Saiu mais um trailer f#dido da quarta temporada de Vikings

Parece que os 20 episódios anunciados serão poucos para tanto sangue

4 de janeiro de 2016

Confesso que ainda estou absorvendo a ideia de uma quarta temporada com 20 episódios para Vikings. Bons dramas, com temporadas consistentes e sem enrolação, tem lá no máximo 13 episódios e no caso da nossa série escandinava favorita, eram apenas 10 por temporada, o que deixava tudo com um ritmo delicioso.

Porém o HISTORY quer chutar tudo com esse quarto ano, que promete ser ainda maior e mais bem produzido que a inesquecível terceira temporada. Problema é o que não falta na vida de Ragnar, que além da sua terra natal, ainda tem o Rei Ecbert em Wessex e agora Rollo em Paris enchendo o saco.

Se liga no novo trailer f#dido de foda:

A quarta temporada de Vikings estreia dia 18 de fevereiro.

Vamos relembrar as boas séries de 2015 | BADA BING! Podcast

Agora é hora de abrir a champagne e comentar as melhores séries de 2015 no BADA BING!

27 de dezembro de 2015

Ufa! Depois de comentar as grandes decepções em séries no já saudoso ano de 2015, é hora de abrir as portas do BADA BING! uma última vez esse ano para, enfim, falarmos do que rolou de bom na tv.

Das grandes produções da HBO a ousadia do USA. Da despedida de Mad Men a consolidação de Fargo. É fim de ano no BADA BING!

Quais séries de destacaram?
Qual foi a melhor estréia?
E por fim, qual é a MELHOR SÉRIE de 2015?

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As 7 Melhores Séries de 2015

O Amigos do Fórum faz sua tradicional lista de fim de ano: quais foram as melhores séries de 2015?

24 de dezembro de 2015

2015 foi um ano inesquecível para o universo das séries. Tivemos o Netflix se consolidando como uma potência de produções originais, tivemos Vince Gilligan e Peter Gould trazendo de volta um dos personagens mais queridos de Breaking Bad, tivemos dragões dançando nos céus de Game Of Thrones e um Emmy Awards inéditos.

Foi um ano de redescoberta de animes, de belíssimas estreias em canais que até então não esperávamos grandes coisas. Foi um ano em que Orange Is The New Black debateu sobre temas importantes sem parecer cafona. Foi um ano que quadrinhos ganharam um peso dramático nas mãos da Marvel. Foi um ano em que nos despedimos da última grande série em exibição.

2015 foi marcante e chegar a uma lista final com as SETE melhores foi difícil. De qualquer maneira, espero que eu tenha sido no mínimo justo. De o play e venha comemorar conosco!

AS 7 MELHORES SÉRIES DE 2015:

1. Mad Man (sétima temporada)
2. Game Of Thrones (quinta temporada)
3. Mr. Robot (primeira temporada)
4. Fargo (segunda temporada)
5. The Affair (segunda temporada)
6. The Knick (segunda temporada)
7. Better Call Saul (primeira temporada)

E assim encerramos mais um ano aqui no Amigos do Fórum. Espero, de coração, que esse pequeno e independente blog tenha lhe ensinado algo de valor em 2015. Que ao menos uma das várias séries que falamos aqui durante o ano tenha marcado sua vida, transmitido boas lições, lhe proporcionado emoções.

No fundo, o que fica é aquilo que você sentiu. Não são apenas séries. São mais do que isso.

Nos vemos em 2016, meus queridos AMIGOS do fórum.

Steven Soderbergh entrega mais uma temporada impecável de The Knick

Segundo ano se encerra de maneira visceral e na dúvida de uma terceira temporada

23 de dezembro de 2015

Poderosa. Agressiva. Poética. O segundo ano de The Knick é uma mistura de sentimentos. O drama do Cinemax escrito por Jack Amiel e Michael Begler se firma como um dos melhores da tv, e que sua excelente temporada não era sorte de principiante.

A produção segue afiadíssima. As lentes cirúrgicas de Steven Soderbergh estão de volta para novos 10 episódios, e ao lado da trilha sonora inacreditável de Cliff Martinez, fomos transportados para a Nova York de 1901, para vivenciar situações que pautariam o século XX, um misto de ficção e contexto histórico que faz de The Knick uma obra indispensável para qualquer fã do gênero.

