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11 previsões da Mãe Dináh Bazingueira para 2016

O Amigos do Fórum faz uma aposta no que pode ser sucesso e fracasso em 2016

5 de janeiro de 2016

Começando mais um glorioso ano na cultura pop e pra ir aquecendo os motores, nada melhor que brincar de VIDENTE BAZINGUEIRO. Vamos acionar a bola de cristal e imaginar quais serão os prováveis sucessos, fracassos, decepções e surpresas de 2016.

Faça suas apostas, as minhas são:

Game Of Thrones: fãs dos livros vão dizer que cansaram da série e não vão assistir mais

Batman V Superman: Ben Affleck será considerado o melhor Batman dos cinemas

Esquadrão Suicida: Jared Leto irá brilhar, mas o filme será decepcionante

Dr. Estranho: será considerado o melhor filme de super herói de 2016

The Walking Dead: vão reclamar de spoilers

Demolidor: segundo ano será decepcionante

Star Wars: Rogue One será considerado melhor que o Episódio VII

Vinyl: HBO fará a melhor estréia de 2016

Emmy Awards: Game Of Thrones vencerá pela segunda vez consecutiva pela sexta temporada

Oscar: George Miller leva de Melhor Diretor por Mad Max: Estrada da Fúria

Pixar: Procurando do Dory se tornará a maior bilheteria da história do estúdio

Agora é sua vez: QUAIS SUAS PREVISÕES PARA 2016?

É nosso dever se levantar contra o caso do Pânico na CCXP

A comunidade fãs de cultura pop tem o DEVER de ser a que mais pratica empatia

8 de dezembro de 2015

Jovens bilionários criadores de aplicativos e redes sociais, super heróis arrecadando bilhões nos cinemas, The Walking Dead batendo em audiência tv aberta no Brasil. O “nerd” não é mais visto com a mesma maneira pejorativa de 20 anos atrás. Pelo contrário, suas paixões agora estão populares, muita gente sabe quem é o Jon Snow e tem um Batman favorito nos cinemas. Gostar de filme, série, quadrinhos não é mais uma coisa restrita a um determinado grupo, é pra todo mundo.

Então cabe a esse “nerd“, “geek” ou seja lá o nome que você prefira usar, acolher bem a todos que estão chegando e compartilham de seus gostos. Cabe a ele que antes era visto como o estranho, o chato e o digno de pena sentir empatia pelo próximo. Se levantar perante uma injustiça, sentir apreço pela diversidade, entender a dor do próximo.

O que aconteceu na Comic Con Experience foi algo que ao mesmo tempo causa indignação, mas também um certo alívio de ver essa comunidade que me sinto parte completamente solidária a garota assediada. O que os “repórteres” do Pânico fizeram não é algo que deva ser deixado pra lá, que mereça panos quentes. É algo que merece toda nossa atenção e reflexão, afinal, não é a primeira vez que isso acontece.

A Comic Con Experience é o evento onde mais me sinto a vontade e incluído. Babar perante um action figure e saber que ninguém ali irá te julgar é um sentimento bom. Ver pessoas fazendo fila pra tirar uma foto com o cosplay de Dath Vader e achar aquilo completamente normal. Olhar um marmanjo de 40 anos chorando ao ver Frank Miller e também ficar com os olhos cheios de lágrimas. Ali, naquele ambiente, nós somos um só, pessoas que tem ídolos que só existem em quadrinhos ou cinema. Ali todo mundo tem ciência que NÃO, não é “só um filme” ou “só um anime”. É muito, muito mais do que isso.

E é esse entendimento que deveria nos fazer respeitar ao máximo quando uma pessoa resolve se vestir igual ao seu personagem favorito. É entender que aquilo não é um convite, se a garota usa um cosplay de Morrigan os motivos só cabem a ela. Isso não significa que você tem o direito de tocá-la, de assediá-la, de lambe-la.

