A imponente Dança dos Dragões em Game Of Thrones

"The Dance of Dragons" (S05E09) é aquele momento que você para e respira... respira... respira...

10 de junho de 2015

Quando ganhei o box da primeira temporada de Game Of Thrones sabia muito pouco sobre a série. Fui privilegiado de poder acompanhar todos os 10 primeiros episódios sem spoiler algum, então imagine minha reação ao final do S01E10 quando Daenerys surge das cinzas com seus três dragões. Foi uma experiência arrepiante.

Arrepiante porque naquele altura do campeonato eu já estava apaixonado por Game Of Thrones. Adorava todo aquele teor político, a tal GUERRA DOS TRONOS era muito bem escrita, sem contar a diversidade de personagens e locações. Mas dai cara… vieram os dragões e pqp, tudo mudou.

Costumava dizer que por isso era sacanagem colocar Game Of Thrones no mesmo barco que Breaking Bad, Mad Men e Homeland (séries que eu via na época). Afinal, a qualquer momento, a porra de um DRAGÃO poderia aparecer, e aí mano, aquele lado amante de fantasia desperta em você igual criança na manhã de natal. Tudo porque os dragões (ao lado dos white walkers) sempre foram coadjuvantes de luxo. Vez ou outra apareciam para dar aquele charme delicioso.

E nesse penúltimo episódio de temporada, o bater de asas de Drogon me causou o mesmo arrepio na espinha que senti que ele nasceu. E como cresceu bonito e forte esse menino, não?

The Dance of Dragons” foi fantástico. Poderoso. De tirar o fôlego. A tradição da série de explodir cabeças em todo episódio 9 de temporada foi mantida. Apesar de pela nona vez só esse ano os fãs terem jurado que nunca mais assistiram, Game Of Thrones segue sua jornada em se distanciar dos livros, e mesmo que você não concorde, a ideia que chocou os fãs dessa vez veio do próprio George R.R. Martin. Então menos.

O alvo da vez é a decisão de Stannis, que ofereceu sua filha ao Deus Vermelho. É preciso lembrar que Stannis nunca foi boa pessoa e não poupou sacrifícios para conquistar o que quer. Seu desejo de sentar no Trono é maior que qualquer afeto e laços de sangue. Não poupou o irmão, não pensa duas vezes para mutilar até seus mais leais servos e está disposto a passar por cima de tudo e todos. Stannis nunca foi o herói montado no cavalo branco, sempre derramou sangue e é totalmente influenciado pelo fanatismo religioso.

Discutir se ele deixaria ou não Shireen viver é inútil. Se pudesse, Stannis queimaria todo o continente só para reinar sobre as cinzas.

E nas arenas de Meereen o fogo também queimou. Se a quinta temporada explorou todas as fraquezas do reinado de Deanerys, o estopim pra uma verdadeira guerra civil aconteceu. Não seria tão fácil assim dominar uma cidade com culturas e tradições milenares. Como bem lembrado por Hizdahr zo Loraq, Meeren já existia antes da chegada de Daenerys e continuará existindo quando ela se for.

No momento em que ela percebe que nem mesmo seu exército seria capaz de conter a fúria dos Filhos da Harpia, ouve-se o novamente a canção dos dragões. Drogon ascende dos céus com todo seu poder, um ser intocável que somente os olhos de Tyrion podem descrever o quão magnífico foi seu pouso.

Apesar do tamanho, Drogon ainda é um adolescente, que chega e ataca a todos sem pensar duas vezes. E como um bom adolescente, somente a figura materna, firme perante ele, seria capaz de pará-lo. A Mãe dos Dragões e sua cria se encarando enquanto o mundo desaba. E que o mundo desabe, ele é seu filho!

E então, com mãe sob sua proteção, Drogon novamente bate asas e voa… voa para que o mundo possa lembrar que enquanto dragões dançarem nos céus, homens como Stannis jamais vencerão.

Dance, Drogon!

