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A Batalha dos Bastardos: o dia que Game Of Thrones entrou pra história da televisão

19 de junho de 2016

19 de junho de 2016

Game Of Thrones, 59 episódios depois: a história foi feita. Daqui há 50 anos quando falarem sobre televisão, irão se lembrar da Batalha dos Bastardos. A adaptação da obra de George R.R. Martin divide agora com Sopranos, Breaking Bad, Mad Men, The Wire e outras produções o Olimpo da televisão. Hoje a cultura pop se curvou diante dessa espetacular série.

A Batalha dos Bastardos não é apenas um acontecimento dentro da própria série, mas sim em tudo que a gente conhece como tv, streaming, séries, bons conteúdos, carinho e respeito. É um episódio que cria lendas.

O sexto ano de Game Of Thrones soube como poucos criar uma expectativa que foi tão bem recompensada, que agora, parece que tudo estava claro desde o início. Alguns duvidaram do que a série poderia entregar depois da sequência de três episódios onde as peças se moveram lentamente. Alguns acharam que os livros iriam fazer falta. Alguns acharam que depois de tantos anos, Game Of Thrones não saberia mais empolgar…

A Batalha dos Bastardos declara a morte de todos aqueles que um dia ousaram duvidar de Game Of Thrones. Esse S06E09 é o maior episódio em todo a série. Maior em números de produção, em momentos épicos, em direção, em tudo. Foi uma ópera nunca antes vista.

Como se não fosse suficiente o choque entre Jon Snow e Ramsay Bolton, Game Of Thrones ainda reservou a glória para suas mulheres. Sansa Stark se vingou. Vingou seu corpo, sua família, sua casa. Tudo que tiraram da pobre garota que deixou Winterfell adornada em inocência e luxosos vestidos, foi devolvido com sangue.

Daenerys cortou os céus Meereen acompanhada de seus três filhos, que voaram e lembraram mais uma vez o mundo que onde dragões batem asas, ninguém pode reinar além de sua mãe. A Nascida na Tormenta deu uma demonstração mínima de seu poder máximo. Westeros acha que viu uma guerra? Por favor.

19 de junho de 2016. O dia que Game Of Thrones entrou para a história da televisão.
Obrigado.

Suas palavras desaparecerão, sua casa desaparecerá, seu nome desaparecerá, as memórias sobre você desaparecerão

Mentiram pra você sobre Orange Is The New Black

"é uma série de lésbica", "é uma série pra mulher". Nada disso

19 de junho de 2016

Hoje você conta os dias pela próxima produção original do Netflix, faz memes, piadinhas, maratona tudo de uma vez quando chega. Mas há três anos era diferente, esse relacionamento ainda estava sendo construído, tanto aqui quanto lá fora. House Of Cards tinha feito sua estréia arrebatadora no início do ano, e em julho estreava Orange Is The New Black. Um drama político e uma comédia com doses de drama (ou seria drama com doses de comédia?). Nasciam ali as duas estrelas do Netflix.

House Of Cards encantou fácil seus espectadores. Uma série com Kevin Spacey, mostrando os bastidores da política, com jogos de influência, piscadinha pra tela. Não tinha como não gostar daquilo. Já Orange Is The New Black tinha uma proposta diferente. Seria uma série mais leve, porém com temas mais próximos de nós meros mortais. Na prisão de Litchfield estariam mulheres. Mulheres de verdade.

Já em sua abertura era possível notar os diferentes tons de pele, de gênero, de peso. Orange Is The New Black apresentava seus personagens com um toque bastante humano, e de uma maneira natural (como de fato são) tratava de temas “espinhosos” como identidade de gênero, homofobia, transfobia, machismo, relacionamentos abusivos, aborto, libertação das mulheres (a cadeia não foi escolhida como cenário de graça).

Mas também tocava em assuntos mais cotidianos, como família, amizade, saudade, arrependimento e punição. Eram pessoas comuns se relacionando e vivendo situações comuns. Orange Is The New Black avançava como uma promessa, conquistava mais e mais fãs, e claro, com isso, acabou criando seu próprio clube de admiradores.

