Perdido em Marte ganha episódio fake de Cosmos apresentado por Neil deGrasse Tyson

Ação viral da FOX pra divulgar o filme é pra aplaudir em pé de tão bem feita

27 de agosto de 2015

Em 2014 Neil deGrasse Tyson tinha uma missão nada fácil: substituir Carl Sagan na apresentação de Cosmos. Além do conhecimento científico, era necessário ter uma oratória tão simpática e didática quando Sagan, e assim, levar a ciência e os mistérios do cosmos para nova geração, agora com os pés no século XXI.

O fascínio humano pelas estrelas é algo que faz parte do nosso DNA, mesmo quando a humanidade dava seus primeiros passos, olhar para o céu noturno e se perguntar o qual era nosso lugar nessa vastidão, foi o que nos tornou o que somos. O conhecimento nunca é demais e após a primeira temporada de Cosmos: Uma Odisséia No Espaço-Tempo, temos a certeza que Tyson conseguiu levar adiante o legado de Sagan.

Tyson é desses caras gente boa, que vira e mexe está dando palpito a respeito da ciência de alguns filmes no twitter. Ele já falou sobre Gravidade e Interstellar, e em breve será a vez de Perdido Em Marte passar pelo pente fino científico de Tyson.

Perdido em Marte com Matt Damon é o novo filme de Ridley Scott. A ficção científica que conta a história de um astronauta que é deixado pra trás no planeta vermelho foi baseada no romance de The Martian de Andy Weir. Buscando o interesse do público fã do gênero, a FOX começou uma campanha viral mostrando o diário de bordo do astronauta Mark Watney em vídeos publicados no youtube.

Mas agora em uma jogada SENSACIONAL resolveu criar um episódio fake do programa StarTalk da NetGeo, mas com a identidade visual de Cosmos, ambos apresentados por Neil deGrasse Tyson. Nesse episódio ele aparece falando sobre a missão Ares 3. Ele aparece com o cabelo todo grisalho, com sua simpatia rotineira e toda maestria para nos conduzir através do espaço.

Se Perdido em Marte será um bom filme a gente só vai descobrir dia 1 de outubro dessa ano, mas sinceramente, depois dessa ação de marketing, eu tô é chorando de alegria.

Sensacional.

Novo teaser de Star Wars: O Despertar da Força e… OLHA O FINN COM O SABRE DE LUZ! PQP!

Teaser foi lançado via instagram

27 de agosto de 2015

Uma das magias que envolvem o novo Star Wars sem dúvidas é o mistério envolvendo a história do filme. Ninguém sabe direito o que vai acontecer e ao contrário de outros longas que entregam tudo já nos trailers, J.J. Abrams vem tratando com carinho nossa expectativa e deixando todo mundo DOENTE de curiosidade por esse já histórico 17 de dezembro de 2015.

Um dos mistérios é a respeito dos novos protagonistas Finn e Rey. Quem será o herdeiro da Força? Bom, durante a D23 o primeiro poster oficial do filme foi divulgado e uma coisa muito importante foi mostrada: Finn empunhando o sabre de luz que um dia foi de Anakin Skywalker:

Foi só isso e adeus. Nada oficialmente foi dito e coube aos fãs teorizarem o que isso significa. Alguns dizem que segurar o sabre não significa que o portador é um jedi (Han Solo é um exemplo disso), mas outros argumentam que é uma informação muito importante e jamais colocariam o Finn ali simplesmente segurando o sabre, sem que isso possa dizer algo.

De qualquer maneira, o mistério foi ainda mais fomentado hoje, já que, assim do nada, um teaser bem curtinho de Star Wars: O Despertar da Força foi divulgado no instagram oficial de Star Wars. Nele podemos ver que é Finn que vai duelar contra o vilão Kylo Ren.

There has been an awakening… #StarWars #TheForceAwakens

Um vídeo publicado por Star Wars (@starwars) em

PUTA QUE PARIU! Ele vai sair no pau com o Kylo Ren!

Artes conceituais revelam os dois lados da GUERRA CIVIL do Universo Marvel

Cara, isso é tão maneiro que nem sei por onde começar

27 de agosto de 2015

Logo quando as filmagens de Capitão América: Guerra Civil começaram e as primeiras fotos do sets saíram, deram início as especulações sobre quem ficaria do lado de quem. De um lado, aqueles que apoiam Tony Stark, do outro, Steve Rogers. A primeira escalação de heróis veio através do Latinão, agora, Heroic Hollywood, e nesse post aqui eu mostrei como tudo ficaria. Ao todo seriam 12 personagens ficando 6 pra cada lado.

