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Tem cenas que só Game Of Thrones faz por você

Book of the Stranger (S06E04) é mais um p*ta episódio de uma p*ta temporada

17 de maio de 2016

Breaking Bad foi uma série histórica por vários motivos (tipo isso ou isso), mas uma das coisas que transformaram a obra de Vince Gilligan em doce na boca do espectador era a mistura entre um drama de qualidade e momentos em que a única coisa a se dizer é PUTA QUE PARIU!

Lembre-se do fantástico episódio Fly, aquele da mosca, que se passa dentro do laboratório. Toda uma relação entre os dos principais personagens sendo explorada, indo a fundo nas emoções de Walter, falando sobre arrependimento, vida, morte. Uma momento inesquecível. Mas lembre-se também de quando Walter invade o cafofo de Tuco e explode tudo depois de dizer “this is not meth“.

Game Of Thrones também é cheia de momentos assim, de conflitos entre personagens, jogos de interesse e poder, e claro, Daenerys saindo intacta de um incêndio. São cenas que tornam a série um verdadeiro banquete aos olhos e coração.

Book of the Stranger (S06E04) é um episódio inteligente. Necessário para pontuar as principais tramas da temporada, ele corria sérios riscos de ser morno como The Red Woman, já que sua missão é justamente deixar o terreno plano para os próximos. Então temos três momentos importantes: Mindinho convencendo o pequeno Robin Arryn a marchar para o Norte, Cersei conseguindo finalmente uma aliança para atacar o Alto PardalRamsay Bolton declarando guerra a Jon Snow, em uma carta que descreve exatamente sua perversão e loucura.

E Book of the Stranger também é um episódio que fala com o coração por proporcionar um reencontro que estava sendo cozido há algumas temporadas. Sansa e Jon Snow juntos em um momento em que o abraço falou mais que palavras, já que o roteiro resolveu tratar anos de separação e uma relação turbulenta entra a filha legítima e o bastardo de maneira mais leve, com ambos sorrindo.

De qualquer forma são cenas que enchem os olhos por entregar aquilo que nós esperamos e nunca acontece. Game Of Thrones tem disso e talvez a maioria dos nossos desejos nunca se realizem, como por exemplo ver Daenerys cavalgando a oeste e tomando o trono que é seu por direito.

A verdade é que essa peregrinação de Daenerys pela Baía dos Escravos foi uma experiência catastrófica. Não existe vácuo de poder, e a Khaleesi achou que conseguiria despertar o senso de liberdade naqueles que nunca foram livres. Ela agiu como George W. Bush atacando o Iraque, tirando um ditador do poder e deixando o país depois de alguns anos turbulentos. O resultado é a Al Qaeda iraquiana se tornando o ISIS, e na ficção tudo voltando a ser ainda pior, agora com a ameaça dos Filhos da Harpia sendo constante.

Daenerys agiu com a espada, por isso Tyrion é tão importante nessa sua conquista que mais parece uma espécie de vestibular para Westeros. O anão é quem dialoga, cria situações, explora outras fraquezas além das físicas. Ainda assim vale o aviso de Missandei sobre quem controla quem.

Book of the Stranger (S06E04)

Eis que há algumas temporadas Daenerys se encontra nesse jogo de libertação e traições, faltava a nossa Mãe dos Dragões momentos tão épicos que façam valer a quantidade quase infinita de atribuições (A Não-Queimada, Nascida da Tormenta etc). E claro que Game Of Thrones separou um momento tão grandioso quanto ela merecia. Ao atear fogo nos Khal Daenerys não apenas toma posse de um poder gigantesco, mas também ilustra bem as mulheres fortes da série.

Saindo nua em meio a chamas, Daenerys é a resposta para quem duvida de sua capacidade de colocar homens poderosos aos seus pés, e a resposta pra quem acha que Game Of Thrones não é uma série-espetáculo.