Divertida Mente: e a PIXAR foi lá e fez de novo…

Você ri, torce, se emociona e deixa o óculos 3D embaçado com suas lágrimas

9 de junho de 2015

*esse é um post de primeiras impressões. O review completo sai dia 18 de junho

Dias desses, no VLOG DO FÓRUM, falei das minhas expectativas com “Divertida Mente“, nova animação da PIXAR que estréia agora dia 18 de junho nos cinemas. Falei, falei e falei… mas não imaginava que seria tão positivamente surpreendido. Quando sai da sessão para imprensa, meu óculos 3D estava todo embaçado devido a algumas (poucas ok?) lágrimas que escorreram.

Já tinha algum tempo que não víamos a Pixar em sua velha forma criativa, um gênio sem amarras colocando suas maluquices em tela. Com “Divertida Mente” o estúdio volta com tudo aquilo que a gente já conhece de outras datas, como os brilhantes “Toy Story” e “Wall-E“: criação de um mundo original, único e extremamente brilhante.

O que se passa dentro da cabeça de uma criança de 11 anos? “Divertida Mente” nos leva para um passeio pelas emoções de Riley, uma garotinha que precisa enfrentar mudanças difíceis para alguém da sua idade, como nova casa, escola e amigos. Viajamos por dentro de sua cabeça e vamos descobrindo como tudo funciona por lá. É lindo, lindo mesmo, a maneira como nossas recordações mais queridas, os medos de infância, sonhos, pensamento etc são postos no filme.

É tão criativo que você ri por imaginar que talvez seja assim mesmo que as coisas funcionem… até aquela musiquinha chiclete tem um porque de existir ;D

Quem disse que a Tristeza e a Alegria não podem formar uma dupla incrível?

Divertida Mente” é o típico filme que agrada os pequenos, mas é uma lição para os adultos. É inspirador, auto conhecimento e em certa parte, um tapa na cara. São cinco os sentimentos principais (Alegria, Tristeza, Raiva, Nojo e Medo) que vivem dentro de nós, e sobra pra um deles a liderança. Na Riley é a Alegria quem manda, mas quem será que lidera na minha mente? Na sua?

A liderança muda de pessoa para pessoa. Sem percebemos deixamos que outros sentimentos além da alegria nos domine (ou lidere os demais). Nos transformamos em adultos medrosos, raivosos ou tristes. “Divertida Mente” lida com isso de uma maneira tão simples, e com uma maestria que somente a PIXAR conseguiria.

Porque quando criança eu adorava pintar e hoje nem lembro que isso existe? Até isso pode ser explicado assistindo ao filme.

Digo sem medo que “Divertida Mente” é meu filme favorito em 2015 e um dos meus favoritos do estúdio. Assisti dublado e não me incomodei, há quem não goste, então prepare-se para conseguir uma sessão legendada. Mas só não deixe que isso te impeça de ver essa obra belíssima.

A PIXAR fez de novo. Me fez rir como se tivesse 7 anos, me fez chorar como um adulto que precisa por tudo pra fora às vezes.

Risos: George R.R. Martin preparou um livro para colorir de GAME OF THRONES

A moda de colorir chegou em Westeros

9 de junho de 2015

Moçada na internet adora achar defeito em coisas que estão, digamos, em alta. A mais recente vítima são os livros de colorir, que viraram febre e conquistaram pessoas de TODAS as idades, de crianças até idosos. Não consigo encontrar motivos pra criticar quem curte colorir, eu mesmo ainda guardo na casa da minha mãe vááários cadernos de desenho. Vocês não tem ideia do quanto eu AMAVA desenhar/colorir.

Gosto muito de ver a Camila, minha namorada, pintando. Ela passa horas lá com sua Floresta Encantada. É um passatempo tão divertido que desliga o cérebro por alguns minutos/horas. Só que não só de florestas e bosques essa nova mania vive, muita gente está aproveitando o hype pra lançar seus próprios livros. E na boa, nenhum pode ser melhor que um inspirado nas Crônicas de Gelo e Fogo.

