Show Me a Hero: David Simon de volta pra falar sobre segregação

Criador de The Wire se une mais uma vez a HBO pra contar várias histórias dentro de uma

18 de agosto de 2015

No começo do século XXI, enquanto David Chase entrava com os dois pés na porta da casa da família tradicional americana com Tony Soprano e seus excessos, outro David contava uma das histórias mais bem escritas e com os pés no chão já mostradas na TV. Era Simon e The Wire, série que ficou no ar entre 2002 e 2008 e foi o maior cavalo de tróia já feito desde a Grécia antiga.

David Simon apresentou uma série policial em uma época onde o espectador médio queria ver grandes detetives prendendo bandidos, eram os tempos pós 11 de setembro e o povo americano precisava do heroísmo mascarado em shows de tv. Porém The Wire foi o maior experimento social em frente as câmeras e mostrou que Simon era, além de showrunner e roteirista, um jornalista a fim de mostrar todos os lados de uma moeda.

Essa fixação de Simon por dar rostos para suas histórias também aconteceu em Treme, série que narra os acontecimentos pós Furacão Katrina em Nova Orleans. Enquanto The Wire saia em busca dos personagens das ruas e departamentos policiais de Baltimore, Treme era mais uma declaração de amor a um povo que tanto se orgulha de suas raízes e estavam prontos pra superar uma tragédia.

Toda essa introdução serve pra você se localizar quando ouve “uma série de David Simon” e ter consciência que está prestes a assistir uma provável obra prima. Show Me a Hero é o retorno de Simon a sua casa, a HBO, ao lado um elenco fortíssimo pra contar uma história real sobre segregação e planejamento urbano que aconteceu na cidade de Yonkers, Nova York, no final da década de 80.

No papel de Nick Wasicsko temos o sempre excelente Oscar Isaac, que em 2015 fez questão de estar em praticamente todos os filmes. Pense no agente bom desse cara… Não deu outra: está excelente no papel do recém empossado prefeito de Yonkers que precisa resolver a questão de moradia antes que a cidade se divida e isso se torne um problema de proporções épicas.

Oscar Isaac e David Simon

Tudo começa quando um juiz determina a construção de casas para a população de baixa renda em locais onde vivem pessoas de classe média/alta. Obviamente tais moradores não querem esses “intrusos”, alegando que não tem nada de racismo, é apenas uma questão de justiça e blá blá blá.

O então atual prefeito não consegue entrar com uma ação para invalidar a decisão do juiz, e ao concorrer a reeleição pela sétima vez, acaba sendo derrotado pelo jovem Nick Wasicsko (então vereador). É assim que começa Show Me a Hero e David Simon começa a colocar a mão na massa, para ao mesmo tempo que essas questões políticas são debatidas, nos apresentar outros personagens, aqueles que serão realmente atingidos por essas decisões. Mães, filhos, trabalhadores e claro, traficantes e polícia.

Questões raciais, segregação, imigração hispânica (que quase foi tema de uma das temporadas de The Wire), jogo político. Show Me a Hero será uma minisérie de seis episódios e tem tudo pra ser uma das grandes estreias de 2015. Afinal, não é sempre que temos uma mente tão brilhante e consciente como a de David Simon nos pegando pela mão e conduzindo pelos becos que poucos tem a coragem de pisar.

Vivendo a paranoia de Elliot em Mr. Robot

eps1.7_wh1ter0se.m4v (S01E08) nos coloca pra viver a paranoia de Elliot

18 de agosto de 2015

Mr. Robot chegou ao seu auge nesse S01E08 no que facilmente pode ser um dos melhores episódios em séries no ano. A maneira como tudo foi conduzido até a possível (e esperada?) revelação do plot deixou uma legião de fãs a beira da paranoia. Não que nessa altura do campeonato ser pego de surpresa importe, mas a maneira como tudo aconteceu… porra, foi do caralho.

