“Ele Está de Volta” mostra o retorno de Adolf Hitler (e você precisa assistir)

Comédia alemã disponível no Netflix toca em assuntos delicados, mas com ótima precisão

3 de maio de 2016

Qualquer discussão política que você se envolva hoje em dia vai terminar em “Hitler pensava igual” ou “Foi assim que Hitler começou“. Invocar o nome de Hitler pra tentar vencer um debate virou uma espécie de meme, e existe até mesmo a Lei de Godwin para ditar as regras de quando e como o nome do ditador deverá ser invocado.

Mesmo que até Hitler tenha sido vítima da internet, lembrar de sua história e ascensão ao poder é uma importante lição que a humanidade não pode deixar embaixo do tapete. Hitler não surgiu do nada. Ele não chegou na Alemanha como o Loki pronto pra aniquilar raças inferiores, ele foi democraticamente eleito e os alemães tinha ciência do que ele queria fazer. Não foi “oloco esse carai matando judeu, quem diria“.

Por isso a importância de não se esquecer das condições e motivações que colocaram no poder Adolf Hitler. É importante para que isso nunca mais aconteça.

Ele Está de Volta é uma comédia alemã baseada no livro de mesmo nome que imagina como seria se Hitler acordasse em seu bunker, 70 anos depois do final da guerra. Será que o führer encontraria novamente um ambiente propício para disseminar ideias radicais? Será que a população novamente colocaria ao poder o mesmo homem responsável pela última grande guerra mundial?

É um tema delicado. O povo alemão ainda vive com esse estigma do nazismo, mas é através do humor que podemos tocar em temas tão difíceis. Ele Está de Volta funciona como Borat, com algumas entrevistas reais no meio de muita atuação. Adolft Hitler passeia pelo país ouvindo as vozes da população, suas queixas, onde o atual governo vem errando, a questão dos imigrantes, crise, desvalorização do orgulho nacional etc.

O radicalismo de Hitler é levado como piada, mas sem perceber, muitos passam a concordar com a ideia

É muito terrível ver as pessoas meio que se “abrindo” a Hitler. O comediante na pele do ditador vai aos poucos repetindo o mesmo discurso de décadas atrás e em pleno 2014 (ano que o filme foi gravado) algumas pessoas ainda caem e aceitam aquilo como a verdade. É assustador.

Na parte ficcional de Ele Está de Volta, Hitler acaba se tornando uma espécie de celebridade na televisão e principalmente na internet. Webcelebridades o adotam como um personagem cômico e sem perceber, a semente do mal vai sendo implantada aos poucos. É uma puta crítica ao cenário político atual em diversos países. É algo mais profundo e certeiro que o episódio “The Waldo Moment” de Black Mirror que destaque justamente o “político personagem” que “fala o que todos gostariam de ouvir“.

Tudo começa em uma piada, uma brincadeira, e sem perceber, vai despertando nas pessoas o pior.

Ele Está de Volta é bastante frio, indigesto e feito em uma época pontual para a Alemanha, que é um dos países que mais recebem refugiados da Síria, que vive uma guerra civil devastadora. É um filme que vale a reflexão através do humor: até onde vale dar suporte a pessoas radicais apenas pela piada? Pelo meme? Pela zuera?

A humanidade não pode se esquecer.

Os Bons Companheiros: pqp, que filme f#da!

"Até onde me lembro, sempre quis ser um gângster"

2 de maio de 2016

Existem bons filmes que você da uma olhadinha vez ou outra. Existem filmes legais que você se diverte em um sábado de inverno. E existem filmes fodas, clássicos irretocáveis que quanto mais se assiste, melhores ficam. É o caso de Os Bons Companheiros de Martin Scorsese, que 26 anos depois, segue uma obra de arte e um retrato cru e sem romantismo da máfia italiana nos EUA.