X-Men: Apocalipse é o alvorecer de uma nova equipe que precisa ser explorada alem das batalhas

Grandioso como o título pede, X-Men: Apocalipse mostra o potencial de sua nova equipe

16 de maio de 2016

X-Men: Apocalipse começa onde Dias de Um Futuro Esquecido acaba: uma cena no Egito antigo, mostrando um pouco da origem de seu vilão. É importante mostrar que o relacionamento entre deus e homem nunca foi lá muito harmonioso, e sempre que alguém se revela com essa noção de ser um ser superior aos demais, algo ruim está prestes acontecer. Um início poderoso deixando claro que quando se trata de um dos maiores vilões dos quadrinhos, a grandiosidade será uma regra.

Grandiosidade aliás foi o que não faltou em 2016 em relação ao cinema de super heróis. Os maiores heróis do mundo saíram na porrada, a Guerra Civil explodiu na Marvel e agora os jovens X-Men precisam lidar com uma ameça global novamente. É tudo elevado até as últimas consequências, com aquele sabor mentiroso de final. Mas nós sabemos que não é. A franquia ainda tem muito o que contar.

X-Men: Apocalipse tem um problema: como apresentar os novos membros do Instituto Xavier Para Jovens Super-Dotados no meio de uma batalha tão urgente quanto o renascimento de um semi-deus? Ao contrário de Primeira Classe (que segue o melhor filme da franquia e um dos melhores já feito com personagens de quadrinhos) que foca toda sua trama no relacionamento de seus personagens, aqui Bryan Singer cria um filme acelerado, repleto de ótimas cenas de ação, grandes batalhas, mas quase sem nenhum desenvolvimento dos novatos. Apenas, claro, o mínimo pra você se situar.

Mas talvez o problema não seja seu vilão-evento (assim como um Thanos e Darkseid), mas sim dois dos que, por incrível que pareça, são os personagens que não deveriam estar nesse filme: Magneto e Mística. O primeiro é até um absurdo dizer algo do tipo, afinal, tanto Sir. Ian McKellen quanto Michael Fassbender honraram o manto do personagem. Mas é evidente que nos últimos dois filmes o Magneto parece até meio deslocado, sendo quase forçado a estar ali.

Magneto é um ótimo vilão e deveria ser usado com sabedoria

Em X-Men: Apocalipse novamente ele sofre um trauma, novamente questiona seu lugar ao mundo, novamente coloca em cheque sua confiança nos seres humanso. Ora, isso não havia ficado claro e muito bem trabalhado em Primeira Classe?

Particularmente considero Magneto um dos melhores e mais interessantes vilões nos cinemas, mas deveria ser usado como um coringa. Já a Mística, bem… Jennifer Lawrence. Ela precisa estar ali, precisa ter uma boa desculpa pra não assumir sua verdadeira identidade e deixar a atriz sem a pesada maquiagem. Ela precisa ser o centro de tudo, a chave, a motivação etc.

Porém a impressão que se dá é que Bryan Singer sabe exatamente disso tudo e faz de caso pensado. Obviamente ninguém deixaria Jennifer LawrenceMichael Fassbender fora de filme algum, então é preciso criar situações em que ambos são importantes. Como nada conheço de quadrinhos, aceito o fato de Mística liderar os novos aspirantes a X-Men e não, sei lá, o Fera. Mas é preciso definir urgente o lado de ambos na franquia.

Mística e Magneto são ou não vilões? Ou ainda existem traumas a serem considerados antes de declararem guerra a raça humana?

Dito isso, chega a vez de falar da nova equipe dos X-Men. São ótimos, simples assim. CiclopeJean Grey, Tempestade e Noturno é o recomeço e o espírito jovem que a franquia precisava. Funcionam bem em todos os aspectos, desde os poucos momentos em que se relacionam como amigos, até a hora da batalha. São atores carismáticos que certamente ganharão o coração do público.

