Pegadinha com “Annabelle” e a mente doentia de Silvio Santos

Annabelle e Silvio Santos: não sei quem mete mais medo

6 de outubro de 2014

Spin-off do filme “Invocação do Mal” de 2013, “Annabelle” chegou aos cinemas nesse fim de semana. Dirigido por James Wan, diretor do bom “Jogos Mortais“, o filme conta a história da boneca Annabelle, aquela boneca bizarra e medonha. Particularmente, tenho mais medo de bonecas que dos capetas.

Mas se existe alguém com uma mente mais doentia que James Wan, esse alguém é Silvio Santos. A lendária CÂMERA ESCONDIDA resolveu colocar medo nos POPULARES, que desconhecem a fama da boneca, através de uma pegadinha. É muita filhadaputagem =P

Risos.

É, o dia chegou: mangá de Naruto acaba em novembro

:~

6 de outubro de 2014

FIQUEI MEIO ATORDOADA COM A NOTICIA..OLHO PRO TECLADO D MEU PC…E NÃO SEI MAIS O Q DIZER…SÓ SENTIR…” – Roberta Miranda

Depois de 15 anos de publicações (só eu acompanho há 9), Naruto finalmente irá acabar. Como já anunciado em 2012 pelo criador Masashi Kishimoto, o mangá entraria em reta final e 10 de novembro de 2014 é o dia da última publicação de Naruto :~

É claro que vai muito de gosto individual, mas ao meu ver, Naruto se perdeu em seus últimos anos. Alguns eventos que ocorreram na tal Guerra Ninja foram totalmente forçados, com uma sucessão de plot twist que não fazia muita a cara do mangá. Já tem uns 4 anos que leio Naruto no automático, salvo algumas exceções como a revelação de Tobi e o reencontro entre Sasuke e Itachi, pouca coisa aconteceu de empolgante.

A última publicação de Naruto virá na edição de nº 50 da Shonen Jump desse ano. É amigos… Narutinho vai acabar. Estou há tanto tempo acompanhando sua história… confesso que bateu um sentimento aqui. Mas tudo precisa ter um fim. Agora é torcer para um final que honre a trajetória do garoto ninja que não volta com suas palavras!

No Vlog do Fórum, falei sobre Naruto:

Via Supernovo

House Of Cards, política e seu voto: é tudo sobre poder

O poder de Frank Underwood

3 de outubro de 2014

House Of Cards, uma das melhores séries dramáticas da atualidade, pode ensinar ao menos um pouco sobre política e politicagem a seus espectadores. A série tem como palco a política norte americana, e coloca o espetacular Kevin Spacey no papel de Frank Underwood, um congressista influente e que entende o jogo como poucos.

Você pode encarar Frank Underwood como uma pessoa física. Eu prefiro encarar com uma ideia. Ou uma representação.  Ao longo de sua jornada em busca de poder, podemos notar a verdadeira carnificina que a política se torna quando um jogo de interesses entre aqueles que se dizem representantes do povo começa.

“Dinheiro é a mansão no bairro errado, que começa desmoronar após 10 anos. Poder é o velho edifício de pedra que se mantem por séculos. Não respeito quem não sabe distinguir os dois.”

“A estrada para o poder é coberta por hipocrisia… e baixas”

A série mostra como esse poder influencia decisões comuns do dia dia, afinal, nada é gratuito. Nós somos o produto final de uma verdadeira guerra entre grupos isolados, com ideais e posições próprias. O que chega até o povo, nada mais é que o sangue dessas batalhas.

O que mostra a total inexistência de um governo, um “ser” que decide o destino de um país, estado ou cidade. O que existe, como já citado, é o resultado do choque entre interesses. É conveniente manter um estaleiro que gera milhares de empregos funcionando? Não. Então acabe com ele.
Em House Of Cards, você será confrontado com essa política crua e difícil de ser digerida. Quando mais você se envolve com a série, mais inútil você irá se sentir como eleitor. É evidente que somos apenas peões dentro de um tabuleiro gigantesco, que vai do Rio Grande do Sul até o Amapá.

Entender como as coisas funcionam faz toda diferença.
Em qualquer área da vida.

Não que House Of Cards sirva como norte para você se decidir ao votar, mas saber um pouco sobre nossa posição nessa “guerra dos tronos democrática” é o mínimo. Como diria o próprio Frank: “Democracia não é isso tudo o que dizem“…

Para onde Christopher Nolan irá nos levar em INTERSTELLAR?

Em busca do espaço, Nolan tenta ir onde nenhum homem jamais esteve

2 de outubro de 2014

Matthew McConaughey em busca do que?

