Um feliz ##MayThe4th pra você com novidades de “Star Wars: O Despertar da Força”

#MayThe4thBeWithYou

4 de maio de 2015

Foneticamente idêntico a frase “May the Force Be With You” (que a força esteja com você), o 4 de maio se tornou uma espécie de Dia de Star Wars. Hoje é o dia de celebrar a maior obra da cultura pop, o filme que revolucionou o cinema e tudo o que você conhece como entretenimento e merchandising. Hoje é dia de rever a trilogia clássica e esquecer seu ódio a George Lucas pelos últimos três filmes.

E 38 anos depois, a Força está mais forte do que nunca!

Aproveitando essa data especial, a Vanity Fair deu na capa o Episódio VII, revelando novas imagens e quem é quem na trama. Papel e caneta na mão:

Adam Driver será o vilão Kylo Ren

Lupita Nyong’o faz captura de movimentos para viver a pirata Maz Kanata

Gwendoline Christie, a Briene de “Game Of Thrones” é a trooper Captain Phasma que aparece no trailer =)

Kylo, Kanata, Phasma… pra fazer parte de “Star Wars” tem que ter nome bacana.
1 MILHÃO DE PORCENTOS APROVADO.

Também tornou oficial os novos nomes do Império e da Aliança Rebelde: O Império passa a se chamar Primeira Ordem e os Rebeldes passam a se chamar Resistência!

Star Wars: O Despertar da Força chega aos cinemas dia 17 de dezembro.

Diga olá para a primeira imagem oficial do “Esquadrão Suicida”

E diga olá para o universo DC tomando forma

3 de maio de 2015

Da esquerda pra direita:

Amarra (Adam Beach), Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Magia (Cara Delavigne),Katana (Karen Fukuhara), Rick Flagg (Joel Kinnaman), Arlequina (Margot Robbie), Pistoleiro (Will Smith), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje) e El Diablo (Jay Hernandez)

Lembra quando disse que não passa um dia sequer sem alguma coisa a sobre o “Esquadrão Suicida“? Pois é, agora o diretor David Ayer resolveu chutar todas as bundas possíveis e liberar a primeira imagem oficial do time de vilões da DC, que em agosto de 2016 ganha seu filme.

Olha pra essa foto cara! Jesus, é demais pra mim… E ainda tem o Coringa! E ainda vai ter o Batman! E ainda falta a Viola Davis como Amanda Waller! Ah, direto do facebook, Will Smith postou outra imagem do Pistoleiro:

De repente o grupo de mercenários do Stallone não é mais importante…

Um pouco sobre arte, suas numerações e versatilidade

E a tecnologia pra auxiliar nisso tudo =)

30 de abril de 2015

Engraçado como algumas pessoas gostam de dizer o que é ou não arte. Pra mim, arte é tudo aquilo que tenha algum poder em você, te desperta emoções, te faça pensar nem que por um segundo e esqueça o que existe em volta dela. Seja dentro de um cinema, seja nas páginas de um livro, quadrinhos, seja na frente da TV, seja com os fones de ouvido.

E nessa de categorizar o que é arte, existe a velha numeração. Você provavelmente tá cansado de ouvir que o cinema é a sétima arte, né? Isso foi determinado lá em 1923, mas desde então, outras formas de artes passaram a ser numeradas.

Fotografia (8ª arte), quadrinhos (9ª arte), videogames (10ª arte) e arte digital (11ª arte). Pois é dona ex-ministra, games não apenas são cultura como também arte.

Você teria coragem de dizer que “The Last Of Us” não é arte? =)

E a arte pode se misturar e criar coisas incríveis. O hip hop, por exemplo, é um movimento que mistura as três primeiras artes: música, dança e pintura. Criando algo totalmente versátil e um movimento cultural que marcou (e ainda marca) gerações. O próprio cinema é um exemplo dessa mistura, que uni outras artes como fotografia, música e teatro.

Um vídeo, três formatos de arte

A Positivo está lançando seu novo 2 em 1 que combina notebook e tablet, o Duo ZX3020. Mas ao invés de um especialista em tecnologia, a Positivo resolveu deixa-lo nas mãos de três artistas para que juntos criassem um clipe usando todas as funções do aparelho. Afinal, é disso que a gente precisa no dia a dia: versatilidade.

Renan Samam (música), No Martins (grafite) e Bruna Toleto (videomaker). Três representantes de três formas de arte.

Confira o clipe e saiba mais sobre o Positivo Duo! #liberdadepracriar

A dublagem no Brasil: você ama, odeia ou não está nem ai?

"Diga o meu nome" vs "Say my name"

29 de abril de 2015

Você consegue assistir “Um Maluco No Pedaço” no áudio original? Não né…
E “Breaking Bad“, você assistiria dublado?