Há quem diga que determinada banda até que é boa, o que estraga são os fãs. Parece que o universo das séries anda vivendo esse drama. Todo esse lance de shippar, criar fandons etc, cresce a cada dia. Geralmente quanto pior a série, maior o número de shippadores, quanto mais vazia, maior o fandom. Mas com Orange Is The New Black acontece o oposto. É uma série necessária para os nossos tempos, que ensina lições valiosas sobre diferenças. Mas muita gente cai no conto do fandom

Assim como House Of Cards não é sobre política, Orange Is The New Black não é sobre cadeia cheia de criminosas. É sobre pessoas, mas principalmente sobre ser mulher. Ao colocá-las dentro de uma prisão, Orange Is The New Black tira todos os adornos e caricaturas que já se presume que tenham. O equilíbrio perfeito entre humor e drama, transforma cada uma daquelas detentas em verdadeiras lições de vida. Há muito mais ali que simplesmente a terrível missão da Piper em sobreviver em um ambiente hostil.

É uma série de personagens e histórias. Cada um tem seu valor, seu momento, sua importância. Assim como David Simon transformou Baltimore em um personagem vivo, a prisão (mais como ideia do que física) é a protagonista em Orange Is The New Black. Afinal, o que significa SER e ESTAR livre? É isso que está sendo contato, temporada pós temporada.

Não deixe de assistir. Não deixe de absorver as histórias. Não deixe de ver Orange Is The New Black.

Desisti de Hannibal na terceira temporada

Terceira temporada começa MUITO RUIM. Quero ter boas memórias da série

17 de junho de 2016

Realmente me diverto nos cinemas. Às vezes assisto a uns filmes tão ruins quanto café gelado, mas se por um motivo ou outro ele foi honesto no que prometeu entregar, tudo bem, valeu o ingresso. Porém não tenho essa mesma paciência com séries de tv. Ou ela é no mínimo boa, ou largo mão sem pensar duas vezes. Não tenho paciência pra série ruim, mas que é engraçada, ou tem bons efeitos, ou muito fan service, blá, blá, blá.

Hannibal foi uma série que demorei pra gostar. Tentei assistir três vezes e desisti em todas, mas durante minha licença paternidade, resolvi me forçar a ver pelo menos a primeira temporada completa. Felizmente depois do sétimo episódio Bryan Fuller me conquistou e foram duas temporadas bastante compensadoras.

Aos poucos você vai percebendo o jogo mental e diabólico de Hannibal Lecter, vai entrando na psicose de Will Graham. Até os episódios procedurais tem seu valor no contexto geral, o que minimiza o recurso de assassino da semana (se David Simon assistir Hannibal certamente passará mal em ver a quantidade considerável de serial killers em Baltimore…).

A primeira temporada de Hannibal é bem ok, mas a segunda é ótima. De fato, você entende a devoção dos fãs. Bryan Fuller encontra o caminho certo, e são 13 episódios redondos. Mads Mikkelsen chega a ser assustador de tão bom no papel, a sua elegância como diabo o torna, sem a menor dúvida, um dos vilões inesquecíveis da televisão. Ele rouba a temporada pra si, é impressionante. Will Graham em segundo plano funciona melhor.

A season finale é perfeita. A série poderia acabar ali, terminaria no auge provocando a todos. Ora, onde mais você assiste o vilão saindo vitorioso, em todo seu esplendor? Hannibal se despediria da televisão com o topete erguido, Bryan Fuller seria tema de calorosos debates sobre possíveis novas temporadas. Enfim, era pra cravar ali a história. Mas teve uma terceira temporada.

Ok, isso foi maravilhoso, pqp!

Fuller começou os 13 episódios do terceiro ano sabendo que eram os últimos. A série muda de cidade, de país, e algo que era tratado com sutileza até então acaba se tornando incomodo. Os primeiros episódios entram em uma viagem poética e simbólica tão forçada que beira o ridículo. É como se cada frame fosse alguma representação da mente de Hannibal ou Will. Tudo é feito para parecer algo transcendental na televisão. A mão pesou.