Martin Scorsese que cresceu nos subúrbios de Nova York e mostrou seu conhecimento pela prodridão humana e das ruas em Taxi Driver e Touro Indomável, se tornaria uma autoridade em longas de máfia. E tudo começou com Os Bons Companheiros e sua forma crua e visceral de retratar uma época onde o respeito e a família de O Poderoso Chefão não eram tão importantes assim.

Apesar da comparação ser injusta, afinal, Poderoso Chefão é provavelmente a maior obra cinematográfica de todos os tempos, Jerry Capeci, colunista de um site especializado sobre máfia e crime organizado, ousa colocar a obra de ScorseseFrancis Ford Coppola lado a lado: “O Poderoso Chefão romantizou os gângsteres e os tornou pessoas que matavam em nome da honra. Mas Os Bons Companheiros os mostrou como realmente são: caras violentos e sanguinários que matam sem pensar, que atiram na perna de alguém só para se divertirem”.

Violência é a palavra chave. Martin Scorsese é agressivo com sua montagem que fragmenta a história em pequenos acontecimentos, assim vamos aos poucos conhecendo que são Henry, Jimmy e Tommy. Da ascensão de um pobre garoto meio italiano e meio irlandês a um orgulhoso gangster, até sua queda onde torna-se aquilo que mais temia: um homem comum.

Éramos bons companheiros. Gangsters

Os Bons Companheiros está longe de criar alguma empatia com seus personagens. Mesmo que você inveje Henry cortando fila em restaurantes e distribuindo notas de 20 como gorjetas, não há uma ligação emocional como a de Michael Corleone pela sua família. O exemplo disso é quando Jimmy resolve fazer a limpa em seus companheiros após um milionário assalto.

É o que acontece em Sopranos. Tony sempre lamenta a época gloriosa da máfia e seus valores, mas a dúvida é se ela realmente existiu e tudo não passa de uma ilusão criada pela cultura pop. Os Bons Companheiros é cruel e necessário para mostrar que dentro desse jogo sobrevive apenas o mais forte. Não existe uma linha de diálogo que não seja incrível, não existe uma passagem que não seja inesquecível.

Ray Liotta, Joe Pesci e Robert De Niro simplesmente fantásticos e a vontade com seus personagens. É o que Martin Scorsese sabe fazer de melhor, um ótimo diretor de atores. Os Bons Companheiros é uma viagem ao mundo do crime glamourizado através das décadas, mas Scorsese chuta a mesa pra cima e abre seu filme com um homem semi morto no porta malas. “Até onde me lembro, sempre quis ser um gângster” diz o personagem de Henry.

Os Bons Companheiros é um clássico e chegou no catálogo do Netflix. Assista.

Um episódio poderoso mostrando o que é Game Of Thrones

Teve dragão, teve gigante, teve mortes e teve Jon Snow

2 de maio de 2016

Meu medo em Home (S06E02) era da trama deixar Jon Snow em banho Maria pra segurar a expectativa do espectador até alguma grande revelação, sei lá, no meio da temporada ou em uma projeção pessimista, lá na season finale. Mas ufa, Game Of Thrones não demorou e mostrou aquilo que, por incrível que pareça, estava óbvio.

Convenhamos que é um saco esses mistériozinhos de morre ou não morre, e uma série do tamanho de Game Of Thrones não precisa se firmar nisso. Então de uma maneira até clichê (o ar de desilusão antes da revelação) Jon Snow deu o suspiro da ressurreição e agora fica a dúvida: ao voltar do mundo dos mortos, os vivos permanecem os mesmos?

Em um artigo bastante interessante do site Game Of Thrones BR, eles abordam esse tema tendo em vista as palavras do próprio George R.R. Martin: “Meus personagens que voltam da morte ficam piores. De certa forma, eles não são sequer mais os mesmos personagens. O corpo pode estar se movendo, mas algum aspecto do espírito é alterado ou transformado, e eles perderam alguma coisa“.

Não é fácil ser Game Of Thrones…

Seria algo realmente corajoso pra narrativa mudar a personalidade do ponderado e  sereno Jon Snow. Um homem pronto pra enfrentar os white walkers e defender a Muralha a todo custo. Ok, mesmo que ele já tenha feito isso, imagine um Jon Snow mais agressivo liberando um exército.