Pois é. A dublagem faz parte da nossa memória afetiva, afinal, crescemos assistindo tv aberta e não da pra esquecer de nossos grandes dubladores. Mas não são deles que vamos falar hoje, e sim de como redes de cinemas e canais a cabo vem tratando o negócio.

Aqueles que preferem a opção de áudio original acompanhado de legenda, cada dia mais vem percebendo o quanto esse tipo de material vem diminuindo. Oferta para conseguir mais clientes? Ou o brasileiro realmente tem tanta preguiça de ler que isso se estende até mesmo para as legendas? Bom, vamos lá conversar no VLOG DO FÓRUM:

>>> INSCREVA-SE!

#DubladoSemOpçãoNão

Uma pergunta séria: você assiste Banshee?

Não? Deveria

28 de abril de 2015

Você gosta de galhofa? Você gosta de porradaria bem feita? Gosta de pessoas transando por qualquer motivo? Gosta de mortes putaqueparíveis? Gosta de soluções malucas? Gosta de personagens caricatos porém ao mesmo tempo criativos? Pois tudo isso tem em Banshee, série do canal Cinemax que já indiquei aqui no blog. Mas agora, ao final da terceira temporada, só posso dizer que se você ainda não vê, tá perdendo a melhor loucura da TV.

Lucas Hood, o Batman das séries

Banshee é um amontoado de cenas divertidíssimas, personagens incríveis que vão e vem e um completo descaso com a coerência. Mas não é aquela coisa que te faça de imbecil, nada disso. Em Banshee a proposta é essa mesmo, ser uma galhofa sincera, ao contrário de muita série merda que tenta ser séria.

Alguns personagens são inacreditáveis de tão bons. A próprio protagonista, Lucas Hood, é um exemplo. O cara é basicamente o Batman das séries, com vida dupla e bate pra caralho na bandidagem. Mas também apanha, na verdade, mais apanha que bate. Mas é aquele tipo de personagem que você gosta pela explosão. Ele não consegue passar 15 minutos de boa, toda agora alguma merda acontece e o cara tá lá, despirocado.

Tem o Sugar, dono de um bar, e o Job, um hacker asiático que é a grande benção do roteiro. Tudo que possa dificultar a vida do Lucas Hood é resolvido rapidamente pelo hacker. Lembra quando Mr. White e Jesse precisavam apagar as filmagens do notebook do Gus? E teve todo aquele rolê com os imãs? Pois é, aqui seria resolvido em dois minutos com alguma mágica tecnológica. Ah, o Sugar é o típico ex vida loka cheio de frases de efeito. Um dos meus personagens favoritos.

Banshee é uma mistura de cultura. Tem lá a tribo indígena e tem os holandeses amish, uma espécie de católicos ultraconservadores. No meio desses holandeses tem um”deserdado”, o Kai Proctor. O empresário do mal que comanda uma cidedezinha americana. Proctor é um personagem foda, que luta bem e tá cheio de capanga. Ah, ele também tem O CAPANGA, que luta melhor ainda e tem uns gostos estranhos. Lembra muito a relação do Wilson Fisk e do Wesley.

Aliás, uma luta do Proctor com o Fisk seria maneira… enfim.

Não faltam lutas épicas, com umas porradas convincentes. Não falta sexo. Não falta braço quebrado. Não falta morte que te deixa com a mão na boca… Perto de Banshee, Game Of Thrones é PG13. Se você lê e se importa com as dicas desse blog, veja Banshee. Veja bêbado se possível, porque dai a diversão triplica mesmo.

Banshee pode ter lá seus momentos de drama mexicano, mas mano, quando você menos esperar, ou tem alguém transando ou tem alguém perdendo a cabeça. Literalmente. Hoje, série mais divertida, não há. Quando eu estava assistindo Demolidor, lembrava bastante de Banshee, justamente por alguns furos no roteiro que são compensados com ação.

Acho que se você fã dessa coisa de desligar o cérebro, sentar no sofá, e relaxar, Banshee é a melhor pedida. Em momento algum vão tentar te fazer de bobo, tipo, “olha só nossa trama que genial“. Nada disso. Vão te entregar muita porradaria e umas holandesinhas gostosas, machismo a parte.

Dragon Ball Super: os Sayajins nunca morrem

"Oi, eu sou o Goku! E eu não vou te abandonar tão cedo"

28 de abril de 2015

O dia não poderia ser mais nostálgico para os fãs de animes. A Toei Animation confirmou o retorno de Dragon Ball em formato anime, 18 anos após o controverso DBGT. Filmes, mangás e agora um anime, tudo pra provar que Goku ainda tem alguns níveis Sayajins pra subir.