Leia também: Nota de repúdio ao programa Pânico na Band

O que aconteceu na CCXP não foi um “momento de calor”. O pensamento de que se a garota estava usando aquela roupa e “pintada de verde”, é porque queria ser lambida, tocada e ouvir coisas como “não tinha louça pra lavar não?” é modo operandis pra alguns. Se dentro do próprio eventos muitos ainda insistem nessa linha de raciocínio, imagina para quem não tem conhecimento algum do que está acontecendo ali? Poxa, se a garota está usando um cosplay de Poderosa é porque é puta, não deve ter outra explicação né? Ela tipo é proibida de simplesmente QUERER fazer aquilo.

Mas isso é uma guerra minha, sua, de todo mundo. Nós devemos ser os primeiros a nos levantar contra esse tipo de coisa, nós devemos nos colocar no lugar do amigo ao lado e tentar entender o que ele sente.

Não, o mundo não está ficando chato porque nem todos riem mais de suas piadas. O mundo está cada vez melhor, mais livre, e se você tem o direito de fazer uma piada merda envolvendo mulher e louça suja, as pessoas tem o mesmo direito de se ofenderem. O humor não pode ser usado como desculpa para disseminar preconceito e ideias erradas. Você consegue imaginar George Carlin usando essas muletas pra fazer humor?

Não foi engraçado, não é engraçado e nunca será engraçado.
Essa guerra é nossa.

Comic Con Experience: entre filas e tentações, mais uma experiência pop divertida

CCXP 2015 corrige alguns erros, se expande e se consolida como o maior evento pop do Brasil

7 de dezembro de 2015

Chega de sermos o país do futuro pro pessoal lá de fora. Aqui no Brasil existe sim um público consumidor de cultura pop, que vai ao cinema, que assiste séries, compra jogos, quadrinhos, produtos derivados e formam opinião a respeito do assunto. O Brasil é um polo que precisa ser explorado e enxergado com mais respeito. E quem está ajudando nesse processo sem dúvidas é a CCXP, ou Comic Con Experience.

Frank Miller foi o grande nome da segunda edição da CCXP

Se na primeira edição a impressão que se tinha era de expositores meio desconfiados com o público daqui, esse ano as coisas parecem caminhar para um futuro onde grandes estúdios passarão a tratar o público brasileiro com mais respeito. “Olha, nem todo mundo nesse país gosta só de futebol e samba, tem uma moçada que curte uns filmes, uns jogos“.

A expansão da CCXP é inevitável e o próprio local do evento da sinais disso. A São Paulo EXPO está em obras e promete para 2016 um ambiente ainda mais gentil para com o público, que esse ano sentiu na pele a falta de espaço. Mesmo sendo grande, as cerca de 120 mil pessoas que passaram por lá (segundo números da CCXP) durante os 4 dias, perceberam que um pouco mais de espaço não faria mal pra ninguém.

O resultado são filas e mais filas, até pra gastar seu dinheiro.

É claro que os preços inflacionados de alguns expositores não assustou o consumidor pop brasileiro, que leva pra casa mais do que um action figure ou quadrinho, mas sim um souvenir do evento. É legal pode dizer “isso aqui eu comprei na CCXP“. É um evento especial para nós que trabalhamos ou apenas somos apreciadores de cinema, séries e etc.

É um lugar que você se sente a vontade, sabe que ali estão pessoas que dividem os mesmos gostos que você. Por isso que foi de extrema importância que o Omelete tenha se posicionado contra a reportagem ridícula do Pânico na TV.

A CCXP ainda é jovem e tem muito para crescer, evoluir. Quem ganha somos nós.

O fim do Mega Filmes HD e o debate sobre pirataria

Fim do maior portal de filmes piratas no Brasil reabre o debate a respeito do consumo ilegal de conteúdo

18 de novembro de 2015

Há quem diga que a palavra “pirataria” não deveria ser usada para quem compartilha conteúdo. Apesar da ilegalidade da coisa -você não está pagando pra consumir- existe o argumento que ninguém está roubando de ninguém, e muito menos obtendo algum lucro em cima disso. Essa visão romântica é verdade até certo ponto. Existe sim uma comunidade gigantesca (e impossível de destruir) na internet cujo objetivo é simplesmente compartilhar.

