Um dia espero poder jogar Science Combat, game de cientistas imaginado por brasileiro

CARA QUE GAME FANTÁSTICO SERIA!

2 de março de 2016

Às vezes tento lembrar em que momento da minha vida eu deixei de ser tão aficionado assim por games… talvez quando os preços começaram a se tornar mais do que abusivos ou quando descobri a cerveja, mas enfim, não é o caso. A verdade é que várias das melhores memórias que tenho na infância se passam na frente de um FLIPERAMA.

Street Fighter II, Street Fighter ZERO, Mortal Kombat, X-Men Vs Street Fighter, Marvel Vs Capcom e por aí, são um dos vários jogos que gastei o precioso dinheiro da minha mãe. Esses arcades de LUTINHA eram meus favoritos, então quando vi essa série de gifs do SCIENCE COMBAT lágrimas caíram da minha mente.

Criado pelo brasileiro Diego Sanches, o SCIENCE COMBAT é apenas uma ideia, mas tão fabulosa que eu espero um dia poder jogar. O game conta com vários nomes que revolucionaram a maneira da humanidade pensar, e Sanches deu a eles poderes incríveis para GOLPES e ESPECIAIS.

Charles Darwin

Golpes simples:

Golpes especiais:

Natural Selection

Evolution

Albert Einstein

Golpes simples:

Golpes especiais:

E=mc2

Relativity

Stephen Hawking

Golpes simples:

Golpes especiais:

Wormhole

Black Hole

Isaac Newton

Golpes simples:

Golpes especiais:

Optiks

Gravity

F#da demais, né?
E TEM MAIS! Se você estiver afim de ver o trampo completo CLIQUE AQUI E SONHE COM O GAME!

Spotlight venceu o Oscar, mas as manchetes eram memes

Um filme que exalta a importância do jornalismo, mas os memes é que ficam em destaque

1 de março de 2016

A corrida do Oscar apontava três favoritos: O Regresso venceu o DGA (prêmio da associação dos diretores), A Grande Aposta venceu o PGA (associação dos produtores) e por fim, Spotlight venceu o SAG (associação dos atores). Até o último minuto estava difícil prever quem se sairia vencedor, mas no fim, o filme que é uma exaltação do jornalismo e tratou de um tema difícil, mas de extrema importância, levou a grande estatueta da noite.

A denúncia do acobertamento da igreja católica em casos de padres pedófilos ganhou o mundo e reverberou até no Brasil (um dos padres denunciados é do Rio de Janeiro). Foi um escândalo que expôs uma das instituições mais antigas e importantes construída pelo homem (essa ainda com ligações com o Divino). De fato, explorar de uma maneira imparcial (como deve ser o jornalismo) e direto aos fatos (como também deve ser o jornalismo) não deve ter sido das tarefas mais fáceis para roteiristas e diretor.

Apelar pro emocional é o caminho fácil e Spotlight corria sérios riscos de se tornar piegas. Mas passou longe. É um filme centrado, focado no que quer contar. E conta muito bem. Mas não se engane que o jornalismo é tratado como essa grande máquina sem sentimentos, longe disso. A explosão do personagem de Mark Ruffalo (que provavelmente lhe garantiu a indicação a Ator Coadjuvante) é um dos momentos mais arrepiantes do filme. É o descarrego do homem cuja profissão lhe fez ter o dom de enxergar onde poucos conseguem.

O Oscar pode ser questionado? Sempre pode. Mas foi algo injusto? Não. E foi uma belíssima noite onde o racismo da indústria foi exposto durante o monólogo de Chris Rock (não adianta chutar a cerimônia se você não trata o vírus que causa a doença), Lady Gaga cantou pelas mulheres vítimas de abuso, Leonardo DiCaprio fez o ativista e falou sobre aquecimento global… não faltou tema importante para ser debatido, colocado em pauta, cutucado.

Mas o foco eram os memes, os comentários embaraçosos de Gloria Pires, os vestidos usados no Tapete Vermelho. Coube a blogs e sites independentes colocar em pauta os temas realmente relevantes e isso expõe a tragédia do nosso jornalismo, aquele que é feito dentro de prédios repletos de escritórios.

