O cinema de Stanley Kubrick: artistas re-imaginam sua obra

60 artistas se unem para recriar em posters as obras do diretor

17 de setembro de 2014

Stanley Kubrick é um gênio. Simples assim. Não existe palavra melhor para definir o cara que mudou o cinema com sua visão perfeccionista em guiar uma câmera. Sua lista de filmes é de dar inveja pra qualquer diretor. Entre suas obras estão filmes definitivos, divisores de água, como “2001 – Uma Odisseia no Espaço” (melhor filme já feito), “Laranja Mecânica” e “O Iluminado“.

Se você não conhece o trabalho de Kubrick, sinto muito, você está perdendo O MELHOR DO CINEMA. Um homem a frente de seu tempo, que influenciou um legado de diretores como Scorsese e Steven Spielberg, só pra citar dois.

Kubrick nos sets de “2001“, de 1968, um ano antes do homem pisar na Lua. Os efeitos especiais usados no filme foram tão assombrosos pra época, que muitos acharam que a caminhada lunar de Neil Armstrong não passou de uma encenação dirigida por Kubrick

Recentemente, 60 artistas se reuniram para reimaginar a obra do diretor em uma exposição na Spoke Gallery em San Francisco. Da uma olhada em algumas dessas artes, que estão espetaculares. E que elas te ajudem a se interessar mais pelos filmes do mestre Kubrick =)

Minecraft valeu os 2,5 bilhões de obamas pagos pela Microsfot? Claro!

Microsfot pagou caro pelo estúdio Mojang, criador do jogo. Valeu a pena?

17 de setembro de 2014

Sou uma dessas pessoas que cai de pau em Minecraft, acusando de ser um game estúpido e para criança. Claro que grande parte do discurso é exagerado, só pra pegar no pé da moçada que se leva a sério demais. Mas o fato é que Minecraft é um dos maiores fenômenos dos últimos anos, e diretamente ligado ao sucesso estrondoso da geração de games no youtube.


Da pra medir em números o sucesso de Minecraft? Da sim: é o terceiro jogo mais vendido da HISTÓRIA, com 54 milhões de cópias. Atrás apenas de Tetris e Wii Sports. A molecada adora, adultos estrapolam os limites e recriam cidades e mundos inteiros. O game é, de fato, algo a ser levado a sério.

E foi. A Microsoft comprou o estúdio Mojang por 2,5 bilhões de dólares nessa semana. E claro, muita gente alegando que uma empresa com mais de 30 anos de mercado fez um mau negócio. Ou no mínimo, investiu em uma febre passageira. Mas o fato é que a Microsfot não investiu em um produto, mas sim em um fenômeno do mundo pop, já que o game já superou a barreira dos games (hoje mesmo estive em uma loja de action figures cheia de brinquedos inspirados no game).

Segundo a Mojang, 40% das vendas do Minecraft são para mobile, ou seja, a Microsoft tem um forte aliado para o seu Windows Phone. Se Minecraft é um febra que está demorando pra passar, ou a saída de seu criador possa influenciar em alguma coisa, só o tempo dirá. O conceito básico do game é a liberdade, algo que sua nova dona não gosta muito… resta saber quem irá assustar mais os fãs: creepers ou as limitações da empresa do Bill.

E taca-le pau nos gameplays!

2014 e os melhores filmes de herói

Vamos fomentar esse debate

16 de setembro de 2014

Não sei se é de conhecimento de todos aqui, MAS o Amigos do Fórum está oficialmente no youtube. Buscando território. Explorando novos ambientes.

Agora, além do nosso VIDEOCAST SEMANAL, você pode se INSCREVER em nosso canal e acompanhar esse blogueiro que vos fala, usando de todo seu caipirês e péssimo inglês, pra falar dos assuntos que vocês já estão acostumados aqui no blog.

É importante lembrar que nem todos os vídeos serão postados aqui no blog, por isso é importante você…

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Um ano de “Ozymandias”, o episódio definitivo de Breaking Bad

"Meu nome é Ozymandias, rei dos reis"

15 de setembro de 2014

Era 15 de setembro de 2013, há exatos 365 dias, quando o episódio definitivo de “Breaking Bad” ia ao ar, e marcaria pra sempre o peso dessa série na vida dos fãs. Recentemente premiada com 4 Emmys pelo episódio, o Amigos do Fórum não poderia deixar essa data passar em branco.

O episódio começa com Walter e Jesse cozinhando. Dentro da linha do tempo da série, a cena aconteceu lá pela primeira temporada. Temos aquele conhecido diálogo entre o tiozão Walter e o menino maloqueiro Jesse. Porém, quando a cena corta para o tempo atual, percebemos foi nesse lugar que Walter resolveu enterrar seus 80 milhões de obamas, e onde acabou caindo na emboscada de Hank.

