Batman sofre acidente de trânsito em nova cena de Batman V Superman

Superman fazendo o papel de POSTE

9 de janeiro de 2016

Estava com saudades de novas cenas de Batman V Superman?
Já está reclamando que da pra ver o filme todo nos dois trailers?

Bom, eu não tô nem aí, como já falei 200 vezes nesse site, comprei passagem VIP no trem do hype de Batman V Superman: A Origem da Justiça. E como não VIBRAR a cada nova cena divulgada? Dessa vez pegando todo mundo de surpresa, o mito Zack Snyder divulgou um pequeno trecho de 30 segundos mostrando o Batman se envolvendo em um acidente de trânsito…

CARALHO! UAHUAHUAHUAHUAH
A tal “tell me do you bleed” é dita nessa cena então… interessante, deve ser o primeiro encontro FACE TO FACE dos dois.
Meu deus do céu alguém me da um calmante.

Se esse filme for ruim eu fecho o Amigos do Fórum.

Como a PIXAR homenageou os maiores clássicos do cinema através de sua obra

Pixar sendo Pixar, pra variar

8 de janeiro de 2016

A Pixar nunca escondeu sua vontade em reverenciar os maiores clássicos do cinema. Alguns são notáveis e fáceis de encontrar como “Eu sou seu pai” em Toy Story e AUTO de Wall-E honrando o legado de HALL-9000 (2001 – Uma Odisseia no Espaço). Porém as homenagens estão em TODOS os filmes, com obras que vão de Vertigo a Alien, Superman e Indiana Jones, e claro, a obra de Hayao Miyazaki.

O prazer do estúdio em encher seus filmes de easter eggs criou uma relação muito próxima com os fãs. Não é por menos que a PIXAR é esse estúdio amado, que entregou ao mundo em 2015 Divertidamente, o melhor filme do ano.

Por algum motivo eu derramei leves lágrimas com esse vídeo:

Por que eu não consegui continuar assistindo a Making a Murderer

Documentário no Netflix é ótimo, mas requer um estômago forte para ser consumido

8 de janeiro de 2016

Boas séries são aquelas que de certa forma criam alegorias com o nosso cotidiano. Mesmo que Walter White seja um humano impossível, Breaking Bad fala muito sobre nosso lado egoísta, sobre frustrações e como alguém pode ser quebrado pelo meio onde vive ou usar isso como empurrão para aflorar seu lado mal.

Black Mirror é outro exemplo de série absurdamente real, mesmo com seu futuro/presente distópico, a obra de Charlie Brooker é assustadoramente sobre nosso dia dia como sociedade. Mas mesmo que esse flerte com o realismo seja algo necessário e muito bem digerido, não conseguir seguir assistindo a Making a Murderer, nova série documental do Netflix que causou um alvoroço nos EUA no fim de ano e agora começa a criar o mesmo por aqui.

O problema de Making a Murderer não é ser baseada em fatos reais, o problema é balde cheio do pior do ser humano despejado em nossa cara. Talvez um “soco no estômago” não seja a definição correta, está mais para alguém dizendo “olha… isso é o ser humano, senta aí que vou te mostrar 10 horas disso

Making a Murderer segue durante essas 10 horas mostrando o caso de Steven Avery, acusado injustamente por estupro e que ficou preso durante 18 anos, e graças a um teste de DNA conseguiu sua liberdade. Porém pouco tempo depois acabou sendo novamente preso, dessa vez acusado de assassinato, porém nas mesmas situações duvidosas que o levou a ser preso em 1985.

A narrativa da série serve muito bem para criar tensão e expectativa a respeito do caso de Avery, é comum o espectador se sentir em uma montanha russa de certezas, afinal, as reviravoltas do caso são tão inacreditáveis que nem mesmo o melhor roteirista conseguiria criar tantos plots twists em tão pouco tempo.

Acompanhar a saga de Avery é terrível justamente pela sensação de estarmos diante de um inocente, e claro, a edição constrói esse sentimento já que em alguns momentos a esperança parece ter sido perdida, para logo em seguida voltar com toda a força. No meio disso está a família de Steve e como dói ver o depoimento de revolta do pai e de dor da mãe. Steven Avery não foi o único que teve a vida despedaçada, a liberdade de sua família também foi tirada. A liberdade de sorrir, de sonhar, de deitar a cabeça no travesseiro e imaginar que o dia de amanhã pode ser melhor.

Se a série é tendenciosa nesse sentido vai do julgamento de cada um, mas em alguns momentos a certeza de que Steven é apenas uma vítima de um sistema opressor é tão grande que fiquei até com nojo de seguir assistindo. Mas não foi isso que me fez desistir de ver Making a Murderer no meio do quarto episódio…

A série realmente começou a me afetar em um nível inacreditável, afinal, não estamos falando de ficção onde um final feliz pode, quem sabe, acontecer. Estamos falando de pessoas reais com sua dor exposta em uma tela para ser consumida. O que eu poderia fazer além de sentir pena? Nada.

Então quando o sobrinho de Steven, Brendan entra em jogo, tive que jogar a toalha. A maneira como a série conduziu e o apresentou como uma vítima ainda maior que Steven me revirou ao meio, e a gota d’água foi a conversa entre ele e a mãe pelo telefone, onde o garoto diz que o advogado gosta de gatos assim como ele. Parei, respirei e desisti. Não deu, ali foi forte demais. Era um garoto prestes a perder toda sua juventude, mas mesmo assim, com uma inocência gritante ao falar com a mãe.