O que falta pra eles é um filme episódico, contido, sem muita necessidade de fazer ligações com futuras produções. Esqueçam disso por favor, deixem de lado essa megalomania de criar um puta universo cheio de referências, onde até mesmo séries de tv tem que coexistir com produções de cinema (já deixou o entusiasmo de lado e parou pra pensar que isso não tem o menor sentido?). Bryan Singer, você é um cara que sabe o que faz, tem talento pra ótimas cenas, por favor, pega essa molecada e faça um filme divertido e sem grandes ameaças.

Tudo que os X-Men precisam é se relacionarem uns com os outros, conversarem sobre seus medos e diferenças. Acredito que essa equipe é mais do que simplesmente um monte de gente colorida e estranha, é aquela analogia sobre as diferenças que nós seres humanos temos e vivemos todo santo dia. Homens, mulheres, gays, trans, lésbicas, negros, branco, católicos, evangélicos, muçulmanos, ateus. Um monte de gente estranha e diferente dividindo o mesmo planeta. É isso que espero ver dessa molecada.

X-Men: Apocalipse ainda guarda momentos incríveis, daqueles que enchem os olhos. A já dita cena que abre o filme e claro, o esperado momento com Mercúrio, que é uma nova versão daquela já clássica de Dias de Um Futuro Esquecido. Mas não é só isso, a melhor cena envolvendo o bastardo do Magneto acontece perto do fim. É ótima!

É impressionante como X-Men: Apocalipse é um filme divertido, sabe? Aquele que você sai leve do cinema, nada muito pesado (ok, tem uma cena forte) e nada muito impactante (ok, fica claro que só o Snyder não pode destruir cidades) levando em conta o vilão título.

A próxima aventura se passará na década de 90 e espero que o Bryan Singer perceba a molecada boa que tem em mãos e deixe de lado, ao menos por enquanto, a necessidade de grandiosidade.

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Bem vindos ao trailer da segunda temporada de Mr. Robot

16 de maio de 2016

Com o fim de Mad Men a primeira onda da Terceira Era de Ouro da Televisão passou. Dramas que mudaram a maneira de contar histórias encabeçadas por protagonistas de personalidade dúbia. Foi a era do homem comum, perturbado pelo passado, preso no trabalho e com problemas em casa. Don Draper foi o último homem difícil da tv.

Com isso, temos um novo levante de produções que encabeçam a segunda onda da Terceira Era de Ouro, em uma época onde o streaming é a regra e o comportamento humano é o novo foco de discussões. Surfam nessa onda três produções que se destacam das demais: Black Mirror, Fargo e Mr. Robot.

O retorno de Mr. Robot é um evento importante: se a série seguir o excelente padrão de qualidade do primeiro ano, irá se firmar de vez como uma das melhores produções, para em 2017, junto com o retorno de Fargo e Black Mirror, oficializar de vez essa nova fase de qualidade.

A revolução não é apenas no mundo ficcional de Mr. Robot, com direito a discurso de Barack Obama. A revolução está acontecendo diante de seus olhos, e não será apenas televisionada, será transmitida via streaming. Bem vindos ao trailer da segunda temporada de M.r Robot:

“Hush – A Morte Ouve” é um simples e divertido… terror

Filme do Netflix é uma rápida pedida para fãs do gênero

13 de maio de 2016

O cinema de terror parece viver uma nova era, mais focado no psicológico do que no horrendo. Filmes alegorias como The Babadook (depressão) e It’s Follows (stalkers, DST’s) ou o excelente A Bruxa, dão um novo fôlego ao gênero que nos últimos anos foi se tornando quase uma paródia de si mesmo, tamanho a falta de criatividade nos temas. Horror virou sinônimo de susto, não de medo.

Nisso produções pequenas começaram a surgir e graças ao boca a boca foram ganhando espaço. Outro elemento que ajuda em muito a disseminação desse cinema mais underground são serviços de streaming como o Netflix, que adicionou ao seu catálogo Hush (que no Brasil ganhou o subtítulo A Morte Ouve…), filme independente que teve sua estréia no SXSW Film Festival.