Na reta final de sua primeira temporada, Mr. Robot já pode ser coroada como uma das grandes estréias de 2015, talvez a mais corajosa entre todas, já que outras novidades desse glorioso ano como Better Call Saul e Demolidor carregavam, querendo ou não, um certo background de qualidade (Breaking Bad e Marvel). Já a série do canal USA chegou apenas com o peito e a coragem.

O mais incrível desse momento chave na série sem dúvidas é como fomos surpreendidos por algo que já esperávamos. Ou não, a internet está tomada por teorias e a mente de Elliot sem dúvidas é a mais estudada há anos. O que realmente aconteceu de fato nesse episódio só saberemos em uma possível grande sacada de season finale, aquele ao melhor estilo Homeland quando Carrie se lembra de um fato importante antes de apagar. PQP!

É impossível esquecer o trabalho incrível de fotografia e trilha sonora. Por mais que você tente, o clima de tensão não sai do seu cérebro. Mesmo em situações banais tudo fica muito estranho e difícil de distinguir o que é real ou mera alucinação. Aliás, existe alguma alucinação mesmo? Estamos sendo levados a acreditar nisso? Ou melhor, nós queremos acreditar nisso? Existe alguma evidência?

Cara. Minha cabeça dói.
A cena no espelho foi espetacular, e várias faces de Elliot revelam muitas máscaras. E o mais bacana, o quarto rosto de cima pra baixo, da esquerda pra direita, é do próprio criador Sam Esmail.



Enquanto a season finale começa a se desenhar (o fim da Evil Corp está próximo?), Mr. Robot já não precisa provar mais nada. Rami Malek conseguiu dar vida a um personagem totalmente original e terrivelmente misterioso. E se a vida é realmente como o próprio Elliot diz, que “todos vivemos nas paranoias dos outros“, posso dizer que hoje eu vivo a paranoia de Elliot.

Se depender das montagens da internet, Ronda Rousey é oficialmente a Capitã Marvel

Fã é com tempo livre sempre resulta em coisas divertidas

17 de agosto de 2015

A internet parece ter elegido de vez sua candidata favorita ao papel de Capitã Marvel, filme que estréia nos cinemas em 2018 e marca o primeiro longa com super heróis da Marvel protagonizado por uma mulher. Ronda Rousey, a rainha do UFC, se tornou a grande musa dos fãs da personagem.

É claro que não existe nada oficial e todos nós sabemos que as chances disso acontecer são nulas, mas porque não imaginar e colocar no papel tal sonho? Em uma sessão de perguntas e respostas, Ronda falou sobre seu lado nerd e deixou todo mundo apaixonado pela mina que colocou a Bethe Correia pra dormir.

Fã de Pokémon, Ronda chegou a moderar um fórum de discussões sobre o assunto. Ela que também arrisca a carreira de atriz, disse que se pudesse escolher um personagem pra interpretar no cinema, seria a Capitã Marvel. Pronto, foi o que bastou pra internet colocar a mão na massa e fazer diversas artes dela vestindo o manto da heroína. A própria Ronda chegou a postar essas imagens em sua conta oficial no instagram:

HAHAHAHA… ela realmente entrou na brincadeira. São poucos que conseguem ser tão íntimos assim do público.
Ai depois você pergunta porque os brasileiros não torceram pra Bethe… porra, quem consegue torcer contra a Ronda em qualquer ocasião.

E bom, se a Nana Gouvêa pode ser uma cientista que salva o mundo de zumbis, a Ronda pode ser a Capitã Marvel.