Enquanto isso, Game Of Thrones segue desenhando os temas dessa sexta temporada. Somente em Home foram oito núcleos mostrados, cada um avançando lentamente sua trama. Olha, não é fácil ser Game Of Thrones. É preciso muito talento pra conseguir equilibrar tantas histórias na tela, escolher a dedo quais personagens terão destaque no episódio, quais ficarão de fora.

Mesmo assim é difícil um episódio que não seja poderoso e Home é mais um daqueles que a gente não esquece. Do retorno de Bran Stark a Tyrion tirando as correntes dos dragões, Game Of Thrones em seu segundo episódio deixa no ar um senso de urgência pra essa temporada. Com os Boltons sobre novo e sádico líder e os Greyjoy passando por uma nova disputa de poder, o sexto ano pode alterar tudo que conhecemos sobre a série.

Game Of Thrones terá que se provar como nunca e olha… começou bem.

A fotografia de Breaking Bad, a série mais linda de todos os tempos

Michael Slovis é o homem responsável por da vida a fotografia de Breaking Bad

29 de abril de 2016

Dificilmente Breaking Bad será esquecida e daqui há 50 anos algumas pessoas estarão interessadas em conhecer a jornada de Walter White. Seja pelos seus temas, direção, música ou fotografia, Breaking Bad é um jovem clássico da televisão e a série da minha vida.

Ser a melhor série dramática já feita é difícil, afinal, Breaking Bad existe em um mundo onde temos The Sopranos, The Wire e Mad Men, mas esteticamente, é sem dúvidas a mais bela. Sua fotografia encantou os espectadores que mergulharam de cabeça no deserto de Albuquerque e laboratórios de química.

O nome por trás de tal beleza é Michael Slovis, o diretor de fotografia que a partir da segunda temporada, caminhou lado a lado de Vince Gilligan até o desfecho da série, sendo responsável por várias marcas visuais que se tornaram icônicas em Breaking Bad.

Michael Slovis é um dos nomes mais importantes por trás de Breaking Bad

Foi dele, por exemplo, que veio a ideia de colocar o perturbador ursinho de pelúcia flutuando na piscina em Seven Thirty-Seven (S02E01). O amarelado forte do deserto, algo que também viria a se tornar parte do DNA de Breaking Bad, também é herança de Michael Slovis, assim como as cenas em POV. Ele esteve presente em 50 dos 62 episódios, e além da fotografia, foi diretor geral em quatro oportunidades.

De todos os 62 episódios, 4 Days Out (S02E09) talvez seja o mais belo de todos. É quando Walter e Jesse ficam quatro dias cozinhando no deserto, e a van perde a carga da bateria. É lindo, vivo, Breaking Bad na veia em todos os aspectos. Enfim. É a série mais linda de todos os tempos.

Justiceiro cumpriu sua missão: Netflix e Marvel oficializam sua série

Série será tocada por Steve Lightfoot, uma das mentes por trás de Hannibal. WOU!

29 de abril de 2016

Todo herói ou vilão tem por trás de suas ações algumas motivações. Sejam elas filosóficas (no caso do Demolidor), sejam elas pessoais (Wilson Fisk). Nos convencer que elas sejam verdadeiras é trabalho para os roteiristas, e muitas vezes, acabamos não comprando a ideia (no caso da Elektra).

É ai que entra o Justiceiro. Frank Castle teve sua vida destruída em todos os aspectos. Abalado pelo pós guerra e vendo sua família morrer de maneira brutal, Frank deixou florescer um homem sem limites que aplica sua justiça de punição naqueles que ele julga merecedores.

Ele não é como o Demolidor, advogado e católico, que segue algum código moral (mesmo que distorcido). O Justiceiro é o cara que puxa o gatilho, simples. No segundo ano da série Jon Bernthal conseguiu (ao menos nos quatro primeiros episódios) ser o grande destaque. O personagem aplicou uma violência que só adicionou mais elementos a jornada de descobrimento do Demolidor.