Existe um filme que sempre que vejo, construo teorias e novas ideias me surgem. É “2001 – Uma Odisseia no Espaço“, de Stanley Kubrick. O objetivo do diretor não era jogar em nossa cara respostas através de coisas mastigáveis, mas sim, instigar o entendimento de cada um. É, de fato, um filme definitivo sobre viagens espaciais, e “Interstellar” de Nolan tem muito de “2001“. Ou aparenta ter.

Nolan está longe de ser um Kubrick, mas também não é um diretor comum. Filmes como “Memento” e “Inception” mostram que ele gosta de brincar com nossa mente, e, mesmo que o filme não seja uma obra prima, nos tira da zona de conforto, a qual os roteiros de Hollywood insistem em nos colocar.

Interstellar” tem como base a viagem pelo Buraco de Minhoca, teoria essa desenvolvida pelo físico Kip Thorne, e não muito simples de se entender. Junte isso ao fato de Nolan não revelar detalhes de roteiro e temos um aumento de expectativa gigantesco. Afinal, em busca do que Matthew McConaughey e Anne Hathaway estão indo? Assim como em “2001“, estão em buscas de respostas no espaço? Um chamado? Expandir conhecimentos? Pra complicar ainda mais, Nolan em recente entrevista, disse:

“Interstellar expande da mesma forma que A Origem se contrai”

Seja lá o que isso signifique, o filme irá tratar de realidades alternativas, ou seja, não será um filme fácil. Será um filme Nolan.
Novamente com um elenco primoroso e trabalhando ao lado do irmão Jonathan Nolan (parceiro em Amnésia e Batman), Christopher Nolan está pronto para nos confundir mais uma vez. Tentar ir onde nenhum homem jamais esteve (exceto Kubrick). Seja o que deus quiser.

O filme chega aos cinemas dia 7 de novembro de 2014 e esse é o TRAILER FINAL.

Naruto e Death Note: os mangás da minha vida

Como não amar a cultura japonesa?

1 de outubro de 2014

O primeiro contato que tive com um mangá, foi no final da década de 90. Assim como expliquei no post sobre quadrinhos, no interior não existiam bancas e muito menos lugares onde se vendiam esse tipo de material. Foi então que um amigo me presenteou com um mangá dos Cavaleiros do Zodíaco. Depois de tantos anos vendo animes, finalmente puder ler a história de SHIRYU, HYOGA, SHUN, IKKI e o OUTRO.

Com o advento da internet, pude ler mais mangás, mas dessa vez online. Samurai X e Evangelion foram os primeiros. Mas em 2005 acabei descobrindo aquilo que seria minha companhia por quase 10 anos: Naruto. Me encantei de cara e não consigo parar de ler até hoje, mesmo que nos últimos quatro anos, o roteiro tenha tomado um rumo diferente daquilo me encantou. E foi graças a Narutinho que descobri Death Note, uma obra prima. Pra contar um pouco dessa história, gravei mais um VLOG DO FÓRUM. Bora assistir?

Naruto e Death Note: lembrei que leio mangás

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Garoto muda cor dos personagens da Turma da Mônica: “Cansei desses desenhos diferentes de mim”

Um garoto negro de Nova Iguaçu mudou a cor dos personagens de Maurício de Souza

1 de outubro de 2014

Como garoto branco, passei minha infância totalmente distante de temas como o racismo em desenhos, filmes, séries e afins. Você se lembra de algum negro defendendo Atena em Cavaleiros do Zodíaco? Pois é, esse tipo de coisa passava despercebido. Mas os tempos são outros, e assim como mulheres já não aceitam APENAS o papel de mocinha indefesa, crianças negras também não se sentem representadas em diversas formas de arte.

Um caso recente e muito interessante aconteceu na cidade de Nova Iguaçu. Um aluno da 5ª série de nome Cleidison pintou os personagens da Turma da Mônica de marrom. Tudo porque não se sentia representado ali. A pintura foi feita em uma prova.

‘Pintei da minha cor, tá? Cansei desses desenhos diferentes de mim’

É claro, a patrulha branca vai dizer que é mimimi.
É claro, tem gente que vai contestar a atitude do moleque.
Mas é um fato: personagens negros foram, e ainda são, representados de uma forma “caricata”. Todos iguais, todos exercendo a mesma função.

Procurado pelo EXTRA, Maurício de Souza comentou a atitude do moleque:

“O menino Cleidison tem razão a partir de sua visão do mundo e do meio. Por que os personagens das historinhas que ele lê não têm a mesma cor de sua pele? E corajosamente ele os traz mais para perto de si e dos seus colegas afrodescendentes simplesmente usando lápis de cor.

Saída criativa e carinhosa”

Achei belíssima a atitude do garoto. Fica a reflexão.

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