E Hush é rápido mesmo: 1h:21m de filme. Mel na chupeta

Hush se torna um bom filme pela sua simplicidade e proposta. Uma escritora surda-muda vai para o meio de uma floresta para terminar seu segundo livro, sozinha e longe da civilização, ela se vê cercada por um serial killer (vivido por John Gallagher Jr. que deixou The Newsroom e entrou de cabeça no gênero. Ele também esteve em Rua Cloverfield 10), que de maneira sádica resolve fazer um jogo de gato e rato.

Hush possui um tema não muito estranho para o fã de horror, afinal, invasão a domicílio é quase uma das regras do gênero. E apesar de falar sobre o drama de uma mulher prestes a ser morta, Hush não deixa de ser um filme divertido. Pois é.

É rápido e energético, não perde tempo com filosofia barata ou superações do passado. São dois personagens, um querendo entrar e o outro tentando permanecer vivo, não há pausas para que a vítima questione suas escolhas de vida ou peça perdão aos pais, amigos ou namorado por algum erro cometido.

O que Hush poderia ter explorado ainda mais é a deficiência de sua protagonista quando posta nessa situação. Kate Siegel convence como Maddie, a escritora que acha uma boa ideia se isolar (aquela mania de sempre). As cenas em que ela precisa contornar a falta desses sentidos são interessantes, ficaria feliz se houvesse ainda mais foco na sua surdez-mudez.

O filme acabou caindo no gosto da crítica lá fora, talvez motivado pelo entusiasmo dessa onda de pequenas produções que entregam um cinema decente e diferente de um típico “blockbuster de terror“. Pouco elenco, locação única, direção bem executada Hush te deixa tenso, mas sem se entregar ao tédio.

Pode não ser tão incrível e assustador quanto A Bruxa, mas é decente mostrando que o cinema de horror busca outras maneiras de explorar nosso medo. Produções assim poderão surgir ainda mais, agora que a procura de gigantes como Netflix, Amazon, Hulu etc por filmes bons e baratos está fervilhando.

Não deixa de ser bastante honesto em sua proposta.

Extensão para chrome substitui nome de Michel Temer por Frank Underwood em sites

Em momentos de crise, o importante é mostrar nossa maturidade

13 de maio de 2016

A política brasileira parece House Of Cards“. A piadinha mais óbvia dos últimos meses serviu até mesmo como ação de marketing para o Netflix, que entrou na brincadeira e aproveitou a crise política para disseminar ainda mais a joia da casa. É aquilo, o país pode estar em chamas, mas ver boas séries é sempre bem vindo.

No meio da brincadeira Michel Temer ganhou o carinhoso apelido de Frank Underwood, que segundo os internautas (sempre ponderados) possuem diversas similaridades na vida pública. Não sei se Michel Temer conversa com o nada emulando a quarta parede, mas seria interessante se isso acontecesse.

O perfil oficial do Netflix no twitter chegou a postar na época do lançamento da quarta temporada de House Of Cards uma cutucadinha na situação da política.

Enfim. Se você está de saco cheio de ouvir o nome do nosso atual presidente e sua idade mental é de 14 anos, essa extensão do chrome é perfeita para o momento. Basta adicioná-la e pronto, o nome Michel Temer é substituído por Frank Underwood.



BAIXE AQUI A EXTENSÃO!

A extensão parece não funcionar nas redes sociais, testei com twitter e facebook e nada. Mas em portais de notícias e feed segue ok. Pegue seu violino e venha tocar conosco enquanto esse Titanic chamado Brasil afunda.

