já Giger é simplesmente o cara que deu vida ao Alien de Ridley Scott.

Mesmo com tudo pronto para começar a filmar, “Dune” foi negado por todos os estúdios de Hollywood. Ninguém quis arriscar, ninguém aceitou que a mente de Jodoroswky brincasse com 15 milhões de dólares. Porém, o próprio documentário pergunta: e se ao invés de Star Wars fosse Dune? Como seria a cena de blockbusters hoje em dia?

Mas a Duna de Jodorowsky se desfez em milhões de grãos de areia, que voaram com o vento e caíram em outros filmes. Dune influenciou direta ou indiretamente praticamente todos os filmes de ficção cientifica que vieram depois. O próprio Star Wars tem diversos conceitos chupados. “Exterminador do Futuro“, “Flash Gordon“, “Contato“, “Blade Runner“, “Prometheus” e por ai vai.

Uma nave pirata é atacada. A arte conceitual das naves foi toda desenvolvida por Chriss Foss

O filme jamais saiu do papel.

E se Pulp Fiction foi a bomba atômica, “Dune” de Jodoroswsky continua sendo levada com o vento, e se você fechar os olhos na próxima vez que for ao cinema, poderá ouvir uma voz bem baixinha dizendo “I’m dune… I’m dune… I’m dune… I’m dune…“.

Better Call Saul, Breaking Bad e tudo aquilo que a gente ama

NÓS VOLTAMOS, BITCH!

10 de fevereiro de 2015

2015: estamos de volta a Albuquerque.

E com uma segunda temporada já confirmada, ficaremos por aqui até 2016 no mínimo. Mas dessa vez acompanhado de Saul Goodman. Ou Jimmy McGill. “Better Call Saul” estreou e nossos corações corrompidos pela cor azul, recebeu de braços abertos o advogado mais safado do universo das séries. Depois de um pequeno review do piloto, é hora de falar sobre tudo que a obra de Vince Gilligan representa pra esse blog.

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E enquanto esse vídeo era gravado, o segundo episódio “Mijo” chegou ao Netflix. Dessa vez dirigido por Michelle MacLaren (futura diretora de Mulher Maravilha), “Better Call Saul” mostra que herdou as principais qualidades de “Breaking Bad“. A direção de MacLaren é precisa e consegue dar um tom excelente para as armações & mancadas de Saul. Da tensão total ao alívio cômico em poucos segundos, sem claro, se tornar uma galhofa.

Com acontecimentos que inacreditavelmente se ligam, o episódio foi o start para o que pode ser o principal plot dessa temporada. Fomos apresentados a Nacho, personagem de Michael Mando (que mostrou seu talento em “Orphan Black”). Mais um bom episódio e de fato, estamos diante de uma série com uma herança riquíssima em mãos, mas que já começa a ganhar seu próprio sustento.

Pronto, fim de papo: Marvel vai produzir um filme do Homem Aranha

Agora é oficial. Pode festejar

10 de fevereiro de 2015

Era 02:30 da madrugada, a internet estava prestes a sair das redes sociais e cair no XVIDEOS  sono dos justos, quando BOOOOOOOOOMMMMM! A Marvel revela que sim, vai produzir um filme do Homem Aranha.

Não pegou? Vamos repetir:

A. Marvel. Vai. Produzir. Um. Filme. Do. Homem. Aranha.

Os fãs terão a experiência de ver o Homem-Aranha assumir seu lugar de direito dentro do Universo Marvel dos cinemas” – Marvel

O papo começou em dezembro de 2014, quando supostos hackers da Coréia do Norte vazaram emails da Sony. No meio disso tudo, estava lá uma conversa sobre a Sony liberar o Cabeça de Teia pra Marvel, em troca dela produzir um filme do herói. Depois, o Latino Review garantiu que ele estaria em Os Vingadores 3 emprestado. Igual no futebol manja?

O tempo passou. Os fãs da Marvel sofreram calado. Tudo era apenas um sonho? Era pedir demais ver o maior herói da editora em um filme decente? Pois bem, a Marvel e a Sony anunciaram oficialmente que o Homem Aranha terá seu filme em 28 de julho de 2017.

O Amigo da Vizinhança irá aparecer em algum filme do universo Marvel e logo depois ganhará o seu próprio. A produção fica “meiada” entre Kevin Feige (presidente do Marvel Studios) e Amy Pascal, antiga presidente da Sony Pictures. A nota também deixa entendido que teremos um novo ator escalado para o papel. De qualquer forma, anota ai: JULHO DE 2017, HOMEM ARANHA NA MARVEL.

PODE CHORAR!

Filmes que não damos o devido valor: “No Limite Do Amanhã”

É um filmaço, um dos melhores de 2014, mas mesmo assim ninguém mais lembra dele

10 de fevereiro de 2015

Sim, eu sei. Dei uma conferida aqui no calendário do computador e constatei que estamos em 2015. Quase um ano depois do lançamento de “No Limite Do Amanhã“, filme do diretor Doug Liman que não foi tão bem nas bilheterias, e praticamente passou batido. Inclusive por mim, que só fui assistir quando ele estava quase saindo de cartaz. Mas como nunca é tarde para falar de algo que passou, ainda mais de um filme que trata de viagem no tempo, vamos pagar essa dívida.