É por isso que muitos ainda não enxergam seriedade na cultura pop. Por isso mais e mais pessoas continuam dizendo que filmes são apenas filmes. Existia um prato cheio de temas importantes, mas não rendem cliques. E quando o meme esgota, polêmicas que não existem são criadas (Jenny Beavan e sua jaqueta que o diga) e continuam gerando cliques.

Spotlight não vai salvar o jornalismo que já existe (esse a internet está matando), mas que influencie novos e futuros jornalistas a amar essa profissão tão incrível e importante. O lixo não pode vencer.

Agora eu entendi o motivo dos 20 episódios nessa temporada de Vikings

É tanta coisa acontecendo que vão precisar do dobro de episódios mesmo

1 de março de 2016

Quando anunciaram que o History iria DOBRAR o número de episódios nessa quarta temporada de Vikings, a primeira coisa que me veio em mente foi: ENROLAÇÃO. Meu medo era da série descambar pro procedural, com episódios sem qualquer conexão com o anterior ou próximo, ou eventos sem a menor importância ganhando destaque.

Todo bom drama procura contar sua história em forma de boneca russa: cada episódio faz parte de uma temporada, que por sua vez faz parte da obra completa. Ou seja, o primeiro episódio da série deve ter total ligação com, sei lá, o quinto da terceira temporada (exemplo besta pra você entender o ponto). Tudo deve existir em plena conexão. Mas isso dificilmente acontece quando uma série é esticada por mais temporadas ou tem mais episódios do que deveria.

Um exemplo clássico é The Walking Dead. A série tem seus momentos espetaculares, mas aquela barriga entre o meio de temporada sempre aparece. É como se os roteiristas trabalhassem pra valer apenas nos primeiros e últimos episódios. Aí sobram os mais corajosos e fãs, quem não tem paciência sai correndo.

A fotografia dessa temporada está INACREDITÁVEL de tão bela

Voltando a Vikings, mesmo confiando plenamente na qualidade da série, confesso que o episódio Kill the Queen (S04E02) me deixou com uma sensação de “ihhh…”. Afinal ao mesmo tempo estamos acompanhando nada mais do que 5 situações paralelas: 1. Ragnar e Floki 2Lagertha 3Bjorn e sua jornada 4. Rollo em Paris e 5. Rei Ecbert.

É óbvio que todas possuem ligações e isso é um ponto positivo pra série, ainda assim a partir de agora Vikings vai precisar de MUITO jogo de cintura (a lá Game Of Thrones) pra seguir amarrando esse emaranhado de história e continuar ótima como sempre foi.

O caso de Ragnar e Floki ganhou ares estranhos quando o Rei promete que irá se vingar de Floki onde lhe dói mais. No primeiro momento pensamos em se tratar de um teste de fé, já que Floki é um total extremista religioso. Mas algo envolvendo sua família logo depois da promessa deixou um clima pesado, teria Ragnar ido tão longe? De toda forma, foi um momento estranho do roteiro. O jeito é esperar.

Rollo viveu um momento hilário expondo o abismo cultural entre nórdicos e parisienses. Seu conhecimento de guerra será de bom uso para suportar o retorno de Ragnar, que provavelmente será o climax dessa temporada. Já toda trama em Wessex foi chata e cansativa, mesmo que exista ainda uma pequena relação com Ragnar (uma citação aqui ou ali), nota-se que Vikings quer diversificar e criar novos núcleos dentro da série.

E aí que percebemos a razão dos 20 episódios nessa temporada. Com tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo, Vikings vai se dar ao luxo de ser maior. Influência de Game Of Thrones? Espero que não. A série sempre funcionou a sua maneira. Espero que continue assim.

 

Quando a ARROGÂNCIA tomou conta do grupo de Rick em The Walking Dead

Será que nossos amigos estão acima de tudo e de todos?

1 de março de 2016

Knots Untie (S06E11) abre com Abraham e Sasha chegando de um ronda. Quando eles entram em Alexandria e os portões se fecham, a cena mostra duas crianças correndo felizes enquanto um silêncio tranquilizador domina o ambiente. O papo flui e eles falam sobre a gravidez de Maggie. O que podemos concluir disso é que dentro dos muros de Alexandria parece existir um mundo a parte, um porto seguro em um mar de sangue e podridão.