Hannibal sabia flertar com o mistério com uma precisão cirúrgica. Sabia o momento certo de transformar a morte em obra de arte. Conseguiu ilustrar toda a perversão de Hannibal em imagens. E claro, tanto a loucura tomando conta de Will, quanto sua recuperação, foram transpostas de uma maneira belíssima, como pouco se vê.

Os três primeiros episódios foram tão ruins que me senti mal. Detesto ver algo que gosto definhando. Assisti mais um e pra mim deu. Quero terminar Hannibal com o gosto bom na boca. Na primeira vez que escrevi sobre a série, disse que ela era uma entrada mais ou menos com um prato principal espetacular. Quero acabar no prato principal, a sobremesa veio estragada.

Nossos ídolos da infância estão morrendo. E você precisa aprender a lidar com isso

Rubén Aguirre, o Professor Girafales, nos deixou nessa sexta feira dia 17 de junho de 2016

17 de junho de 2016

Ainda tenho fresco na memória o dia que meu avô me contou sobre a morte. Ele explicou que um dia as pessoas que amo não estariam mais ao meu lado. Lembro de correr atrás da minha casa e chorar tão alto que chamou a atenção da minha mãe. Não conseguia conceber essa ideia. Como assim as pessoas se vão e nunca mais voltam?

Meu primeiro contato com a despedida foi em 2000 quando meu pai veio a falecer. Na época com 12 anos tive que aprender a lidar com esse sentimento, na verdade, até hoje procuro aprender. Entender a morte é entender a vida, e mesmo que nunca, jamais, nos acostumemos com essa ideia, é preciso aprender a lidar com ela.

Procurei apoio na religião, na filosofia, na sabedoria dos mais velhos. E mesmo assim ainda sofro quando alguém que amo, admiro ou fez parte da minha infância se vai. Tentamos ser fortes, pensar no amanhã, mas a maior demonstração de respeito que podemos dar é o luto. Ficar triste, lamentar, chorar, não podem ser vistas como algo ruim. É a mais pura demonstração de amor e saudade.

Be Right Back, o primeiro episódio da segunda temporada de Black Mirror, fala sobre luto e como esse processo de aceitação é importante para seguir em frente. Ao não aceitar a morte e se dar o direito ao luto, Martha, a personagem vivida por Hayley Atwell, é perseguida pelo fantasma do marido, que em Black Mirror ganha a forma física de um robô. É óbvio que o robô é uma simples analogia.

Na vida real o robô é uma memória nostálgica, aquela que não permite que você viva o agora, o amanhã. Minha mãe sofreu e ainda sofre a perda do meu pai 16 anos depois. É claro que todos nós sentimos sua falta, mas aceitar que ele se foi é o grande problema. É talvez um dos grandes problemas que os vivos enfrentam.

Rubén Aguirre, o Professor Girafales, nos deixou nessa sexta feira dia 17 de junho de 2016. O personagem é parte da infância de quem cresceu na década de 80, 90 e 2000. Nossa relação com o Chaves é algo que beira a religiosidade, portanto, saber que nossos ídolos estão partindo dói. E dói muito.

Mas um homem só morre quando é esquecido. Nenhum corpo físico irá viver pra sempre, mas sua obra sim. Não se preocupe em saber onde o Professor Girafales está agora, se preocupe em ele deixou aqui.

Ao Mestre Linguiça, meu muito obrigado.
A todos nós, meus pêsames.

A jornada de Arya Stark para se tornar Arya Stark

A garota é Arya Stark de Winterfell

16 de junho de 2016

O monomito, ou Jornada do Herói, foi um conceito criado por Joseph Campbell, onde o autor procura padrões de comportamento nos mitos de heróis, e traça uma espécie de linha do tempo de acontecimentos. Tudo que um herói precisa passar e suportar para se transformar em um. Usado a exaustão na cultura pop, a Jornada do Herói também está presente em Game Of Thrones.