Por outro lado existe (ou existiu, rs) o Mega Filmes HD. O maior site pirata de conteúdo online do país foi alvo de investigação da PF, com a operação Barba Negra prendendo os proprietários e revelando um lucro mensal de 70 mil reais mês. Ou seja, sabe aquele lance fofo de compartilhamento por compartilhamento? Então, aqui não rola…

Popcorn time: os criadores abandonaram o barco em busca da legalidade, mas o serviço continua no ar

Mas a grande verdade é que o fim do Mega Filmes HD nem de longe representa um golpe na pirataria. Nem de longe… as pessoas vão continuar baixando seja pelos mais diferentes motivos. Alguns aceitáveis e compreensíveis, outros, claro, mesquinhos. Mas isso não muda a realidade.

Antes do Steve Jobs dar aquela luz para a música, muitos apontavam o download ilegal como o câncer que iria matar a indústria. Não matou e ainda por cima fez com que ela se mexesse, enxergasse o novo mundo ao seu redor e evoluísse. Hoje a indústria da música se reinventou e está aí, com a Adele fazendo o estrago de vendas de um single. A tv e cinema são os próximos.

Aqui no Brasil a dificuldade em assistir uma série na legalidade talvez seja o principal fator de muitos recorreram aos downloads. Algumas obras consagradas nem ao menos existem por aqui. Não são transmitidas por nenhum canal, não tem blu-ray, não tem dvd, não tem nada. É por isso que serviços (na verdade, serviço, porque só tem esse) como Netflix encabeçam uma revolução na maneira de consumo de conteúdo.

É fácil, é rápido, não tem dor de cabeça. Você paga uma mensalidade e pronto, só esperar que o Netflix traga os filmes e as séries até você. Não tem que procurar torrent muito menos legenda, e com cada vez mais produções originais, logo você não vai reclamar mais do catálogo que tem “pouco lançamento”. Enquanto isso a Globo lança seu próprio serviço de streaming e a HBO Go sem assinatura a cabo começa a entrar na América Latina. Soluções assim são a única arma contra a pirataria.

O cinema ainda é um capítulo a parte. A experiência de assistir a um filme em tela grande jamais poderá ser substituída pelo conforto de se ver em casa. Mas daí entra em cena a crescente onda de filmes dublados, grandes blockbusters que limitam outros filmes pequenos a entrar em cartaz, ingressos a preços altíssimos (40 conto pra ver um filme 3D é sacanagem), a falta de educação crônica do brasileiro. Juntando aqui e ali a pessoa vai perdendo o prazer de ir ao cinema.

O que resta? Os poucos serviços on demand disponíveis aqui e a pirataria. Não é por menos que o Brasil é o campeão mundial de downloads ilegais. Em contrapartida, estamos cada vez mais apoiando canais como HBO, FOX e Warner que conseguem transmitir suas séries como pouca ou quase nenhuma janela de tempo em relação aos EUA. Não é por menos que dias atrás a FOX conseguiu o 4 lugar no IBOPE geral, ganhando até mesmo da BAND, com The Walking Dead.

Os hábitos mudam, a maneira como se consume o conteúdo também. É preciso enxergar e entender esse público. Se o CEO da HBO disse que sem a pirataria Game Of Thrones não seria o que é, quem somos nós pra discordar?

Os nossos Bons Companheiros

Porque eles são nossos personagens favoritos?

24 de setembro de 2015

Desde que terminei Sopranos coloquei em meu avatar no twitter nada mais que o maior personagem já criado para a televisão. Adoro aquela imagem de Tony Soprano te encarando enquanto fuma o seu charuto, pra mim nada mais é que uma forma de homenagear um obra tão importante quanto essa. E o que não falta em minha casa e armário são homenagens assim.