O Netflix foi corajoso em trazer Making a Murderer para o seu catálogo, e o barulho que a série causou foi algo incrível, com uma petição chegando até mesmo nas mãos de Obama. Que essa dor possa se transformar em algo. E que bom que muitas pessoas tiveram essa coragem de assistir, porque eu não tive.

O Stormtrooper mais BADASS de “O Despertar da Força” tem nome

A tradição de personagens secundários ganharem o imaginário dos fãs continua

7 de janeiro de 2016

No dia 2 de janeiro de 2016 o mundo se despediu de Jason Wingreen, ator que dublou originalmente a voz de Boba Fett. As homenagens dos fãs de Star Wars pode parecer exagerado pra quem vê de fora, afinal, por mais que Boba Fett tenha um dos melhores visuais de toda série, pouco aparece em tela.

Mas uma das várias magia de Star Wars é isso: dar visibilidade até mesmo pro cara que foge com um botijão de gás. Todos ganham nome e biografia, e se não ganha, os fãs criam. Foi o que aconteceu com o já famoso Stormtrooper de O Despertar da Força que chama Finn de “TRAIDOR!” e da uns giros loco com um bastão. Então, não é que a Disney resolveu contar um pouco sobre ele?

Nine’s é o ruivo que observa o treinamento dos troopers

Inicialmente a internet deu a ele o nome de TR-8R, mas já se especulava com base nos livros Before the Awakening que seu nome verdadeiro seria FN-2199. Hoje a Disney confirmou tal informação e ainda revelou maiores detalhes, tudo graças ao CLAMOR dos fãs.

FN-2199 é conhecido por seus amigos como Nine’s, é ruivo e faz parte do esquadrão de controle. Nine’s realmente conhecia Finn, por isso seu “traidor” soou como algo pessoal. Além de Nine’s,outro trooper que ganhou nome foi Slip, aquele que morre no início do filme e deixa a marca de sangue no capacete de Finn. Ah, o nome do bastão que Nine’s usa para enfrentar Finn é Bastão Eletrificado Z6.

E assim Star Wars segue sempre nos lembrando que não é só um filme…

O fantástico trailer de The Crown, novo drama do Netflix sobre a Rainha Elizabeth II

Que trailer amigos... que trailer

6 de janeiro de 2016

Produções como Narcos e House Of Cards mostram que o Netflix tem sim talento para bons dramas, mas ainda falta uma obra prima. Uma nova temporada de Black Mirror vem aí e é provável que Charlie Brooker faça esse favor ao serviço de streaming, por enquanto, jogo minhas apostas nessa série The Crown.

O trailer é encantador e o elenco é primoroso, o único problema é a história baseada em fatos reais, que como a gente viu em Narcos, pode muitas vezes ser documental demais e não desenvolver personagem algum. Mas a julgar pelo trailer, The Crown será focada no jogo político que envolveu a coroação da Rainha Elizabeth II.

A linha do tempo em The Crown começa em 1952 e aparentemente seguirá até os dias atuais. Fiquei feliz em ver Jared Harris no papel de Rei George VI (sdds Mad Men). Enfim, chega de papo e vamos ao trailer:

The Crown ainda não tem data de estréia (talvez ainda esse ano) e se especula 10 episódios na primeira temporada.

Bonecos de Star Wars: ausência de Rey e excesso de Finn?

Star Wars mostra que está além de ser apenas um filme e gera debates até mesmo sobre "consumo selecionado"

6 de janeiro de 2016

Em busca de cliques e comoção de leitores, sites cada vez mais focam seus esforços em divulgar “polêmicas de um homem só“. Enquanto assuntos sérios saem de foco, bobagens postadas por algum grupo (em alguns casos, postado por UMA pessoa) ganham holofotes da mídia, não porque ela se importa, mas é porque da audiência.

É muito mais atrativo dizer que “ativistas dos direitos dos homens querem boicotar Mad Max” que “um idiota não irá ver Mad Max“. Assim, dia após dias vemos alguns casos de exagero tomando espaço de coisas que realmente poderiam nos levar a algum lugar. Então chegamos ao caso dos bonecos de Star Wars.

No caso de Rey, a Disney até fez meia culpa dizendo que para evitar spoilers, alguns produtos realmente deixaram de fora a personagem, mas que agora em janeiro, ela vem com tudo. Lojistas afirmam que a busca pela Rey foi fora dos padrões e gerou a falta dela nas prateleiras (de fato existem vários produtos com ela). No caso de Finn existe o discurso que o personagem foi esquecido pelos fãs da saga. Agora, realmente foi isso que aconteceu?

É assim, a culpa é sempre nossa, não de um país onde um simples brinquedo custa 70 reais.

Entenda a linha do tempo de Pulp Fiction em apenas um GIF

Quem disse que gifs não ensinam alguma coisa?

5 de janeiro de 2016

Às vésperas da estréia de Os Oito Odiados no Brasil, o nome do diretor Quentin Tarantino volta a ser pauta para vários fãs de cinema. Tarantino é um dos mais autorais e pops diretores vivos, um cara que praticamente não erra a mão (ao menos na opinião desse blogueiro).

Agora são apenas 8 filmes no currículo, mas um deles se destaca: Pulp Fiction de 1994 é a bomba atômica do cinema. Tarantino fez sua obra prima e aqueles que estão chegando agora talvez não entendam a linha do tempo, já que nosso mestre quebrou ela e deu esse charme maravilhoso.

Então pra você que tem preguiça de ver gráficos ou textos que explicam, que tal “rever” Pulp Fiction através da maneira mais rápida e fácil de se consumir algo na internet?

HAHAHAHA! Sensacional!

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