O mundo que Velcoro, Ani, Paul e Frank mereceram em True Detective

Todos tem o mundo que merecem

13 de agosto de 2015

Foi em uma conversa com Ani no segundo episódio que Velcoro diz a frase que sintetiza essa temporada. Ao falar sobre empresas que buscam no distrito de Vinci incentivos fiscais e principalmente mão de obra imigrante e barata, Ani pergunta a ele se essas coisas não o incomodavam. Então, em uma maneira de tirar das costas o peso de se preocupar com outros, Velcoro diz:

Acho que temos o mundo que merecemos

E no segundo ano de True Detective, Nic Pizzolato nos mostrou que o mundo que seus quatro protagonistas mereciam, nem de longe era dominado por lindos dias ensolarados e esperançosos. Ao contrário de Rust e Cole que ao final do primeiro ano chegaram a conclusão que as luzes estão vencendo a escuridão, Ray, Frank e Paul infelizmente viram suas luzes se apagarem, e Ani precisa se esconder para um dia, quem sabe, ver a tal vitória sobre as trevas.

Com uma temporada corajosa por sair completamente da sombra do primeiro ano, True Detective mais uma vez nos convidou para mergulhar no submundo que é a consciência humana, explorar seus medos e fraquezas, também testar limites e mostrar até que ponto um homem aguenta antes de quebrar.

Em um momento da tv onde a mediocridade virou padrão de consumo e diálogos fáceis, tramas simples e soluções rápidas são a melhor saída pra garantir bondosos elogios de tuiteiros, True Detective navegou por águas difíceis, levou o espectador a pensar um pouco, tirou o doce da boca e serviu alguns legumes.

O fato de muitos se perderem em meio a tantos desdobramentos de um crime que parecia simples, fez com que mais uma vez o foco do principal produto de True Detective fosse desviado. Não importa quem matou Caspere, tanto que ao final, a investigação nem ao menos chegou ao fim. O que interessa na obra de Pizzolatto são seus personagens, que agora são quatro e precisam de um talentoso roteirista pra conduzir em apenas 8 horas de show tantas histórias. E pra isso não faltaram momentos de conversas em uma mesa qualquer…


Velcoro, Ani, Paul e Frank… afinal, qual foi o mundo que eles mereceram?

Brilhante na atuação, Collin Farrell nos apresentou Ray Velcoro, um policial que é o retrato da nova era de anti heróis da tv. Perturbado, violento, pronto a romper aquela barreira que separa homens bons de maus, Velcoro também é um pai amoroso e um homem que fez a justiça que o mundo lhe proporcionou. Sua jornada foi uma das mais belas de 2015 e aquele choque no primeiro episódio, quando ele promete ao garoto que vai estuprar o pai na frente da cabeça da mãe, contrasta de uma maneira incrível com o pai desesperado, a beira da morte, que só quer enviar uma mensagem ao filho.

Ani foi um personagem forte. A policial incorruptível, disposta a sangrar até a última gota para solucionar um caso, descobriu em sua reta final que os braços de alguém pode fornecer carinho. O passado que ela tentou esconder a todo custo, segue como uma sombra maldita, mas felizmente, Ani agora tem a chance de recomeçar. O mesmo não se aplica a Paul que teve um papel quase secundário devido as belíssimas atuações de seus parceiros de tela.

Ao contrário do que se espera, Pizzolatto não nos mostrou de onde vinham suas queimaduras, sua relação difícil com a mãe, seus problemas emocionais… aquela tensão que se criava não precisava de soluções. E isso incomoda muita gente. Como assim você não vai me contar? Não precisava. Assim como Paul, Frank incomodou. E muito. Talvez porque na era de Heisenberg ninguém mais aceita ver um bandido fracassar.

Vince Vaughn teve uma missão nada agradável. Frank Semyon ao contrário do que muitos pensaram, nunca foi um gangster/mafioso/bandidão intocável e poderoso. Longe disso. O próprio Frank se resume com aquela que pode ser a grande fala desse ano:

Eu nasci do lado errado de uma guerra de classes

Frank nasceu do lado errado, mas precisava sobreviver. Era um canhoto vivendo em um mundo de destros. Sua queda foi lenta e prova que na guerra do submundo, ou você vence ou você morre (Cersei <3). Frank não serviu pra bandido e talvez foi o personagem mais humano de True Detective. Ao consolar o filho do amigo morto, ele demonstrou um lado que ninguém quer ver em um cara malvadão.