E é esse isolamento do “mundo real” que pode destruir tudo o que Rick e seu grupo conseguiu construir. Se trancar em uma bolha pode ser um problema para a comunidade, aos poucos eles vão se esquecendo que existem vivos do lado de fora dos muros, e os mortos não são a maior ameaça.

O grupo de Rick passou por muita merda, e o fato de sempre conseguirem uma saída (custe o que custar), acabou criando na cabeça deles um senso de superioridade. Como se não existissem mais pessoas com as mesmas habilidades de sobrevivência que Daryl, Gleen, Michonne etc. É por isso que Knots Untie é um bom episódio ao mostrar toda a soberba dos nossos amigos e como eles estão a um passo de cavar a própria cova.

Essa dita superioridade começa a ser quebrada logo que Jesus surge como uma pessoa tão bem preparada quanto eles. Ele chega como um verdadeiro Messias trazendo as boas novas de um novo mundo ao revelar que Alexandria não é a única comunidade sendo reerguida. Existem outras e Hilltop é uma delas.

É interessante notar que enquanto Rick deu a Alexandria ares de uma nação militar, Hilltop é a pacifista onde se planta e cria. O poder de fogo que nossos amigos possuem é alto e isso os eleva a patamares de semi-deuses no mundo atual. Ninguém seria louco de mexer com essa equipe, correto? Pois é, ai que mora o perigo.

Quando Rick se levanta cheio de sangue após matar mais uma pessoa, e em resposta ao olhares assustados de Hilltop ele diz “o que foi?“, fica claro que não apenas a morte e a violência são parte de sua pessoa, quanto também essa ideia de que NINGUÉM está a altura de confrontá-lo.

E pela primeira vez em The Walking Dead, a declaração de GUERRA parte de Rick e seu grupo. A maneira desdenhosa que eles tratam a situação envolvendo Os Salvadores é bastante destacada. Está mais do que claro que quando Negan aparecer, toda essa noção de superioridade será posta a prova. A cada episódio que avança, é possível ouvir o som de Lucille se aproximando.

Baixa tua bola, Rick… baixa tua bola.

 

Lembra do filme de super heróis da Rússia? ENTÃO VEJA ESSE NOVO TRAILER QUE DO CAR#LHO!

Deadpool é o cacete, eu quero mesmo é ver o Khan cortando geral

28 de fevereiro de 2016

Que a Rússia vive em outra sintonia do resto do mundo a gente já sabe. Também já sabemos que Rússia e EUA estão eternamente em uma espécie de Guerra Fria, com uma rivalidade antiga no ar. Pois bem, agora essa rivalidade foi para o cinema de super heróis com Guardians. 

Se você não lembra do trailer fabuloso pode clicar aqui e ver. Hoje temos uma cena completa de Khan, o mestre das facas do grupo mostrando que daria uma surra em qualquer Vingador. Sério, eu nem quero saber o contexto disso, já dei nota 10!

AH PÁ PQP EU QUERO VER ESSE FILME!

Six Feet Under: série boa não precisa de muito pra se provar

Sim, só comecei agora a ver uma das séries responsáveis pela revolução na tv

27 de fevereiro de 2016

Quando Sopranos fez aquele estrago na HBO e mudou a maneira de fazer tv de qualidade, não se imaginava que essa revolução não demoraria tanto assim pra começar a dar frutos. Bastou pouco mais de um ano para que Alan Ball, recém vencedor do Oscar por Beleza Americana, colocasse no ar Six Feet Under, sua série dramática sobre uma família que herda uma funerária.

No ar de 2001 a 2005, Six Feet Under é um dos “jovens clássicos da TV“, drama que ao lado de Sopranos e The Wire, foi responsável por encabeçar a Terceira Era de Ouro da Televisão. E adivinha quem ainda faltava no meu currículo? Pois é.