E como deu certo, a Marvel/Netflix correram e confirmaram sua série solo enquanto ele ainda está fresco na memória. Divulgado pela EW, Justiceiro será uma espécie de spin-off de Demolidor e ainda não tem data pra estrear. O showrunner será Steve Lightfoot, uma das mentes por trás da aclamada Hannibal.

Poderiam inovar e entregar uma série mais curta, quem sabe com 7 episódios, e ter uma história mais enxuta, sem aquela típica barriga que acontece no meio das produções (Jessica Jones e Demolidor que o digam). Enfim, espero ver SANGUE.

Barney Stinson e os adultos que se recusam a crescer

Um personagem espetacular que pode ensinar muita coisa sobre nós mesmos

28 de abril de 2016

Qualquer boa série é feita em cima de seus personagens. Enquanto um bom drama precisa de um ator pronto para dar camadas e mais camadas de profundidade, em sitcoms o carisma e a versatilidade são qualidades fundamentais. E é impressionante como How i Met Your Mother consegue isso com Ted, Marshal, Lilly, Robin e claro, Barney Stinson.

Cada um com suas particularidades e ao passar da série, um ou outro se destaque do restante. Mas Barney é aquele que passeia por todos os episódios, sempre destoante de seus amigos, com uma atuação apaixonante de Neil Patrick Harris. O que torna Barney um excelente personagem é a caricatura do adulto que se recusa a crescer, que está preso eternamente nos 16 anos.

How i Met Your Mother é a série perfeita para quem está próximo dos 30. Todos ali passam por situações que envolvem esse momento de nossas vidas tão problemático quanto a adolescência, com a diferença de não termos mais idade pra correr pro colo da mãe. Frustrações do trabalho, apartamento próprio, casamento, carreira, filhos. São temas que começam a ter um peso diferente nessa fase.

E Barney é o personagem que simboliza esse medo das responsabilidades, ou melhor, o medo de não nos sentirmos mais jovens e livres. Ele dedica sua vida exclusivamente aos prazeres pessoais, é quase um escravo de si mesmo. Não consegue conceber a ideia de felicidade compartilhada ou ser feliz fazendo algo que deixa outra pessoa feliz.

Barney é o típico adulto que recusa a paternidade (ou maternidade no caso das mulheres) porque isso irá tirar sua liberdade, tem medo de se relacionar de maneira séria pois isso irá destruir sua individualidade, tem medo de admitir que menos é mais (menos baladas e mais casa, menos desconhecidos e mais família etc).

A negação de Barney em amadurecer é mais comum do que você imagina

O personagem se destaca por viver ao mesmo tempo o oposto da maioria de seus amigos. Enquanto Lilly e Marshal debatem a questão de filhos, Barney cria o Dia dos Não Pais. Mas qual o significado disso tudo? Simplesmente uma piada? Não, o que How i Met Your Mother ilustra é processo de negação que vivemos em nosso dia-a-dia.

Barney na realidade não quer mostrar ao mundo que ele não deseja ser pai (ou simplesmente amadurecer), ao exaltar o lado negativo de algo ele procura convencer a si mesmo que não precisa daquilo. Assim como ele, temporadas atrás, insiste para que Ted não entre em um relacionamento sério.

Esse processo é doloroso. Porque o que torna a vida boa é aceitar que certas coisas já não tem mais a mesma graça de antes. Da mesma maneira que você não brinca mais de escorregador aos 18 anos, quando bate uma certa idade, viver a caça de pessoas desconhecidas pra satisfazer uma necessidade sexual vai se tornando algo cansativo e sem sentido.

É claro que a vida a dois não é a regra e você não precisa namorar/casar pra ser feliz, mas especificamente no caso de Barney em How i Met Your Mother, a série coloca o personagem nesse vazio existencial justamente para exaltar a busca de Ted pelo seu grande amor, estabilidade financeira e busca de uma família. Por isso Barney é um personagem tão necessário pra fluidez da história.