Às vezes de forma moderada, outras quase completa, o ritual de passagem entre o ser comum para o herói pode ser encontrado em personagens como Jon Snow e Daenerys, mas é em Arya que ele se manifesta da forma mais pura. Porém com um detalhe: Arya Stark não se transforma em uma heroína, ela se torna Arya Stark.

A garotinha que saiu de Winterfell, viu a morte do próprio pai, fugiu dos Lannister, peregrinou com o Cão e foi treinada pelos Homens Sem Rosto, encontrou na vingança o caminho de volta pra casa. No episódio No One (S06E08) Arya reencontra a si mesmo e deixa claro que o Norte se lembra.

Ela não poderia ser ninguém. Para que isso aconteça, era preciso esquecer a si mesmo, algo impossível para alguém cujos laços familiares são tão importantes. No sangue dos Stark corre a vingança, mas no de Arya ele fervilha. Assim como seus irmãos que tiveram as vidas separadas e destruídas desde a chegada de Robert Baratheon em Winterfell, Arya lutou dia pós dia para sobreviver, ganhar tempo para se preparar.

De fato ela pensou em desistir. O sentimento de impotência ou que o destino já havia dado seu veredito, fez com que a garota buscasse as trevas do esquecimento. Não ter um nome e não ter um rosto, lhe possibilitaria não ter um passado, ou família. Sem as memórias do que um dia foi Arya Stark, a garota poderia viver várias vidas ao mesmo tempo que não viveria nenhuma.

A garota é Arya Stark de Winterfell. E eu vou pra casa

Você é o que você se lembra.

Porém bastou um simples contato com seu passado, ou melhor, de uma teatralização dele, para que poderosas memórias voltassem a tona. Arya Stark se lembrou. Se lembrou da dor, das lágrimas, da morte, se lembrou da vingança.

E a vingança precisa ter um nome, um rosto, um objetivo, então seria impossível para a garota ser ninguém. Arya Stark se lembrou de seu nome, do seu lar, de seus irmãos, dos que se foram. Se lembrou do Norte. O Norte sempre se lembra. O amor é mais poderoso que a memória.

Não adianta, o brasileiro gosta mesmo é de série dublada

Diretor de conteúdo da FOX diz que contra estatísticas não adianta brigar

15 de junho de 2016

Quando Narcos estreou no Netflix, o serviço de streaming tentou usar a série como uma oportunidade para fazer o público americano começar a consumir conteúdos legendados. Pois é, eles adoram dublagem. Pode até soar estranho já que aqui no Brasil existe esse estereótipo de que quem assiste algo dublado é burro ou não tem cultura, mas na realidade, a preferência pela dublagem é algo mundial.

Soa estranho porque nós estamos acostumados a todo tipo de filmes e séries vindos de fora. O inglês é o áudio padrão e quando passamos a assistir mais filmes nos cinemas do que na tv aberta, mais séries em serviços como o Netflix, a legenda vai se tornando parte da rotina. Mas pra muita gente ela é tabu, e o brasileiro ainda prefere uma boa dublagem. Ao menos em relação a série de maior audiência no Brasil, The Walking Dead.

Em entrevista para o Omelete, o diretor de conteúdo da FOX Zico Goes falou a respeito “a audiência do Brasil está acostumada com a dublagem, ela se identifica melhor com a dublagem – pode ser que tenha preguiça de ler legendas, não sei […] As pessoas preferem – é estatística, não tem como brigar contra isso -, assistir a coisas dublada“.

O espectador da tv a cabo ainda prefere a dublagem e não existe nada de errado nisso. É uma questão de gosto pessoal. Existem ótimos dubladores no Brasil e o mais recente caso de Game Of Thrones prova que eles não brincam em serviço. É bacana saber que a dublagem é um meio que possibilita mais e mais pessoas a consumirem cultura pop. Há alguns anos seria bem provável que eu ou você estivéssemos ouvindo um “segure a porta” ao invés de “hold the door“.

a audiência brasileira se identifica com a dublagem

Porém a dublagem também é tratada como chamariz para público, principalmente nos cinemas. Está se tornando comum vermos youtubers, celebridades e cantores sendo convidados para dublar filmes, e se começou como pequenas participações, agora são donos de papéis principais. É algo que não atrapalha eu ou você, mas imagino como os profissionais da área se sentem com essa invasão. Triste ver algo sendo contaminado por ídolos relâmpagos.