Tenho quadro do Don Corleone, boneco de Walter White, camiseta do Alex DeLarge… quem não gosta de ter algum souvenir de grandes obras da cultura pop? É uma lembrança física dos bons momentos que você passou ao lado desses personagens, seja na tv, cinema, quadrinhos, whatever.

Eis que outro dia sou indagado por alguém no twitter: “você sabia que usa o avatar de um bandido?“, respondi “e?” e a conversa seguiu “você não se sente mal por isso?“. É óbvio que não, mas isso me deixou pensativo a respeito de como muitos encaram personagens como Tony Soprano ou Walter White, e pior, se eles realmente acham que nós aprovamos suas atitudes quando usamos, por exemplo, uma camiseta com o rosto deles estampados.

Poderoso Chefão é sem dúvidas o maior filme já feito e pode ser considerado o principal influenciador de uma nova era de personagens difíceis que seriam adorados pela multidão. A máfia estava ali o tempo todo, mas você adorava ouvir Don Corleone falando sobre família. Os crimes aconteciam, mas você torcia para que Michael Corleone seguisse os passos de seu pai. Sem perceber acabamos torcendo por eles.

O comportamento condenável passou a ter um porque. Você passou a entender o outro lado, conhecer os medos e aflições e sem perceber, viu neles muitos problemas reais que eu, você, qualquer pessoa passa ou irá passar em algum momento da vida. Passamos a torcer pelos mafiosos carismáticos e odiar os policiais mauricinhos.

Ó o bandido aê!

Ninguém aguentava mais o herói que dedica sua vida pra salvar o mundo, mas não tem grana pro aluguel no fim do dia. Essa figura do escoteiro está longe da vida comum. Não queríamos mais um rostinho bonito que luta pela justiça, queríamos um homem comum que faria de tudo pra alimentar sua família.

Os Bons Companheiros é um exemplo perfeito desse sentimento. O filme de Scorsese é dos dos melhores de máfia já feito, um dos meus favoritos. Quem não compartilha o maravilhamento de Henry com os luxos daquela vida de gangster? Não, eu não falo do dinheiro… Quem não gostaria de entrar com sua namorada em um restaurante e ser tão bem tratado como ele? Até mesmo a preferência em uma simples fila de padaria, ou saber que outras crianças ajudam sua mãe com as compras por respeito? Na boa, deixa Nova York e o Homem Aranha se explodir, isso daqui é muito mais interessante.

Esses companheiros tinham problemas em casa, com a família, com o trabalho. E não importa se o trabalho era professor ou traficante, o paralelo que suas histórias traçavam com as de um homem comum era o necessário para você se ver ali. Não é por menos que Tony Soprano logo se tornou um fenômeno cultural nos EUA e adorado principalmente em Nova Jersey, onde a série era filmada. Há quem conte que em vésperas de episódios, várias lojas passavam o dia tocando “Woke up this morning” do Alabama 3, música que abre a série.

Tony acordava, tomava seu café, saia de casa e enfrentava uma jornada de trabalho. Tirando o fato de seu escritório ficar no Bada Bing, estavam ali todos os prolemas que muitos enfrentavam todos os dias. E não importava o quão importante você era em seu trabalho, o quão grande era esse homem, quando chegasse em casa teria que ouvir os problemas dos filhos e da esposa. Ou então ao se confrontar com a velha mãe, via que afinal de contas, seus poderes tinham limites. Era essa naturalidade dos problemas que conquistou a todos. De repente, Tony se tornou um personagem tão adorado quanto qualquer membro da família Corleone.

A história do homem comum também foi contada através de Walter White, mesmo se “homem comum” se quer tenha chego perto de qualquer tipo droga na vida. O fracasso e a frustração dividindo espaço com os deveres e obrigações. Quem nunca teve um dia difícil no trabalho e ao chegar em casa, teve que encarar a fatura do cartão de crédito?