Graças ao Netflix você deixa de assistir 160 horas anuais de propagandas

Pesquisa aponta número assustador de comerciais que consumimos ao longo de um ano

12 de maio de 2016

Uma das intenções (ou talvez a principal) da franquia de internet fixa é frear o avanço do Netflix em território nacional. Fácil de usar, barato e com um ótimo catálogo, o serviço de streaming é exatamente tudo aquilo que o brasileiro não está acostumado. Mesmo com um leve aumento no valor mensal, o Netflix segue barato e acessível a muitas pessoas que não tem tanta grana pra gastar em assinaturas a cabo.

É a revolução da maneira de consumir  e distribuir conteúdo ao alcance de todos. Mas não é só isso, o Netflix poupa seu assinante de comerciais pipocando na tela durante a programação. Pais já estão cancelando tv a cabo e deixando seus filhos consumirem apenas Netflix pra evitar os mais novos de serem expostos a tantos e tantos comerciais.

O Netflix agora custa R$ 19,90 mensais. Segue barato

A propaganda em excesso é o que leva aplicativos como o AdBlock a serem um sucesso e alvo de polêmicas envolvendo sua legalidade. O Youtube foi um que teve que se mexer pra contornar essa raiva natural que seus usuários tinham da publicidade durante o consumo do conteúdo. O Youtube Red fornece algumas vantagens para os assinantes, mas o maior atrativo ainda é a versão “ad-free“.

Na televisão não tem jeito, você não irá se livrar dos comercias. Então se baseando no consumo diário médio de um assinante do Netflix (de duas a três horas), uma pesquisa fez alguns cálculos matemáticos básicos e chegou a um número expressivo de quantas horas de comerciais somos poupados durante o ano.

Se levarmos em conta que a cada 15 minutos de programação de tv temos uma pausa para comerciais, o total de propaganda consumida durante um ano é de 160 horas. Ou seja, se você é desses que não assiste mais televisão e foca no Netflix, você tá ganhando tempo de sobra pra viver… digo, pra maratonar um Med Man, Breaking Bad, House Of Cards

Via Meio Bit

Mayans MC é o nome do spin-off oficial de Sons Of Anarchy

Canal FX confirmou a produção piloto

11 de maio de 2016

Sons Of Anarchy foi uma série que destruiu minha alma em diversos momentos. Sinceramente, Game Of Thrones está longe de causar o mesmo impacto das mortes que ali aconteciam. O motivo? O apego emocional. Kurt Sutter criou uma família sobre duas rodas, e mesmo quando aqueles mais odiados morriam, você ficava em luto.

Sem dúvidas Sons Of Anarchy mexeu demais com seu público e por isso é tão querida. Foi além de simplesmente motoqueiros barbudos bebendo e dando porrada. Quando os rumores sobre o sping-off começaram a circular, bateu aquela sensação de incerteza. Será que revistar o Clube seria uma boa ideia?

Bem. O spin-off vai acontecer (pelo menos o piloto) e irá focar no moto clube rival dos Son’s, os Mayans. Meses atrás Kurt Sutter revelou que estava escrevendo o roteiro desse tal spin-off, mas infelizmente não poderia tocar o projeto já que estava gastando suas energias naquela porcaria de The Bastard Executioner.

Sutter então convidou Elgin James (latino, ex-presidiário e fundador de uma gangue de rua) pra tocar o roteiro e ser showrunner. Segundo Sutter, ele como homem branco de Nova Jersey, não teria tanto conhecimento de causa pra ser o cabeça de uma série com latinos como protagonista.

Eu queria encontrar uma voz latina forte e única” disse ele ao Entertainment Wekly, que confirmou a produção de Mayans MC para o FX. O piloto ainda precisa ser aprovado, aquela coisa de sempre, só então irão encomendar uma temporada completa.

Olha, é bem capaz de Mayans MC ser tipo um Better Call Saul e resgatar personagens clássicos da série mãe. Pô, seria foda rever alguns figurões como o Chips ou o Tig. Enfim, cruzem os dedos pra sair coisa boa.

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