O roteiro brinca com isso novamente, traçando esse paralelo entre os primeiros acontecimentos até o inferno na Terra que se tornou a vida de Walter, em uma cena pouco notada pelos fãs: Walter, ao empurrar seu galão de dinheiro, passa por uma calça… Olha a genialidade da obra: a calça, nada mais é, que aquela que voa do trailer logo nos primeiros segundos do S01E01.

É interessante o roteiro nos lembrar, mesmo que por poucos minutos, como tudo começou e depois socar em nossa cara a impressionante evolução dos personagens durante 5 temporadas. Ali começou, ali terminou. Walter perde nada menos que TUDO nesse episódio: o parceiro de negócios, o cunhado, a esposa, o filho, seu império e grande parte de sua grana.

Outro ponto importante nesse episódio, é a maneira como brincam com o soneto de “Ozymandias“, que deu nome ao episódio. O soneto fala de um rei arrogante. No soneto, esse rei está caído ao cão, com metade de sua face afundada na areia. Referência total a Walter, que no alto de seu ego, se viu ao chão, destruído.

A cena onde Walter, ao telefone, tem um ataque de fúria ao falar com Skyler, foi tão bem escrita e dirigida, que quase não percebemos a real intenção dele: não fazer de Skyler, sua cúmplice (livrando o pouco que sobrou de sua destruída família de maiores sofrimentos). Esse episódio reúne toda a genialidade de seus diretores e roteiristas, ao resumir em apenas 50 minutos tudo aquilo que a série nos mostrou ao longo de 6 anos.

“Ozymandias” é o melhor episódio de Breaking Bad. Pra mim, o melhor episódio de série já feito. Nada, absolutamente nada, me impactou tanto assim. Foi cruel ver Hank morrendo, cruel ver aquilo acontecendo com Jesse, cruel ver Walter Jr., que tanto idolatrava o pai, precisando tirá-lo de cima da mãe. Tudo aquilo que Walter temeu durante 5 temporadas, aconteceu em apenas 50 minutos. Jamais será esquecido.
Pra fechar, deixo com vocês a canção “Take My True Love By The Hand“, trilha sonora do episódio:

“Pulp Fiction”, a BOMBA ATÔMICA do cinema

20 anos depois, o estrago ainda é sentido

15 de setembro de 2014

Quando um negro é estuprado por dois brancos sadomasoquistas num porão de uma loja de armas, em um filme distribuído pela Disney, percebe-se que uma bomba atômica estava prestes a explodir e pouca coisa ficaria em pé. Extremamente violento, com uma linha do tempo distorcida e muito bem montado, Pulp Fiction – Tempo de Violência é, de longe, o filme mais influente dos anos 90.

O filme mais influente da década de 90

O roteirista e diretor Quentin Tarantino, que dividiu o Oscar com outro maluco, Roger Avery, arremessou a tradição da linguagem disparatada, ritmica e prolixa dos textos de David Mamet a patamares inimagináveis da cultura pop.

Os ingredientes do que eu chamo de “bomba atômica de Tarantino” incluía filme de gangsters, de crimes e noir completamente misturados com a violência absurda dos quadrinhos, vídeo games e animação japonesa. E o recipiente era estruturado com a fragmentação de filmes clássicos experimentais como Cidadão Kane (Citizen Kane), Rashomon e La Jetée (curta metragem dos anos 60 que inspirou diretamente Os 12 Macacos, de Terry Gilliam – tem no YouTube, veja). O potencial de destruição era inimaginável.

Pulp Fiction entrelaça três histórias, uma delas que arremessou definitivamente Samuel L. Jackson para o primeiro time de estrelas de Hollywood e sozinha deu um reboot na carreira de John Travolta. O texto contava a história de dois capangas que filosofavam sobre nomes franceses de fast food americano e citavam a Bíblia durante o trabalho. Outra era sobre um boxeador (Bruce Willis) nitidamente inspirado em personagens de filmes noir dos anos 40, talvez o único não vilão da história, que em determinado momento atropela violentamente o espectador e o transporta para dentro de um desenho animado insano adulto sadomasoquista com cenas que ninguém imaginaria em um filme da Disney.

Pois sim, a Miramax era o braço independente da Disney.

No texto de Quentin Tarantino nada é gratuito

E a terceira (ou segunda, ou primeira, tanto faz) era uma história de romance entre um capanga e a mulher do seu chefe em que tudo vai da situação perfeita ao inferno em uma cena. É uma mistura improvável de humor, musical e terror dentro de um filme de gangsters. No texto de Quentin Tarantino nada é gratuito. Há um método por trás dele e tudo é magistralmente amarrado e nem todo mundo percebe. Um ótimo exemplo é a citação da famosa passagem do livro de Ezequiel feita por Jules antes de atirar no sujeito que come um Kahuna’s Burger. A cena é reconhecida como uma das máximas do cinema, mas quando o personagem cita novamente a passagem em um momento de decisão maior da sua vida ninguém percebe.