Walter era apenas um homem disposto a ser quebrado ao meio para fazer aquilo que ele imaginava ser o correto para sua família. Essa noção é muito pessoal e cada um aqui tem a sua. É por isso que Breaking Bad logo se tornou mais do que uma série sobre tráfico, mas sim sobre um homem e seus limites. Olhe para dentro de si mesmo e faça essa pergunta: até onde eu iria?

Assim como Breaking Bad nunca foi sobre drogas, Sons Of Anarchy passou longe de ser uma obra sobre motocicletas. Elas estavam lá, mas a mensagem sobre família e amigos era muito forte. Jax Teller foi um bandido da pior espécie, sua gangue traficava armas e abriam o caminho para as drogas. Inocentes morreram e pagaram o preço do sangue. Mas você admirava a confiança entre eles, uma conexão mais forte que qualquer coisa. Aquilo que nós sentimos quando estamos rodeados por amigos. Você olha ao seu redor e encontra pessoas que aprendeu a amar e sabe que pode confiar.

Esse tipo de adoração a esses homens difíceis é fácil de explicar e entender. Não, ninguém realmente acha o máximo explodir um asilo ou carregar um homem semi morto no porta malas do carro. Nossos Bons Companheiros da cultura pop falam sobre outras coisas. Entender a importância desses personagens em praticamente tudo que nós consumimos hoje, e as verdadeiras lições que foram contadas com suas história, é o que vale um avatar no twitter.

De qualquer forma, na próxima vez que alguém me perguntar quem é o homem do meu avatar, vou dizer o mesmo que Tony respondeu para a Dr. Melfi: é consultor de gestão de resíduos. Isso resolve?

Do “papel” para as nuvens, o nascimento de uma ideia

Ferramentas que levam as suas ideias as alturas

23 de setembro de 2015

É noite e estou dentro de um ônibus, uma jornada diária do trabalho pra casa. Alguns bons minutos sozinho ao lado de muita gente, tempo que não pode ser simplesmente desperdiçado. Olho pela janela e vejo carros passando e quando menos percebo, estou com as mãos no celular digitando algum texto que pode virar um post no blog ou criando um vídeo para o canal.

Nas redes sociais as timelines tediosas parecem não ter fim. Quando o tédio chega ao auge, uma coceira incômoda nas mãos logo se transforma em mais um texto. É um processo que não dá pra explicar. Sempre surge quando eu não espero e acaba de uma maneira natural. Escrever para o Amigos do Fórum é um grande prazer que tenho há alguns anos.

Além de levar esse blog, também trabalho como editor do maior e mais influente blog de humor do Brasil. Às vezes as 24hrs que a física deu para os nossos dias não são suficientes para que conteúdos sejam criados, então é preciso o mínimo de agilidade e organização para que as coisas funcionem. Durante esses anos trabalhando como um “blogueiro profissional” (e amador também), algumas ferramentas passaram a fazer parte desses momentos criativos que surgem do nada. E elas se tornam parte essencial durante o processo de evolução dessas ideias e textos.

Antes de ser publicado, um texto do Amigos do Fórum viaja por algumas nuvens, faça chuva ou faça sol. Sempre usei editores de texto e não consigo me desapegar, mas chegou um momento que somente eles não davam mais conta do recado. Para nos ajudar nessa difícil aventura a Microsoft lança hoje o Office 2016 com vários recursos que aceleram esse processo criativo. O OneDrive se tornou o meu maior (e mais seguro) HD – possuí desde os meus textos não publicados até as minhas fotos pessoais. O caminho da ideia que nasceu lá no ponto de ônibus é complexo, mas curto graças a tecnologia.

Essa necessidade de mobilidade e não depender mais de um disco físico para armazenar os seus arquivos, faz do Office 2016 um grande aliado para quem curte compartilhar novas ideias – pois, uma vez na nuvem, é só clicar em “share” e enviar para quem quiser. Para um blogueiro como eu por exemplo, é crucial que tudo esteja ao meu alcance e ter o feedback de parceiros e amigos em tempo real.