No Limite do Amanhã” não só passou batido como também acabou se perdendo em meio a temporada de blockbusters, que em 2014 foi praticamente dominada pelos super heróis. Junte isso ao fato de Tom Cruise despertar mais desconfiança que interesse no público (Nicolas Cage feelings) e pronto: quase ninguém viu.  Porém “No Limite Do Amanhã” é um dos melhores filmes de 2014, misturando guerra, invasão alienígena, ficção científica e um conceito clássico dos games.

O roteiro é livremente baseado no mangá “All You Need Is Kill” e com o subtítulo “Viva. Morra. Repita“, aborda de uma maneira muito interessante as confusas viagens no tempo (olá, Nolan). Mas como já dito, esse conceito de videogame ”morre e volta no começo” foi aplicado de uma maneira perfeita.

MEGERA DE FERRO!

Se as peças irão retornar em seus devidos lugares quando o jogo recomeçar, você automaticamente sai em vantagem. Saber onde seu inimigo estará e usar isso a seu favor. E caso de errado, pode voltar e refazer tudo, até aprender. Viver, repetir e morrer. Viver repetir e morrer… Até vencer.

Viver, morrer, repetir. Viver, morrer, repetir… e vencer

E diferencial do roteiro está justamente em não se prender em uma única situação. Estamos falando de uma guerra, com vários desdobramentos acontecendo. São vários momentos em que o aprendizado do soldado é colocado em cheque (de memorizar uma resposta a memorizar onde um alien irá brotar da terra), e a todo instante nos pegamos pensando em quantas vezes ele viveu aquilo.

[aliá, se alguém soube quanto tempo Tom Cruise fica preso nesse "feitiço do tempo" por favor me avise]

No meio desse morre e volta, Tom Cruise faz muito bem seu papel de marketeiro banana colocado no front de batalha. Emily Blunt com sua espada gigante nos deixa com aquela sensação de “poxa, ela poderia ser alguma heroína Marvel/DC“. Seu papel como MEGERA DE FERRO é simplesmente a parada mais badass de 2014.

O ponto chave para a ação de “No Limite Do Amanhã” convencer, e convencer muito bem, é a escolha do diretor e fazer as cenas com o mínimo de CGI e Tom Cruise e Emily Blunt fazendo tudo na UNHA, sem auxílio de dubles. Um pouco disso pode ser visto nesse vídeo aqui. O produto final é um filme que não perde o ritmo.

No Limite Do Amanhã” diverte, vai além do óbvio, tem conceitos interessantes e é visualmente belo.
Uma boa adaptação de mangá. Agora é hora de torcer para que Ghost In The Shell tenha o mesmo cuidado…

 

Vá se aquecendo para “Vingadores: A Era de Ultron” com esses wallpapers f#das!

Já coloquei a HULKBUSTER aqui no meu desktop

9 de fevereiro de 2015

Agora já era, se prepara que vem MUITA coisa sobre “Os Vingadores: A Era de Ultron“. Até o dia 30 de abril, o que não irá faltar é uma fotinha aqui, um videozinho ali, umas imagens promocionais acolá.

Mas nem só da Marvel da pra se esperar coisas maneiras, e pra você entrar mesmo no climão d’Os Avengeiros, um fã resolveu criar esses wallpapers com TODOS os principais personagens, em um excelente trampo de arte. Só escolher o seu favorito e pronto.

Já coloquei a Hulkbuster aqui de funo de tela ;D



Pra fazer o download da versão original é só clicar nos links:

Deus abençoe os fãs.

Oscar 2015: quem está na frente na corrida pela estatueta?

O que o termômetro do Oscar 2015 nos diz?

9 de fevereiro de 2015

Todos os anos a corrida para o Oscar segue o mesmo ritual, com os principais indicados passando por uma série de provas antes da reta final que rende a tão sonhada estatueta dourada.

Em 2015 a largada foi dada no Globo de Ouro e a última batalha antes do Oscar acontece dia 14 de fevereiro com o prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Mas até agora já foram 5 provas de fogo e a partir delas, vamos traçar o termômetro dos favoritos ao Oscar 2015 baseado nos seguintes prêmios:

  • Globo de Ouro
  • SAG Awards (Sindicato dos Atores)
  • DGA Awards (Sindicato dos Diretores)
  • PGA Awards (Sindicato dos Produtores)
  • BAFTA (o “Oscar Britânico”)

Melhor Ator Coadjuvante: J.K. Simmons

A atuação de Simmons em “Whiplash” lhe rendeu todos os prêmios até aqui: Globo de Ouro, SAG Awards e BAFTA.

Melhor Atriz Coadjuvante: Patricia Arquette

Patricia Arquette segue unânime em todas as premiações (Globo de Ouro, SAG Awards e BAFTA), e assim como Simmons, é favorita absoluta ao prêmio.