Tivemos ai um live action tão ridículo que muita gente só lembra na hora do pesadelo, em 2013 foi a vez de “A Batalha dos Deuses“, que trouxe novamente algo do universo canônico, já que DBGT não teve participação do criador Akira Toriyama. Todo mundo nos cinemas, boa bilheteria e logo em seguida chegou “O Renascimento de Freeza“, trazendo o vilão mais clássico de volta. O filme foi um sucesso no Japão, fazendo do país o único lugar do mundo em que “Velozes & Furiosos 7” não está no topo das bilheterias.

Esses dois longas animados serviram pra mostrar o quanto Goku ainda tem poder sobre seus fãs e está pronto para ganhar novos. O carinho que todo mundo tem por ele é único, e eu duvido que existe um herói mais aclamado aqui no Brasil. DUVIDO!

No começo da década de 90 Dragon Ball passava no SBT, um episódio por semana, exibido no “Sábado Animado“. Eu gostava tanto, mas tanto do Goku criança, que nunca aceitei direito ele grande (mimimi). Mas DBZ possui momentos gloriosos dos heróis, e depois da Batalha de Majin Boo, a sensação de vazio bateu forte em todo mundo. SAUDADES DOS EPISÓDIOS ENROLAÇÃO TOTAL!

O Goku ainda precisa derrotar o Freeza (de novo)

Mas e ai? O que aconteceu depois daquela Genki Dama do Goku?

Bom, o mundo se tornou um lugar pacífico. Qual é o lugar dos nossos guerreiros nele? É a partir dai que começa “Dragon Ball Super“. Olha, só existe uma coisa que pode fazer isso dar certo: Akira Toriyama. Só isso. Depois é curtir as loucuras presentes na história, que com os filmes se provou ainda maior, como o “Super Sayajin Deus“, hahahaha.

O anime estréia em julho. E nós fãs das antigas? Já estamos esperando a versão dublado com Wendel Bezerra.

Game Of Thrones se lembra do Norte

"High Sparrow" (S05E03) é um episódio sobre os Starks

28 de abril de 2015

Foi 2012, as vésperas do retorno de Game Of Thrones, que eu ganhei um box de DVDs da primeira temporada. Lembro que na capa do box tinha o Ned Stark sentado no Trono de Ferro, empunhando sua amedrontadora Espada de Gelo. O que você pensa ao ver a imagem? “Poxa, o Sean Bean é protagonista dessa porra“. Ai lá no nono episódio… PÁ! O cara morre. “PQP!” foi a única coisa que saiu da minha boca. Naquele momento eu percebi que estava em Westeros e George R.R. Martin é um cara foda.

Acontece que Game Of Thrones não é uma série de protagonismo, é sobre uma história. E que se você tiver paciência, vai aos poucos entrando dentro dela. Só que algumas pessoas acabam caindo no conto dos Stark. E eu fui um deles. Garanto que você pensou que Robb, Sansa, Arya e Jon Snow eram os mocinhos, né? Bom, 5 temporadas depois não é possível que você ainda tá nessa.

Nem os Starks, nem os Lannisters, nem a Targaryen. Ninguém está acima do Trono de Ferro em Game Of Thrones. E os Starks, essa família que a gente tanto gosta e não sabe porque, tiveram um bom episódio dedicado aos seus sobreviventes.

Uma coisa legal de fazer é comparar o S01E01 com esse S05E03 e ver o quanto Jon, Arya e Sansa cresceram e mudaram durante esses anos. E mais uma vez nesse episódio o futuro vai se desenhando. Esses três personagens representam bem o que a gente gosta de ver em mocinhos: o garoto bastardo sofrido, a mocinha em perigo e a garotinha chuta bundas.

O grande destaque desse “High Sparrow” é Sansa, afinal, até agora estamos acostumados com a sofrência da garota. Mas quando ela responde aos cumprimentos de Roose Bolton, fica claro que ela não está ali pra ser uma serviçal novamente. E ao entrar no seu quarto e ouvir “O Norte se lembra” de uma criada, Sansa pode ser portar como a maior espada de vingança dos Starks, afinal, Jon Snow dificilmente irá abandonar seus irmãos de Muralha.

Aliás, pela primeira vez Jon Snow não baixou sua cabeça. Sua decisão de matar o desobediente patrulheiro lembra muito a Ned Stark lá no primeiro episódio da série. A honra está no sangue dos nordistas e mesmo Stannis tentando mostrar a Snow que isso é um defeito, ele se orgulha de parecer tanto com seu pai.

High Sparrow” também foi importante no processo de mudança para Arya. Ela precisou se livrar de tudo que fazia dela “Arya Stark” para começar de vez o treinamento, ou seja lá o que, com os Homens Sem Rosto. Com ela em Braavos e decidida a fazer parte dessa sociedade religiosa, e o honrado Jon Snow precisando comandar seus irmãos de muralha, sobra a Sansa, aquela que ninguém imaginava, a única esperança de vingar o Norte.

O Norte se lembra. E a gente não esquece.

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