Afinal, nossa mobilidade depende totalmente dessa integração com o sistema através das nuvens. Além disso a compatibilidade com outras plataformas mobile, como tablets e smartphone transforma o Office 2016 em um aliado poderoso, para que essas ideias nunca se percam.

Não deixe que suas ideias se percam. Coloque-as no “papel”… ou na nuvem. Ou melhor, onde você puder editá-las.

Confira os outros benefícios incríveis clicando aqui.

Capitão América, Senhor das Estrelas, Homem de Ferro e porque o mundo PRECISA de heróis

Na semana em que Chris Evans, Chris Pratt e Robert Downey Jr. mostraram ao mundo que Super Heróis existem e são necessários

13 de março de 2015

Longe do desejo de Hollywood em conseguir milhões, distante das críticas de alguns profissionais do cinema, a parte das discussões nerds a respeito de poderes, estão milhares de crianças que todas as noites, ao colocar a cabeça no travesseiro, sonham com seus super heróis favoritos.

Você foi criança e sabe do peso que eles tiveram (e ainda tem) em nossas vidas. Como é bom imaginar esse mundo, esses caras legais com seus uniformes coloridos voando por aí. Como é incrível simplesmente esquecer a realidade por alguns minutos, fechar os olhos e se deixar levar por um voo por Metrópolis usando sua capa vermelha.

Ser criança é ter um mundo mágico te esperando todos os dias, um mundo onde não existe medo, fraqueza, preconceito, ódio. É um mundo onde você é aquele herói que salva pessoas. E o mundo precisa muito deles, mais do que se imagina.

E nessa semana, três caras que transformaram o sonho em algo palpável mostraram que esse negócio de super herói é muito maior do que a gente imagina. Chris Evans, Chris Pratt e Robert Downey Jr. deram a crianças e adolescentes um pouco de luz e esperança, e isso meu amigo, não tem preço.

Tudo começou em janeiro, quando Chris Evans e Chris Pratt fizeram uma aposta sobre o Super Bowl. Evans torce para o New England Patriots enquanto Pratt é Seattle Seahawks de carteirinha. O perdedor da aposta teria que se vestir do super herói que representa no cinema e ir até um hospital infantil da cidade vencedora. Deu Capitão América e seu Patriots, mas ambos heróis resolveram visitar os hospitais.

Eu fiquei muito feliz quando descobri que eles viriam ao Hospital de Seattle, Guardiões da Galáxia e Os Vingadores são meus filmes favoritos, então eu queria muito conhecê-los. Realmente iluminou meu dia, sou muito fã e eles foram muito gentis em passar um tempo comigo” – Maggie Mittelstaedt, 18 anos

Evans e Pratt vistaram a ONG Christopher’s Haven e o Hospital Infantil de Seattle. Por alguns minutos, crianças que precisam mais do que nunca acreditar no fantástico, tiveram ao seu lado dois super heróis, até então, intocáveis e possíveis apenas em sonhos.

Robert Downey Jr., o cara que simplesmente É o Tony Stark, também mostrou que é muito mais que um gênio, bilionário, playboy e filantropo. Ele foi pessoalmente entregar uma prótese para o pequeno Alex, de 7 anos, que nasceu com má formação do braço direito. O braço mecânico ao melhor estilo Homem de Ferro, é um presente do projeto Limbitless Solutions, que através de impressoras 3D, vem tentando baratear os preços de próteses. O projeto já recebeu apoio da Microsoft.

O pequeno Alex além de ganhar uma prótese TOTALMENTE INCRÍVEL do Homem de Ferro, ainda recebeu a visita do próprio CEO da Stark Industries:

Capitão América, Senhor das Estrelas, Homem de FerroChris Evans, Chris Pratt e Robert Downey Jr. Por alguns instantes, vocês fizeram crianças sonharem mais alto e lembrarem de algo importante nos dias de hoje: super heróis existem.

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