*imagem não oficial do livro

O próprio George R.R. Martin está envolvido no projeto que terá 45 ilustrações impressas, programado para ser lançado em outubro. O livro terá ilustrações de renomados artistas de fantasia e terá como base personagens, cenas e locações da saga. Agora você poderá colorir a cabeça decapitada de Ned Stark, os dragões da Daenerys queimando pessoas, a cabeça do Oberyn Martell esmagada e por aí vai… HEHEHE.

Isso tudo é pra suprir uma demanda de mercado, já que existem outros livros não oficiais com ilustrações de Game Of Thrones. O livro já está em pré venda por 15 obamas.

“Mr. Robot”: de dia um simples nerd, a noite, o hacker do bem

Piloto de "Mr. Robot" foi disponibilizado gratuitamente na internet e é hora de falar sobre a série

8 de junho de 2015

Pra uma série focada nesse negócio de hackers e tecnologia, “Mr. Robot” começou bem ao disponibilizar o piloto gratuitamente no Youtube, quase um mês antes da estréia na TV. Pouco a pouco os executivos vão entendendo que a forma de consumir conteúdo vem mudando. Foi o primeiro acerto do canal USA Network já que a série trata um pouco do domínio de grandes corporações e blá blá blá (pelo menos é a impressão que se tem desse piloto).

E claro, por se tratar de um piloto que precisa entregar o máximo possível ao público, “Mr. Robot” tem toda aquela estrutura básica: a motivação e preocupação do protagonista, sua ligação com os coadjuvantes e uma espécie de vilão do dia para mostrar as habilidades do nosso hacker do bem. Em um momento bem cafona, Elliot se diz “engenheiro de segurança durante o dia, hacker a noite“. Uma mistura de Batman e Dexter.

E o lado Dexter do nosso garoto é mostrado duas vezes nesse piloto que é pra você não se esquecer. Elliot trabalha para uma grande empresa de segurança em redes, mas suas habilidades vão além daquilo que ele é pago pra fazer. Ele é o típico cara que questiona a sociedade em sua volta, as empresas e o capitalismo. Todo aquele lance meio adolescente que todo mundo passa alguma vez na vida.

Mr. Robot” tem uma fotografia bonita, uma trilha sonora envolvente e pode ser uma boa pedida pra quem curte o estilo (que convenhamos, é muito mal representado na TV). A mim, dificilmente um cara teclando loucamente impressiona. Só que não é só isso. Tem todo um lance mais, digamos, realista, com menções a pessoas e marcas reais, o que ajuda você a comprar a ideia. Sem contar a atenção pro lado psicológico de Elliot, mas…

O personagem poderia ser melhor desenvolvido. Ele tem um lance de solidão, de às vezes entrar em paranoia e chorar sem motivos. Mas dai os roteiristas resolvem coloca-lo em uma friendzone e praticamente dar uma capa do Batman: ele vai lá prender um pedófilo e salva sua psicóloga de um malandrão. É aquela coisa, ao invés de ir explorando pouco a pouco a mente de um jovem gênio, eles preferem fazer aquilo que a gente tá cansado de ver.

Como eu disso no começo desse texto, episódios pilotos tem esse problema e não seria “Mr. Robot” que passaria impune. Sem dúvidas vale dar uma chance pra série que começa dia 24 de junho. Vamos torcer pro Elliot ele hackear os roteiros e mudar algumas coisas enquanto isso.

Algumas considerações sobre “Sense8″ e a “redenção dos Wachowski”

Coisa rápida mesmo porque eu não tenho muito o que falar da série

8 de junho de 2015

Que o Netflix ganhou uma certa moral depois de sucessos como House Of Cards, Orange Is The New Black e mais recentemente com Demolidor ninguém discute. O povo anda tão carente de coisa boa que elegeu o Netflix uma espécie de Messias, aquele que desce dos céus para nos trazer novidades divinas.