Jules não atira nos assaltantes na lanchonete como atirou no sujeito que roubou Marcelus Wallace pois seu objetivo mudou: o tiro que ele não dispara acerta a sua própria vida. Tarantino desmontou o personagem, tirou o terno que o caracterizava como capanga e o mandou pra casa de bermuda florida e chinelo. Genial. Tamanha profundidade em um filme aparentemente superficial carregado de violência e vilões era surpreendente. A destruição de certos pilares estéticos de Hollywood era inevitável.

“Mamãe, eu preciso ser Quentin Tarantino

A partir daí a onda de choque da bomba atômica de Tarantino havia arremessado o consumidor de cinema para uma zona em ele aceitaria violência e diálogos como algo natural e isso criaria uma legião de diretores e roteiristas wannabes.

Quentin Tarantino e Roger Avery inauguraram um subgênero, e a lista de filmes inspirados pela linguagem criada por eles é interminável. 20 anos depois do lançamento de Pulp Fiction e vira e mexe sai um novo filme com inspiração direta nele, como o recente O Conselheiro do Crime (The Counselour), de 2013. Certos diretores conseguiram alavancar a carreira graças ao sucesso de Pulp Fiction, seja por méritos próprios ou por receber a radioatividade da bomba atômica de Tarantino. Memento, filme experimental de Christopher Nolan e Os Suspeitos (The Usual Suspects), único filme bom da carreira de Bryan Singer, são exemplos diretos dessa influência.

Até o talentoso diretor inglês Guy Ritchie, mais conhecido como ex-marido da Madonna, fez carreira copiando fielmente o estilo tarantinesco com Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes (Lock Stock and Two Smoking Barrels), Snatch: Porcos e Diamantes e Rock’n Rolla.

O truque da grandiosidade dessa obra de Tarantino está nos detalhes. A genialidade de Tarantino está em se colocar no papel do espectador e fazer o filme que ele quer assistir. Isso é honestidade, coisa rara em Hollywood nos dias de hoje. O cinema em geral teima em usar o texto para explicar detalhadamente a história do filme para o espectador não precisar pensar. Tratar o espectador como um idiota e entregar um texto para idiotas reduz substancialmente as chances de errar, mas não empolga.

A fórmula secreta de Hollywood para fazer uma bomba (com a esperança de que ela faça barulho, mais do que estragos) é colocar um texto fácil e envolvê-la com muitos efeitos especiais para disfarçar os problemas. E essa bomba é popularmente conhecida como “blockbuster”, ou arrasa-quarteirão.

Pois é. Enquanto Hollywood não consegue destruir nada além de um quarteirão com queijo, Tarantino acendeu o pavio de uma bomba atômica que alterou a realidade do cinema dos últimos 20 anos. E sem usar efeitos especiais.

Zed’s Dead, baby. Zed’s Dead.

Texto de autoria de Castrezana, o Nerd Rabugento

EITA MESMO! Giovanna do Forninho virou personagem de MANGÁ

Vocês perderam os limites

15 de setembro de 2014

Giovanna do Forninho é simplesmente o melhor viral de 2014 (porém o vídeo original é de 2013). Você pode encaixar a palavra “forninho” em qualquer situação, basta usar sua imaginação zuera never ends internética.

MAS a parábola do Forninho foi longe, looonge demais e caiu em uma mídia famosa por criar possibilidades ilimitadas. Como a história de uma garota que se apaixona pelo Forninho Senpai. Sim, estou falando de Giovanna em Mangá.

Meu deus a internet… ela não tem limites.
Bom. Melhor que “A Lenda do Santuário” é pelo menos…

Via

Hoje é Dia do Cliente na @garagemkorova e tem camiseta TDK pra você

Camisetas em até 30% OFF. É HOJE CARAS!

15 de setembro de 2014

Não é de hoje que recomendo as camisetas da KOROVA para os amigos do fórum. Uso e confio, basta dar um rolê pelo meu instagram ou acompanhar o VIDEOCAST. E como boa parceira, a KOROVA sempre me procura pra divulgar pra vocês descontos especiais que sempre ocorrem.

No calendário, hoje é 15 de setembro, DIA DO CLIENTE. E como cliente e amigo do fórum tem sempre bom gosto, a KOROVA está com descontos de até 30% OFF em camisetas e moletons.

KOROVA: toda loja em até 30% OFF

MAS claro, não é só isso. A KOROVA preparou um presente pra vocês: uma camiseta The Dark Knight! Não é sorteio, vamos DAR a camiseta para o amigo do fórum mais criativo na resposta:

Qual a situação mais BIZARRA você já passou como cliente?

A resposta mais criativa leva uma camiseta.
Ah, claro, não deixe de conferir o estoque da KOROVA que tá cheia de camiseta FODA! É sério!

UPDATE: o vencedor da promo foi o amigo Roger Santos com sua triste história do VIDEOGAME QUE ESTRAGA TV:

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