Sangue, discursos, sangue, discursos e nada de “300″ nessa Ascensão do Império

8 de março de 2014

Créditos iniciais. Um litro de sangue. 5 minutos de discurso. Um litro de sangue. 5 minutos de discurso (repita mil vezes). Créditos finais.

Resumi 300: A Ascensão do Império. Se quiser continuar lendo, saiba que esse texto trará spoilers da trema.

Bons filmes merecem ganhar rios de dinheiro, mas o problema desse rio de dinheiro é despertar a cobiça e fazer com que os produtores lá de Hollywood espremam a laranja até a última gota. Com uma receita de quase meio bilhão de dólares, “300” do diretor Zack Snyder é um filme que irá superar gerações. Lançado em 2006 trouxe para as telas toda a mitologia espartana, bravos guerreiros, cenas incríveis e frases de impacto. Impossível esquecer os discursos de Leônidas.

Porém, creio eu, se 300 tivesse dado prejuízo seríamos poupados de 300: A Ascensão do Império. Em 2014 o filme que se aproveita de todo nosso carinho por Leônidas e seus 299 soldados chegou aos cinemas pra destruir nossa paixão por sangue jorrando em câmera lenta em um filme com filtros do instagram.

A linha do tempo de “300 Parte 2” acontece antes, durante e depois da batalha dos bravos espartanos. Dessa vez temos Temístocles, líder do exército da Grécia, tentando conseguir 1 porcentinho do carisma e “motherfuckismo” de Leônidas. Temístocles mais parece um político ou esses caras do twitter que passam o dia discursando, TODA hora o cara olha para os seus soldados e manda um discurso motivacional, coisa típica de guerra, mas que CANSA ao longo do filme. Ele é o responsável pela morte do Rei da Pérsia descobrirmos Dário, pai do Santoro (que no começo do filme aparece de barba, cabelo e bigode).

Eis que do outro lado do Mar Egeu temos o início de carreira de Rodrigo Xerxes Santoro… o que pra mim seria o grande trunfo desse filme. Pfff. Xerxes é um vilão com dorzinha no coraxaum, com aquelas birras bobonas de adolescentes, quer tocar fogo no mundo porque mataram seu pai, o rei, um guerreiro, em batalha. O problema é que Xerxes é só um mascotinho de Artemisia, personagem de Eva Green. Se todo o temor que o personagem exalava em 300, aqui vai por água abaixo após descobrirmos as motivações de sua guerra.

O filme tenta o tempo todo “emular” momentos do 300 original, se você for atendo irá perceber diversas cenas em que isso acontece. Até a pesada de Leônidas do “THIS IS SPARTA” é copiada. O filme a todo instante cita os espartanos e CLARAMENTE da a entender que eles foram usados como meros mártires, tirando assim TODA a mitologia de coragem e bravura dos guerreiros, já que Temístocles acaba se tornando o responsável por TODA a trama do primeiro filme, rebaixando assim tudo o que vimos em 2006 a um mero joguinho de cartas.

As tropas gregas simplesmente não convencem, são tão mornas e o roteiro é tão bagunçado, que não se sabe ao certo porque eles estão lutando. É só sangue, sangue, sangue, sangue, sangAAAAHHHH! Algumas cenas beiram o ridículo, como o momento amorzinho entre Temístocles e Artemisi ou quando a grande arma secreta do exército grego é um CAVALO! No final fica uma brecha para o terceiro filme.

Eu realmente estava com esperanças de Ascensão do Império ser bom. Focar em Xerxes, focar na força grega, focar nos espartanos que não acompanharam Leônidas… focar sei lá, nas tetas da Eva Green. Mas NÃO, resolveram dar o mesmo ritmo e aura que teve 300. Não funcionou. Se você pretende ter uma boa memória a respeito da guerra entre Persas e Espartanos, te aconselho a parar na contagem 300, se for além, vai encontrar milhares de gregos bundões.

“Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário”: agora eu entendo os fãs de RoboCop…

7 de março de 2014

Agora eu entendo como os fãs de RoboCop, aqueles que assistiram ao filme em 1987, se sentiram quando o Padilha lançou o remake. Cavaleiros do Zodíaco é de longe o anime que mais me marcou, fez parte da minha infância e me fez sonhar por muitas noites com aquelas batalhas.

O carinho que tenho por esse anime vai além das constelações.