O Netflix é hoje tudo o que eu acredito em relação a distribuição de conteúdo. Mas o fato é que série memorável não tem. House Of Cards quase foi, mas o resto, por mais que seja boa, não é tipo a HBO com Sopranos ou The Wire. Ai você junta essa moral toda do Netflix com os Irmãos Wachowski e poxa, não tinha como dar errado né? Era tudo que a “Era de Ouro da TV” pedia… Bom, mais ou menos.

Sense8 é completamente confusa e sem ritmo. Se apropriando ao máximo dessa jogada do Netflix de liberar todos os episódios de uma vez, Sense8 se arrasta até onde sua paciência te permite. Antes de mais nada, quero deixar claro que a minha acabou na metade do sexto episódio. Sério, não deu pra mim.

Pô Luide, mas no oitavo episódio a série melhora” – li isso no twitter. Sério mesmo que é preciso de OITO episódios pra me conquistar? Existe uma diferença gritante entre série LENTA e série ARRASTADA, e Sense8 é arrastada.

Seus oito protagonistas possuem o mais raso desenvolvimento possível. Indiana que vai se casar a força? Quêniano que a mãe tem AIDS? Trans que a mãe não aceita? Gay que não pode sair do armário? Eu sei que o mundo infelizmente tá cheio de casos assim, mas você tem todas as possibilidades possíveis de personagens e escolhe os estereótipos? Sem contar que em alguns momentos, a série parece um concurso de sofrimento. Todo mundo sofre, chora e a felicidade parece um conto de fadas.

Até o quinto episódio o que se vê é a alternância dos oito personagens em tela, algo que a série até consegue equilibrar. Mas não convence. Vez ou outro aparece o personagem Jonas no melhor estilo Mestre dos Magos, fala umas abobrinhas e some. Sense8 usa e abusa daquele artifício de te provocar a ver próximo episódio não porque o anterior foi incrível, mas sim pra tentar saber o que está acontecendo.

A série tem bons momentos, principalmente quando os 8 sensitivos se conectam através da música “Whats Up” do 4 Non Blondes. Bem bonito mesmo. Mas dai parece rolar uns flertes e blá. Eu realmente estou com preguiça de descobrir como eles se conectam.

Sense8 não funcionaria no formato tradicional, por isso é a primeira série que realmente tem a cara do Netflix. Isso talvez ajude a criar um novo estilo dentro do serviço, que no final pode ser bom se o roteiro ajudar. Pelo que vi, não achei nada ousado por parte d’Os Wachowski, tem série por aí cujo a narrativa vai muito além do feijão com arroz e muito melhor construída (The Affair é um exemplo).

Mas apesar de particularmente eu não ter entrado na pilha, Sense8 pode te fisgar. Então sei lá, corre ver se os Irmãos Só Fiz Matrix conseguiram se redimir.

A série “Chef’s Table”: a comida como forma de fazer arte

Série/Documentário do Netflix explora o que existe além de um fogão de cozinha

7 de junho de 2015

Acredite se quiser, mas isso é uma sobremesa do Osteria Francescana (terceiro melhor restaurante do mundo)

Sou o que pode se chamar de LEGÍTIMO GLUTÃO. Gosto de boa comida, de fartura (mesa cheia aos domingos), alimento fresco e muita, mas muita carne. Não sou de doces, refrigerantes, fast food e comida enlatada, mesmo assim da pra notar nos vídeos que não sou nem um pouco magro. Sou desses que passa mal a cada episódio de “The Sopranos” com tanto macarrão.

Comer é o tipo de coisa que a gente faz por necessidade e prazer. Tem gente bitolada que abre mão da segunda coisa, mas enfim, problema deles. Levar um garfo na boca deveria ser o momento máximo do seu dia, não é por menos que em alguns países, comer é quase uma religião. É o momento em que todos param, desligam aparelhos eletrônicos e aproveitam de uma boa refeição.