Mas bastou o primeiro trailer exibido na D23 para essa formação de lados começar a desabar e hoje com a revelação das primeiras artes conceituais de Guerra Civil, temos de fato a confirmação de como fica essa divisão do Universo Marvel.

Visão, Pantera Negra, Viúva Negra, Máquina de Combate e Homem de Ferro.
Homem Formiga, Agente 13, Falcão, Soldado Invernal, Gavião e Capitão América.

O time de Homem de Ferro ficou em desvantagem, mas não esqueça do Homem Aranha que ainda não foi revelado. Já confirmaram que Tom Holland gravou cenas lutando contra o Capitão América, então com ele o time ficaria equilibrado. Em números.

Eu gostei de como tudo ficou e será maravilhoso ver isso acontecendo. Outras imagens também detalham os dois times:


DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

Spin-off de Sons Of Anarchy sem Kurt Sutter? Obrigado, mas eu passo

Segundo EW, Kurt Sutter estaria desenvolvendo o projeto, mas outro cara assumiria seu posto de showrunner

26 de agosto de 2015

O mestre Kurt Sutter, que também era o Otto na série

Poucas séries me despertaram tantos sentimentos quanto Sons Of Anarchy. Todo esse lance de família, amigos e honra enquanto o ronco dos motores eram ouvidos me conquistaram em um nível inacreditável.

O único momento que eu chorei vendo TV foi durante o velório de Oppie, quando Jax abre a janela do seu escritório e mostra a Lyla que ela não está sozinha. Aquela é a família dela. Porra, aquilo me arrepiou do dedão do pé até a nuca, e lágrimas masculinas caíram.

Sons Of Anarchy é filho de Kurt Sutter, um maluco que começou sua carreira como roteirista de The Shield, também do canal FX, e era conhecido por sempre ter as ideias mais insanas entre a equipe. Quando conseguiu ser seu próprio showrunner ele deu vida a SAMCRO. Durante sete temporadas a gente amou, riu, chorou, se despediu de amigos, conheceu novos, o clube passou por muita merda, e quando Jax resolveu abrir os braços na estrada, a história dos Sons terminou.

Acontece que ultimamente histórias estão sendo proibidas de ter fim. O retorno de Maluco No Pedaço, Três É Demais, Heroes, Arquivo X e Prison Break é um belo exemplo disso. Agora é a vez de Sons Of Anarchy voltar, mas através de outra perspectiva e provavelmente com outro nome.

Sutter sempre teve vontade de criar um spin-off de sua obra, talvez para contar a origem do moto clube com os First 9 ou alguma outra sede da SAMCRO. Mas parece que pegaremos a estrada dessa vez com o pessoal dos Mayans, a gangue dos mexicanos. A informação é da EW.

O problema não é trazer a série de volta ou fazer um spin-off. O melhor exemplo que temos é Better Call Saul, que não é apenas um subproduto pra se vender audiência. Vince Gilligan e Peter Gould voltaram a trabalhar juntos no projeto e tocaram a série como showrunners, que muitos ainda não sabem, é quem realmente manda em tudo e toca o barco.

E esse spin-off de SoA mal nasceu e é problemático. Sutter não terá tempo para cuidar e se dedicar 100%, já que está envolvido em outro projeto, o The Bastard Executioner também do FX. Resumo da ópera: teremos o “retorno” de SoA, mas sem a mentre doentia do Sutter. Você realmente quer que isso aconteça?

Bom, eu passo.
Muito obrigado pela tentativa, mas não.

O início da merda em Fear The Walking Dead

E o spin-off de The Walking Dead já está entre nós

25 de agosto de 2015

Nova personagem do Pânico: zumbigata

Todo mundo adora zumbi e The Walking Dead é o grande provedor de sangue e vísceras do momento. Obviamente um sucesso tão grande e com uma desculpa na manga, não demorou para que Robert Kirkman, Dave Erickson e a AMC dessem início ao primeiro spin-off da série. Nasce Fear The Walking Dead, dessa vez deixando os intermináveis campos da Georgia de lado e partindo para as ruas de Los Angeles.