Sua caminhada final foi um momento inesquecível. A facada que levou por se rejeitar a entregar seu casaco (mesmo depois de entregar 1 milhão de dólares) mostra exatamente o que é Frank: o sujeito agredido o tempo, todo desde que nasceu, mas que também tem seus limites. A facada até que demorou.

Frank achou que sabia o que estava fazendo o tempo… nunca soube. Sua morte foi uma derrota daquele garoto desacreditado pelo pai, caçoado pelos amigos, enganado nos negócios, humilhado no crime. Frank, você já caiu a muito tempo… basta olhar pra trás e ver seu próprio corpo.

O segundo ano de True Detective encerra e já deixa no ar a próxima história que Pizzolatto irá nos trazer em 2016. É preciso valorizar esse tipo de ousadia cada vez mais esquecida. Cada um tem o mundo que merece… espero que no meu tenha mais Pizzolattos brincando com a minha mente, me deixando confuso e ofegante de tensão.

E Caspere? Bem… quem se importa afinal?

Ah não… Um Maluco no Pedaço pode ganhar um reboot!

PARA QUE VIROU BAGUNÇA JÁ

13 de agosto de 2015

É chover no molhado falar mais uma vez que estamos na era dos remakes/reboots. Não só no cinema, mas também na tv, games, quadrinhos e tudo mais. É como se fosse uma crise criativa e os caras fossem nos arquivos da firma pegar alguma coisa e falar “que tal trazermos isso de volta?“. E agora parece que chegou a vez de um dos seriados mais amados da década de 90.

The Fresh Prince of Bel-air ou como a gente ama chamar Um Maluco no Pedaço, foi exibido entre 1990 e 1996 e trouxe para o estrelado Will Smith, que se tornaria um dos atores mais bem pagos de Hollywood.

Eu não aceito outro Tio Phill :~

A série chegou no Brasil pelo SBT e fez tanto sucesso que até hoje, volta e meia, é reprisada e garante bons números de audiência. A história de um garoto pobre que vai morar com os tios ricos é leve, engraçada e cheia de momentos inspiradores e emotivos. De fato, não é algo que a gente esquece com facilidade.

Eis que o site especializado TVLine publicou uma matéria com exclusividade, onde afirma que um reboot do seriado está andamento. Segundo informações, o retorno de Will pra tv terá o mesmo tom da série clássica dos anos 90, mas, obviamente, reimaginada para a nossa década. Claro: será com outro ator mirim, hehehe.

Quem estaria como produtor executivo é o próprio Will Smith e sua produtora Overbrook Entertainment está finalizando um roteiro.

O que posso dizer? Mais desnecessário que isso só mamilos em homens. Um Maluco no Pedaço não é a primeira série a ser resgatada da nossa memória e ganhar “nova roupagem”. Clássicos como Três é Demais e Arquivo X logo estarão de volta, sem mencionar que séries recentes também estão voltando, como Prision Break e Heroes. Ah, não vamos esquecer que o presidente da Showtime disse que Dexter pode voltar… reflita.

Não pra saber quanto tempo irá durar essa mania de reboot, mas certamente um dia iremos olhar pra trás e lembrar desse momento de apagão criativo. A nós, resta torcer pra que acabe logo essa farra.

9 cenas dos trailers de Quarteto Fantástico que não aparecem no filme

Ainda na polêmica de Quarteto Fantástico, é hora de contar quantas cenas foram cortadas da versão final

12 de agosto de 2015

Quarteto Fantástico é de longe o filme com super heróis mais polêmico dos últimos anos, talvez, o maior de todos. Bombardeado pela crítica, fracasso de bilheteria, a nova tentativa da FOX de trazer pra “Era de Ouro” das adaptações de quadrinhos o primeiro grupo de heróis da Marvel, vai deixar na memória do público um momento bastante estranho e confuso.