Essa ERA DE OURO da TV seria marcada por “Cavalos de Tróia”: o tema que vendia a série (máfia, tráfico de drogas e empresa funerária) seria apenas o convite pra fisgar o espectador mais esperto e levá-lo para uma viagem cheia de temas complexos e personagens fascinantes. Assim, Six Feet Under é muito mais do que seu título sugere (no Brasil foi traduzida como A SETE PALMOS), e bastaram apenas 4 episódios para eu perceber que estava diante de uma obra prima.

O primeiro episódio é um espetáculo e só confirma a importância do piloto, principalmente em uma época onde séries de tv não eram tão valorizadas e hypadas quanto hoje. Veja a quantidade de lixo que é cuspido na sua cara que não consegue nem mesmo passar da primeira temporada. Já em 2001, quando Six Feet Under foi ar, era tudo muito pensado e calculado. Era preciso situar o espectador, dar a ele uma pequena amostra do que viria acontecer mais pra frente. É como se o último episódio estivesse na mente de Alan Ball quando o piloto estreou.

A forma de Six Feet Under é diferente das séries que estou acostumado. Pode-se pensar, de início, que estamos diante de mais uma série procedural, mas não acredito que seja. As mortes que abrem o episódio não se tornam casos da semana, mas são apenas acontecimentos que dão ritmo ao roteiro que sabe muito bem explorar as situações criadas. Aliás, algo que já considero genial é como essa espécie banalização da morte (as pessoas morrem e isso é fato, e pior: morrem a qualquer momento e de qualquer jeito) é necessária para entrar no clima.

Tudo porque a morte é algo natural que a humanidade ainda não aprendeu a encarar. Mas não existe um clima mórbido em Six Feet Under, aliás, é durante o piloto que temos um belo momento envolvendo Nate, durante o velório de seu pai (relaxa que isso não é spoiler), onde ele em extremo luto deixa aflorar seus sentimentos naquele momento.

Cara, que elenco F#DIDO!

Não é exaltar o luto, mas sim entendê-lo como parte de um ritual de partida. É no luto que nos despedimos e deixamos que a pessoa amada descanse. Colocar pra fora sua dor não deve ser motivo de vergonha, mas de orgulho, afinal, o mundo precisa saber o quanto a pessoa que se foi era importante pra você.

Então Six Feet Under começa se mostrando uma série sobre aceitação. A mãe (Frances Conroy como Ruth, a melhor personagem até aqui) que se vê sozinha após décadas casada e precisa redescobrir a vida, o filho mais velho (Peter Krause como Nate) que retorna para assumir suas responsabilidades e servir como figura paterna para os irmãos. Irmãos, aliás, que vivem suas próprias provações, enquanto a mais nova (Lauren Ambrose como Claire) tem todo o drama adolescente, David (Michael C. Hall) precisa lidar com sua homossexualidade enquanto carrega o peso de ser o único membro da família que conhece o negócio como o pai.

Six Feet Under, como qualquer série decente, não precisa de muito pra te fisgar e mostrar que é excelente. Eu não poderia começar 2016 melhor, com uma obra prima que faz jus a fama. Que venham os próximos episódios e temporadas.

Fargo: a primeira temporada | Podcast Bada Bing!

Esse episódio especial no BADA BING! sobre a primeira temporada de FARGO, uma das melhores séries dos últimos anos

27 de fevereiro de 2016

Fargo estreou logo depois de True Detective, em 2014. Talvez o hype gigantesco criado em cima da série da HBO possa ter desviado a atenção dos espectadores e Fargo acabou passando despercebida por muitos, inclusive por mim. Porém, duas temporadas depois é visível que o futuro é mais promissor para a série do FX, aquele mesmo que um dia queria ser HBO

Mas hoje é dia de falar apenas da OBRA PRIMA que é a primeira temporada de FARGO aqui no BADA BING!, o balcão mais honesto da internet. Pegue seu luga e venha conversar comigo e com o Nerd Rabugento!

Ouça através do player:


FAÇA O DOWNLOAD DO MP3!

CLIQUE AQUI e assine o Bada Bing! no seu iTunes!
CLIQUE AQUI e assine nosso feed!

LINK’S COMENTADOS:

O Bada Bing! é um oferecimento da Kombo Podcast!

Topo ^