Melhor Ator: Eddie Redmayne

Eddie Redmayne emocionou a todos com sua atuação em “A Teoria de Tudo“. O papel do físico imobilizado por uma doença já lhe rendeu o Globo de Ouro, SAG e BAFTA.

Melhor Atriz: Julianne Moore

Juliane Moore segue o exemplo de todos acima e levou pra casa os três principais prêmios até agora. É quase certo que seu papel em “Pra Sempre Alice” lhe renda o primeiro Oscar.

Melhor Diretor: Richard Linklater e Alejandro González

A briga tá feia. Linklater levou o Globo de Ouro e o BAFTA de Melhor Diretor já González levou o prêmio do Sindicato de Diretores. No site “Termometro do Oscar” ambos aparecem empatados, mas Linklater segue como favorito.

Melhor Filme: Boyhood e Birdman

Mais uma vez um empate técnico entre os filmes. Enquanto “Boyhood” levou pra casa o Globo de Ouro e o BAFTA, “Birdman” segue ganhando prêmios de sindicatos: SAG Awards de Melhor Elenco e PAG de Melhor Filme. Os filmes também seguem empatados no termômetro do Oscar. Porém “Boyhood” segue como favorito.

A cerimônia do Oscar acontece dia 22 de fevereiro de 2015. E você? QUAIS SEUS FAVORITOS? Comente ai embaixo =D

“Better Call Saul” estreou no Netflix. E eu adorei!

Uma rápida análise sobre o episódio "Uno" #S01E01 [PODE CONTER SPOILERS]

9 de fevereiro de 2015

Um ano e quatro meses depois de “Felina” encerrar “Breaking Bad“, embarcamos novamente rumo a Albuquerque no estado do Novo México, EUA. Porém não é através dos olhos de Walter White e Jesse Pinkman que iremos viver uma nova história, mas sim de Saul Goodman, ou melhor, de Jimmy.

Better Call Saul” finalmente estreou e cara… como é bom estar de volta!

O episódio “Uno” teve direito a tudo o que “Breaking Bad” teve: direção de Vince Gilligan, roteiro também de Gilligan e Peter Gould (co criador da série e criador do personagem título), trilha sonora de Dave Porter (responsável pela trilha sonora de todos os 62 episódios de BreBad) e todo aquele clima que a gente já conhece, como foi a série mãe que deu origem a “Better Call Saul“.

De uma maneira arrepiante e tocante, vemos como Saul leva sua vida após os eventos de “Breaking Bad“. A direção de Gilligan é impecável, com a fotografia e uso de músicas deixando a sensação (e o alívio) de estarmos mesmo diante de um spin-off bem produzido, e não apenas um sub produto qualquer em busca de audiência.

Vince Gilligan e Bob Odenkirk

A vida preto e branco de Saul volta a ser colorida quando somos levados a um passado onde ele ainda era Jimmy, um advogado em início de carreira porém com grandes talentos para chamada “lábia”.

O piloto mostra um pouco dos dramas de Jimmy e seu envolvimento com Chuck (sócio de um bem sucedido escritório de advocacia). Nesse ponto, “Better Call Saul” lembra um pouco da apresentação de Walter White no excelente piloto de “Breaking Bad“. Aliás, é impossível não lembrar em alguns momentos da nossa eterna série favorita.

Jimmy ainda não é Saul Goodman (e temos até uma breve explicação do porque isso irá acontecer). E será muito divertido acompanhar essa transformação (mais uma coincidência com Breaking Bad) do advogado em início de carreira ao maior trambiqueiro de Albuquerque. O ato final com os skatistas é exatamente o que era em “Breaking Bad“, onde pequenos acidentes vão se tornando pequenas tragédias.

Better Call Saul” também faz um fan service trazendo a tona personagens queridos de “Breaking Bad“. A grande questão é não usá-los como muleta para segurar a série, e sim, deixar com que Jimmy se torne Saul Goodman e caminhe com as próprias pernas. E sim, nós vamos estar logo atrás acompanhando tudo.

O peso de Breaking Bad

Só lindos reunidos na premiere da série em LA

O peso é gigantesco. “Breaking Bad” é uma das melhores séries de todos os tempos quer você queira ou não, e toda essa carga de honrar suas origem  poderia ser prejudicial a “Better Call Saul“, mas Gilligan escolheu o caminho certeiro para a série, contando de uma maneira bem humorada a história de um dos personagens mais criativos da série.

Com isso, longe de ter o tom dramático como o de “Breaking Bad“, “Better Call Saul” tem seu próprio brilho. E já mostrou que a vida de Jimmy pode ser um emaranhado de problemas, assim como foi a de Walter. Mas claro, sempre com o sacarmo que rendeu ao advogado o carinho do público.

E como esse blog deve quase tudo a obra de Vince Gilligan, vamos acompanhar semanalmente a série e fazer breves reviews aqui e ali. Só ficar esperto lá no twitter e grupo aberto do Viber!

Nos vemos em Albuquerque.

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