Problemas envolvendo produção, orçamento, diretor, elenco e tudo mais que você possa imaginar (até o cachorro do Josh Trank causando prejuízo pro estúdio), Quarteto Fantástico sofreu com cortes e refilmagens às vésperas de chegar ao cinema. Boatos que Matthew Vaughn teria sido chamado de última hora para modificar o final, Josh Trank jogando a toalha e criando atritos… foram tantas coisas que fica difícil resumir.

Mas hoje vamos falar de algo bem nítido pra quem já viu o filme: uma cacetada de cenas que estão nos trailers simplesmente não existe na versão final. O site Joblo reuniu alguns desses momentos e a gente vai comentar aqui.

Ben Grimm / Coisa

Começamos com Ben. A julgar pelas diversas cenas que aparecem nos trailer, teríamos um pouco mais de sua vida pré acidente mostrada. Como ele jogando baseball na faculdade (?) e no ferro velho de sua família.


Depois várias cenas dele já transformadas no Coisa somem. Segundo o site, uma dessa cena seria uma das grandes três sequências de ação no filme, que no final foram diminuídas para apenas uma. A cena em questão iria envolver o salto do avião e uma batalha com alguns bandidos. Parece que seria a melhor do filme…


Pra fechar, aquela em que ele se prepara pra dar uma porrada no Dr. Destino. Eu realmente achei ter visto, mas ela não está no corte final.

Teria o Coisa sido o personagem mais afetado pelo corte de orçamento?

Johnny Storm

Logo após se acidentar de carro e ser obrigado pelo pai a trabalhar no laboratório, Johnny demonstra uma extrema habilidade com mecânica e montagem dos aparelhos. Essa habilidade seria mostrada no filme com ele arrumando seu carro antes da corrida.

Outro momento que ficou de fora é quando Johnny toca um dos funcionários mortos pelo Destino. Também segundo o site, a primeira versão seria com o Quarteto chegando lá após os ataques do vilão. Johnny então veria os corpos e entraria em chamas.

Outro mistério envolvendo Johnny é a respeito do seu destino final dentro do filme. Ele morreria e uma cena do trailer mostra o momento que Sue chora olhando pro seu corpo. Parece que resolveram não matar o personagem devido a carreira em ascensão de Michael B. Jordan.

Pra fechar, existe um momento no trailer em que ele aparece voando ao lado de Sue e destruindo os pilares construídos por Destino. Na versão final apenas o Tocha aparece destruindo.

Reed Richards

Pra fechar, a cena em que mostra Reed Richards conversando com o corpo carborizado do Destino. No filme quem conversa com ele é o Dr. Allen.

Bom, esses foram apenas ALGUNS momentos que provam a confusão que envolveu esse filme.
É mole ou quer mais?

Inserindo o universo de Star Wars na abertura de True Detective

Como seria se o clássico de George Lucas tivesse uma abertura melancólica como de True Detective?

12 de agosto de 2015

Aberturas de séries são um show a parte. Entre minhas favoritas está a clássica de Sopranos, onde Tony passeia de carro por Nova Jersey e termina no tedioso bairro suburbano onde mora. Como o próprio David Chase explicou uma vez “Boa notícia: a luz no fim do túnel. Má notícia: é Nova Jersey“. Ao som de “Woke up this morning” ali naqueles 1:39min você consegue se situar dentro da história.

Outra que entrega o que está por vir é Orange Is The New Black, que de cara, já te mostra a diversidade de mulheres que a série irá mostrar. Todas as cores e vaidades. É linda. E a música da Regina Spektor… demais!

Mas a abertura que realmente conquistou um número enorme de fãs pela sua beleza e poesia é a de True Detective. Ao som de The Handsome Family (primeira temporada) e Leonard Cohen (segunda temporada), as sequências de abertura já se tornaram icônicas e marcas registradas da obra de Nic Pizzolatto. Está tudo ali…

E como tudo que crava seu nome na cultura pop, a abertura de True Detective já ganhou diversas paródias (até apareceu em programa político do PT). A da vez é Star Wars e sua ópera especial ganhando o tom melancólico que a gente tanto ama na série:

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