A dublagem deve ser respeitada, mas as versões originais também. Aos poucos é possível notar que sessões legendadas estão perdendo espaço para dubladas. Em alguns cinemas virou quase um milagre. Moro em Osasco e aqui é quase impossível encontrar sessão legendada.

Por preguiça ou má vontade, falta de paciência ou tempo, a dublagem é algo que faz parte da cultura pop e do entretenimento no Brasil. Contra estatísticas não adianta brigar.

Agora não tem mais volta: Game Of Thrones vai EXPLODIR

No One (S06E08) encerra as maquinações políticas e deixa tudo posicionado para a grande final

15 de junho de 2016

Há duas maneiras de uma série te segurar. A primeira e a mais difícil é aquela que valoriza cada episódio, transformando-o em uma peça importante dentro todo o contexto. A outra é gerar expectativa, te fisgar pela curiosidade ou pelo sentimento “no próximo vai“. Game Of Thrones é uma das poucas que consegue unir essas duas maneiras.

No One se junta com Blood of My Blood e The Broken Man e cria uma sequência que divide os fãs de bons dramas e fãs do lado mais explosivo de Game Of Thrones. Três ótimos episódios que souberam dosar bem a amarração das tramas, deram sequência a novos acontecimentos e prepararam perfeitamente o caminho para aquela que pode ser a maior season finale em toda a série.

Se os dois últimos episódios de cada temporada tendem a serem os melhores, a sexta tem os ingredientes possíveis pra isso acontecer da maneira mais épica possível. Os três principais núcleos (O Norte, Porto Real e Meereen) estão prestes a explodir.

Tudo bem que esperávamos mais do Montanha Zumbi, ainda assim, ver esse monstro decepando a cabeça de um membro do Alto Pardal foi satisfatório. Pois é, Game Of Thrones transforma esses momentos em puro prazer. É provável que o ápice do derramamento de sangue aconteça no episódio final, The Winds of Winter, já que a HBO ao enviar os episódios para concorrer ao Emmy revelou a sinopse: “No season finale, Cersei enfrenta seu julgamento“. Vem mais Montanha aí!

No One (S06E08)

Ao Norte a Batalha dos Bastardos promete ser um dos momentos mais grandiosos da série e o trailer entrega isso. Se Game Of Thrones tem poucas batalhas memoráveis em seu currículo, ao menos está prestes a ganhar uma digna de cinema. Jon Snow e Sansa Stark fizeram o possível para reunir o maior número de forças, mas quem diria que a possível salvação do Norte possa vir da ajuda dos Selvagens.

Pra encerrar No One, temos o retorno de Daenerys em grande estilo a Meeren, chegando montada em Drogon enquanto a cidade está sob ataque. Parece que às vezes o talento político que lhe falta, e é abundante em Tyrion, não serve pra muita coisas. Alguns ainda só escutam na base da guerra.

Game Of Thrones vai explodir. Salve-se quem puder.
E o Amigos do Fórum junto com a Clubeer vai te ajudar a ficar o mais preparado possível para a season finale.

Você sabia que Game Of Thrones tem um cerveja oficial? E uma taça também? Pois é, se você gosta da série e ama cerveja, poderá assistir ao esperado The Winds of Winter com essas duas maravilhas. Pra participar do sorteio basta ser maior de 18 anos, seguir @gotbr e @clubeer no Instagram e fazer uma compra no valor de 50 reais no site (fácil pra quem gosta de cerveja).

Aí é só inserir  na tela de pagamento o código GOT2016 no campo “Utilizar cupom” para que sua compra seja elegível ao sorteio. Pronto. Só torcer.

Nos vemos lá! Boa sorte a todos.

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