A cada episódio me apaixono mais por essa série e estou relatando minha experiência aqui no Amigos do Fórum. Portanto caso você que já tenha assistido toda a série e discorda de alguns pontos de vista, fica calmo, nesse exato momento me encontro na metade da quarta temporada.

Leia os outros posts da série How i Met Your Mother no Amigos do Fórum:

Se você não gostar da cena do aeroporto em Guerra Civil, você está morto por dentro

Homem Aranha, Homem Formiga, Pantera, Visão... que momento épico

28 de abril de 2016

Uma das melhores e mais bem executadas lutas Universo Marvel é aquela que envolve o Soldado Invernal, Viúva Negra e o Capitão América. Os Irmãos Russo conseguiram, sem ninguém voando ou disparando raios, construir uma cena tensa, limpa e poderosa. Você consegue absorver cada golpe e localizar bem a ação, algo que sinceramente, não é sempre bem feito no cinema de heróis.

Com um monte de seres superpoderosos é natural a coisa ir pro lado espetaculoso sem fundamento. É a porradaria pela porradaria. Um bom e mal exemplo disso está em Demolidor. Enquanto a cena nas escadas e aquela que envolve o Justiceiro na prisão são pensadas para causar impacto, a maioria que envolve a Elektra e os ninja são plastificadas e sem emoção alguma.

Então em Guerra Civil seria necessário que os Irmãos Russo elevassem ainda mais essa habilidade em construir uma boa ação já que teríamos DOZE personagens lutando ao mesmo tempo. E conseguiram. Mais ou menos do meio pro fim acontece a já clássica cena do aeroporto mostrada nos trailers, e cara, ponto pra Marvel que entregou quase NADA do que acontece ali. Chega a ser surpreendente, já que o marketing pesado cada vez mais joga em nossa cara momentos chaves do filme.

E por mais que Guerra Civil tenha uma seriedade um pouco acima do que estamos acostumados a ver na Marvel, a batalha do aeroporto se faz pela leveza. Ninguém ali está afim de machucar o amigo, afinal, o verdadeiro inimigo não está naquele lugar. É por isso que é tão incrível e mágica. Os heróis tem a oportunidade de mostrar suas habilidades até o limite, mas sem aquela tensão típica de batalhas finais.

São doze personagens em tela e é impressionante o que os Irmãos Russo conseguem fazer. Cada um ali tem seu momento, sua frase de efeito, sua ascensão. Você não se pergunta “ué cadê o fulano?“. É como se fosse um grande playground e todos estivessem se divertindo.

E o Homem Aranha? O hype criado na internet quando ele apareceu pela primeira vez é pouco pra saudar sua participação. É simplesmente incrível e emocionante ver ele ali, pulando de um lado pro outro, com sua inocência de adolescente, interagindo com Os Vingadores. Sabe aquelas cenas que você era obrigado a criar em sua mente, já que o Aranha estava na Sony? Então, elas acontecem.

O Homem Aranha não é a cereja do bolo, ele é uma das VÁRIAS cerejas…

Ele é um moleque, mas um moleque poderoso e inteligente. O Homem Aranha realmente voltou pra casa. Agora, ele não é o único ali a chamar atenção. Tem o Visão ignorante de forte, o Falcão bastante tático, o Capitão conduzindo seus aliados, o Pantera Negra surgindo como um futuro grande protagonista do Universo Marvel e ele… o Homem Formiga. Cara… vsf, que demais.

A cena envolvendo ele e o Aranha é pra você jogar a pipoca pro alto e berrar. É impossível ser adulto vendo aquilo, é IMPOSSÍVEL. Você volta a ter 13 anos e se deixa vibrar, rir, gritar. Cara, que momento inesquecível.

Guerra Civil são dois filmes em um. E os dois são bons. Mas assim, você pode até não gostar de sua parte mais séria, encontrar defeitos e furos de roteiro, mas na boa, se você não gostar da cena do aeroporto, amigo, você está morto por dentro.

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