Em 2014 um filme em animação gráfica chega aos cinemas japoneses (sem previsão para o Brasil). “Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário” irá recontar a que talvez seja a maior saga de toda a história dos animes, que reprisada inúmeras vezes na Manchete, 20 anos depois, as cenas ainda estão frescas na memória dos milhares de fãs. E hoje, no lançamento do novo trailer do filme, me peguei pensando na “qual a necessidade disso?“…

Não vou mentir: não gosto da mudança das armaduras. O design original é o ponto ALTO do anime, são lindas, caricatas ao signo e não entendo porque mudá-las. Porém ao perceber que esse clássico irá conquistar um novo público eu fico feliz. Afinal, o ritmo do anime de feito láááá em 1986 é bem lento e cheio de diálogos intermináveis.

Tô com dorzinha no coraxaum por ver as armaduras de “repaginadas”, mas feliz por saber que meu sobrinho poderá acompanhar a jornada de Seiya pelas 12 Casas. Vida long a obra de Masami Kurumada!

Enfim, agora eu sinto na pele essa coisa de mexer com o que a gente ama…
Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário chega em junho nos cinemas japonesas.

Transformers 4: A Era da Extinção ganha seu primeiro trailer completo

5 de março de 2014

Poderosaaaaaaaaaaaaaa!

Depois daquele teaser foderoso exibido no Super Bowl onde nosso querido Optimus galopeia pelos pampas em cima de seu robô T-Rex, finalmente o quarto filme da franquia Transformers ganha seu trailer estendido.

4 anos depois dos acontecimentos do terceiro filme, os Autobots e Decepticons desapareceram da Terra, MAS é óbvio que alguma ameaça fará com que eles surjam novamente. Se liga que o trailer tá MANEIRÍSSIMO:

Entendi… antes de montar no  Grimlock (o T-Rex) o Optimus vai ter que ADESTRAR. Loco.
Transformers 4: A Era da Extinção chega aos cinemas brasileiros em julho.

O melhor pai do mundo: colocou o filho dentro de Dragon Ball como presente de aniversário

4 de março de 2014

Sério, essa é de LONGE a melhor homenagem de aniversário que já vi na vida.
Robson Menezes resolveu presentear seu filho Rasdael no 9º aniversário dele com uma animação ÉPICA com direito a dubladores oficiais. Segundo a descrição do youtube, Robson levou cerca de 5 meses para inserir o filho e a si mesmo dentro do universo de Dragon Ball.

A homenagem ainda conta com uma mensagem de Goku e Bulma, devidamente dublados por Wendel Bezerra e Tânia Gaidarji. Sem palavras a dedicação desse cara e pqp, que moleque sortudo.

MEU DEUS QUE INVEJA DESSE MOLEQUE!

Ô Robson, não da pra fazer uma igual a essa pro meu aniversário de 27 anos? =(

“Batman: Arkham Knight” é o novo game da série do Morcegão

4 de março de 2014

De uniforme novo e com Batmóvel, o Homem Morcego agora é da nova geração…

É meus amigos fãs do Homem Morcego, podem sorrir: o Cavaleiro das Trevas ganhará mais um game esse ano. Batman: Arkham Knight foi anunciado hoje pela Warner e será exclusivo para a nova geração de consoles e PC. O enredo fecha o ciclo que começou em Arkham Asylum (o que não significa que não teremos um jogo novo por ano, LOL) e tem o Espantalho como carro chefe dos vilões. Pinguim, Duas Caras e Arlequina já estão confirmados.

A grande novidade desse Bátima será o Batmóvel que pela primeira vez na franquia será pilotável. Sim, FINALMENTE você poderá dar uns rolês de carro por Gotham que pelo visto ficará ainda maior e com mais opções de interações. Vamos ao trailer:

Uniforme: ok.
Batmóvel: ok.
Um jogo do Batman por ano: nhééé.

Arkham Origins foi bastante criticado pelos fãs da série por não trazer absolutamente NADA de novo. Eu particularmente achei o jogo repetitivo e bem cansativo, você só não enjoa dele porque né… você é O BATMAN. A história é bem bacana e tal, mas enfim. Provavelmente não jogarei Arkham Knight tão cedo, já que os consoles no Brasil são um absurdo e a menos que eu fique rico me recuso gastar meu suado dinheiro com um.

Batman Arkham Knight ainda não tem previsão de lançamento.

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