Hoje em dia graças a onda gourmet no Brasil (apenas uma forma de te cobrarem mais caro) e programas como Master Chef, mais pessoas estão aprendendo sobre a arte de cozinhar. Descobrindo que um pedaço de queijo pode ser muito mais que ingrediente de misto quente. E pra tentar mostrar o que acontece dentro da cabeça de um chefe de cozinha, a série documentário “Chef’s Table” da um show.

Massimo Bottura teve que enfrentar as tradições italianas para revolucionar a cozinha local

Original do Netflix e dirigido por David Gelb, “Chef’s Table” conta a história de seis chefs (um por episódio) ao redor do mundo que de alguma forma mudaram a maneira de cozinhar. É uma série que dificilmente te deixará com fome, visto que são pratos que mais parecem arte abstrada, mas maravilhado por saber o que existe além do fogão.

A narrativa da série e sua fotografia dão um tom poético a vida e obra dos chefes. É a mão de David Gelb, que também dirigiu o excelente “O Sushi dos Sonhos de Jiro“, documentário de 2011 que mostra a história do melhor sushiman do mundo.

É interessante notar como o alimento se tornou uma forma de arte e expressão. Eu mesmo nunca entendi a graça de pagar caríssimo pra um prato com 50 gramas de comida. Nunca entendi porque esse, de fato, não é o meu mundo, mas é o mundo de milhares de pessoas que apreciam essa maneira de cozinhar. Atender tantas pessoas famintas por essa combinação de “fome e arte” é uma tarefa exaustiva, e  “Chef’s Table” mostra de uma maneira bem pessoal como foi pra cada um desses respeitados chefes chegarem onde estão.

Fracassos, falências, distância de quem se ama, bater de frente com tradições e conceitos… eles passaram por muita coisa antes de servir um prato no capricho pra você. É difícil apontar um episódio favorito, mas dois me chamaram bastante atenção: o italiano Massimo Bottura e o argentino Francis Mallmann.

Dono do terceiro melhor restaurante do mundo, o italiano Massimo Bottura sofreu para tentar revolucionar a tradicional comida italiana, que tem a benção das nonnas e é quase intocável. Mudar a forma como seus clientes iriam enxergar ingredientes como queijo e macarrão foi uma revolução na maneira de cozinhar na Itália.

Francis Mallmann foi o único chefe que me fez ficar com água na boca durante a série. Francis possui um método rústico de cozinhar alimentos (principalmente carnes). Usando apenas de lenha, ele prepara os mais belos pratos em seus restaurante no meio da PATAGÔNIA. O cara tentou se aventurar pela cozinha francesa, mas percebeu que aquilo não era o que ele gostava. Voltou os olhos para aquilo que seu país tinha de melhor e fez algo totalmente original sem sair da tradição.

Chefs Table” é uma série/documentário recomendadíssimo pra você que adora ver os jurados do Master Chef falando desse negócio e arte e cozinha, de mistura de sabores, de criatividade e etc. Também é interessante você perceber que cozinhar tem outras finalidades além de encher a pança.

Ok, alguém me vê um bife mal passado?

“THE LAST – NARUTO”: vai shippar na pqp!

A história bobinha de amor entre Hinata e Naruto

3 de junho de 2015

A tática do Kishimoto para manter a chama de Naruto acesa nos fãs parecia interessante. Um salto de tempo entre os capítulos 699 e 700 deixaria diversas lacunas a serem preenchidas pelo filme que viria logo em seguida. Foi um jeito inteligente de interligar mangá e cinema, mesmo eu particularmente odiando esse tipo de coisa.

Enfim. THE LAST – NARUTO já deixava claro que seria o último filme do nosso querido garoto raposa, e poderíamos ter a chance de descobrir como ele chegou ao tão sonhado posto de Hokage. Bem, passou longe disso. Parecendo mais uma história feita por fãs em fóruns (os chamados fanfics), o “The Last” ficou com cara de historinha de amor pra adolescente dormir.

Vamos debater um pouco sobre esse filme difícil de ser assistido lá no VLOG DO FÓRUM:

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