O segundo ano de The Knick foi sobre vícios e limites. Cliven Owen brilha mais uma vez como Dr. John Thackeray, o sistema nervoso da obra. Personagem fascinante que conduz a série com sua inquietação e necessidade de transpor barreiras. Thackerey é um visionário, a frente ao seu tempo. Ele pode não viver o suficiente para deslumbrar o futuro que tanto almejou, mas foram homens como eles que o construíram. Apesar da determinação quase insana e de métodos pouco ortodoxos, foi graças a vários Thackereys que, não só a medicina, mas a tecnologia deu passos gigantescos nos últimos 100 anos.

E The Knick também tem a mudança em seu DNA. Existe ali um senso de urgência, que o mundo está prestes a mudar radicalmente a cada novo amanhecer. E de fato estava. The Knick aborda temas tão sérios e cruciais que em alguns momentos torna-se até incomoda, afinal, eugenia, racismo e questão migratória ainda pautam nossa época.

Cliven Owen é o sistema nervoso, a mudança é o DNA, e Steven Soderbergh é alma. O diretor da um verdadeiro show e transforma The Knick na série mais bela de 2015, mesmo com grandes concorrentes como Mr. Robot e Fargo. Ele ousa, experimenta, coloca a câmera aqui, ali, carrega ela nas mãos. As luzes amareladas, o vermelho do sangue, a opressão dos ambientes pouco iluminados, o branco dos hospitais que combina com a frieza do local. É pra babar.

The Knick é a cocaína de Soderbergh

É como se The Knick fosse o vício de Soderbergh e por isso ele tem esse tesão em filmá-la. É talvez esse vício do próprio diretor, sua necessidade por experimentar, que da uma carga ainda maior a Thackeray. É impossível não traçar um paralelo.

A season finale foi The Knick em essência. Sangrenta e poética. O futuro incerto soa como um insulto a boa tv, mas a série é apenas mais uma vítima da falta de interesse do público médio. O flerte final com possíveis temas do terceiro ano emociona pela inteligência que aquilo foi construído.

Personagens partem, mas The Knick não pode morrer.
Precisamos de mais operações comandadas por Steven Soderbergh, o verdadeiro cirurgião da série.

Ainda é cedo pra medir a importância de Rey e Finn para a cultura pop

Que o Despertar da Força faça história onde mais ele é necessário

22 de dezembro de 2015

Nem mesmo seu criador, George Lucas, tinha ideia do poder que Star Wars teria na cultura popular. Uma influência gigantesca que foi muito além de vender bonequinhos e camisetas. A ópera espacial sobre um garoto comum que descobre fazer parte de algo maior, e então trilha sua jornada heroica, serviu de inspiração para quilos de obras literárias, cinematográficas, quadrinhos, séries de tv, animes e até novelas.

Tudo mudou com Star Wars, então é necessário que uma obra tão importante caminhe junto com nossa sociedade, e claro, foi exatamente isso que JJ Abrams fez. Se há 40 anos atrás Leia nem ao menos tinha outra mulher para trocar um oi, em O Despertar da Força essa falta de representatividade não é mais um problema. É fato que durante 4 décadas nós evoluímos, aprendemos e passamos adiante essas lições.

O traidor e a sucateira: ainda é cedo para medirmos a importância desses dois

O Despertar da Força tem uma importância maior que simplesmente quebrar recordes de bilheteria. Ao apresentar uma mulher totalmente longe dos clichês estabelecidos no cinema, e dar a um personagem negro um lugar de destaque na história, Star Wars pode e deve influenciar uma nova geração de filmes, séries e etc.

É algo que não da pra medir agora, ainda é cedo pra sentir, mas é inevitável. Olhe para 2015 e perceba como, aos poucos, as coisas vão mudando. E longe disso ser ideologia ou militância, é simplesmente o curso normal do barco.

Divertidamente nos apresentou Riley, uma garotinha longe do padrão princesinha. Ava de Ex-Machina é um robô, mas basta assistir ao filme e refletir sobre suas questões e você irá notar a mais… Mad Max colocou Furiosa pra chutar bundas e se levantar contra aqueles que impunham suas vontades e por fim, Rey do planeta Jakku.

Uma sucateira que aprendeu a se virar sozinha, corajosa, guerreira, independente. Do outro lado está Finn, um ex soldado que se volta contra um sistema que oprime seu povo desde o nascimento. Se você não consegue enxergar além da casca, além de simplesmente um filme aventuresco, talvez não tenha entendido o poder de Star Wars.

2015 foi um ano inesquecível pra cultura pop. Foi um ano que aprendemos a entender melhor o próximo. E longe de ser discurso piegas ou fanfic de facebook, é algo que vai acontecer e uma próxima geração irá colher os frutos. Rey, você não é ninguém e Finn você tem sim pelo que lutar.

Obrigado.

Fargo mantém o excelente nível e entrega mais uma temporada histórica

No comando de Noah Hawley, a série entrega mais 10 episódios impecáveis

20 de dezembro de 2015

Em 2014 os olhos de todo mundo estavam voltados para True Detective. A primeira temporada deixou o público de boca aberta pela qualidade e complexidade da história de Nic Pizzolatto, que já surgia como um dos principais novos showrunners da tv. Bem, veio a segunda temporada e existem aqueles que duvidem disso.

Porém quase na mesma época estreava no FX uma série de nome FARGO. Escrita pelo pouco conhecido Noah Hawley, FARGO iria adaptar pra tv aquela que talvez seja a obra prima dos aclamados Irmãos Coen. Duas temporadas depois ninguém mais duvida do potencial de Noah Hawley e FARGO definitivamente se firma como uma das recentes produções a encabeçar um novo movimento criativo na tv.

Com temporadas que seguem o formato de antologia, mas que se passam no mesmo universo, FARGO entrega um segundo ano tão incrível e histórico como o primeiro, repleta de personagens marcantes, fruto de um elenco escolhido a dedo. Esteticamente a série é um absurdo, com uma fotografia que hipnotiza e alguns recursos bastante interessantes para narrar visualmente certos momentos.

É a grande obra original do canal FX, o “filho pobre” da FOX que entrou no radar de boas produções com The Shield. Na época o criador da elogiada série policial disse que iria transformar o FX em uma nova HBO. Hoje, graças a FARGO, da pra dizer que o FX conseguiu alcançar um nível técnico que somente a TV que não é TV vinha mostrando.

FARGO se firma como uma das melhores séries da atualidade

FARGO mais uma vez mostra uma originalidade incrível em contar suas histórias, que transformam a monotonia do centro-oeste americano em lendas épicas. Como se ali fosse, de alguma forma, um lugar especial no mundo.

A neve que oprimia na primeira temporada agora da lugar a paisagens planas e desérticas, que da a velha sensação de isolamento, o que contribui para certas peculiaridade de seus personagens.

Um pouco de máfia na tv com a Família Gerhardt e seus membros explosivos, o gangster Mike Milligan e seus monólogos que nada combinam com o mundo em que vive. Kirsten Dunst e Jesse Plemons dando um verdadeiro show com o casal Ed e Peggy Blumquist. E Patrick Wilson vivendo nosso já conhecido Lou. Ah, não esquecer de Zahn McClarnon com o emblemático Hanzee, personagem que possui forte ligação com a primeira temporada.

Esse segundo ano de FARGO mostrou que  Noah Hawley quer nos contar as mesmas histórias, porém divididas e sob diferentes pontos de vista.

FARGO referencia não apenas o filme que lhe empresta o nome, mas também várias outras obras dos Coen. Continuo sentindo uma grande influência de Onde Os Fracos Não Tem Vez em alguns momentos e personagens. Enfim, é Hawley conseguiu captar muito bem a essência dos Coen, principalmente no que diz respeito ao já conhecido humor negro dos diretores, aqui usado na medida certa.

Com um terceiro ano confirmado apenas para 2017, FARGO honra a todos os fãs e críticos com um segundo ano que não perde em nada para o primeiro, agora vai de cada um escolher sua temporada favorita. Que venham mais histórias geladas e improváveis. Que venha mais FARGO.

As decepções em séries de 2015 | BADA BING! Podcast

O clima de fim de ano toma conta do BADA BING! e Luide e Nerd Rabugento comentam as decepções em séries de 2015

20 de dezembro de 2015

2015 será um ano inesquecível no que se diz respeito a série. Tivemos a despedida de Mad Men, o Emmy Awards inédito para Game Of Thrones e o Netflix lançando 16 produções inéditas. Porém hoje não é dia de falar a respeito das coisas boas, antes da festa, vamos relembrar deixou a desejar nesse ano que se vai.

Quais foram as séries que caíram de nível?
Quais foram as estreais bombas?
Qual o rumo a tv tentou seguir em 2015?

Junte-se a nós do BADA BING! e venha bater aquele papo de bar!

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