A série estreou em vários países ao mesmo tempo e quebrando alguns recordes: somente nos EUA foram mais de 10 milhões de pessoas acompanhando o início da infestação zumbi. Enquanto na série mãe somos jogados dentro desse universo podre juntamente com o Rick (a cena inicial do hospital é até hoje a melhor coisa feita em TWD), aqui vamos acompanhar como toda a merda começou através do ponto de vista de uma família cheia de pequenos conflitos internos. Afinal, os zumbis em The Walking Dead sempre foram o background para outras histórias serem contadas.

Apesar do ritmo que privilegiou esses tais conflitos familiares e nos apresentou cada um dos protagonistas, Fear TWD pode ter uma carta na manga e nos contar diversos momentos que envolvem a queda da civilização como conhecemos. Bora falar sobre esse piloto no VLOG DO FÓRUM?

Se daqui a pra frente o filhote de TWD vai se comportar e caminhar com as próprias pernas, é algo que só iremos descobrir lá no final da temporada que conta com apenas 6 episódios.

Mad Men: esqueça a publicidade

Esqueça esse papo que Mad Men é sobre publicidade e publicitários

24 de agosto de 2015

Uma das grandes jogadas da nova era de boas produções para a TV é dar ao espectador uma desculpa para ele começar a acompanhar uma série. Sopranos é sobre máfia, Breaking Bad sobre tráfico de drogas, The Wire é sobre um departamento policial e por aí vai. Porém bastam alguns episódios para ele perceber que caiu em uma armadilha e o que está sendo exibido ali é muito mais do que simples mafiosos socando a cara de alguém ou um professor de química que derrete corpos em ácido.

Ainda assim é fácil você convencer aquele seu amigo a ver uma série sobre “um grupo de motoqueiros chamado Sons Of Anarchy“. Agora tente imaginar como é pra alguém que nunca ouviu falar de Mad Men se interessar pela série que fala sobre “a publicidade nos anos 60“. Eu fui um desses que torceu o nariz durante muito tempo, até arrisquei a ver alguns episódios, mas logo desisti. Bem, eu comecei a ver Mad Men pelos motivos errados e não quero que isso aconteça com vocês, queridos amigos do fórum.

É claro que a publicidade, as agências e a vida banhada a coquetéis e defumada por cigarros dos publicitários está ali, mas Med Man é um retrato brilhante de uma época que muitas vezes parece ter sobrevivido a algumas mudanças. Através de um roteiro espetacular, ambientação única e um elenco desses que você não consegue encontrar um favorito, Mad Men te convida pra ouvir histórias de pessoas. Só isso, afinal, toda produção minimamente decente tem como seu forte as histórias que envolvem seus personagens.

Antes de ganhar vida na AMC (e revolucionar o canal que um dia traria ao mundo Breaking Bad), Mad Men passou um bom tempo dentro de uma pasta, perambulando de estúdio em estúdio, sendo carregada por Matthew Weiner, seu criador e realizador.

A jornada de Weiner para de criar Don Draper, um dos mais instigantes personagens já feitos pra tv, começou um pouco antes na HBO, ao lado de David Chase. Weiner trabalhou como roteirista de Sopranos e até se tornou produtor executivo. Essa experiência foi vital para que Mad Men ganhasse corpo e não da pra imaginar a agência Sterling Cooper funcionando sem a influência de um certo gordinho mafioso.

Mad Men é uma dessas séries que tem seu próprio tempo, tanto que os mais ansiosos para ver as grandes sacadas de Don podem se decepcionar e desistir rápido. Mas aqueles que se interessam pela análise e leitura de personagens, vão encontrar um verdadeiro banquete. E o que não falta são opções.

A começar pelo próprio protagonista, Don Drapper, um homem que faz jus a essa era de anti heróis que começou lá em 1999. Enquanto Tony tinha seus excessos e Walter White seu ego destrutivo, Don permanece calado e nos deixando a todo tempo confusos em relação a sua próxima jogada. Ou até mesmo sua próxima frase. É delicioso acompanhar sua jornada pessoal em busca de sabe-se lá o que.

E assim como Weiner um dia foi pupilo de David Chase, a série nos apresenta Peggy Olson, a secretária de Don Draper que começa a pequena escalada dentro de agência, mostrando que o machismo não se limita ao assédio a novas secretárias. Em menos de duas temporadas Peggy já se mostra um dos personagens mais bem escritos da história e sua importância dentro e fora do contexto da série é incalculável.

Se em 2015 a discussão sobre salários iguais para homens e mulheres rouba a cena na entrega do Oscar, no começo da década de 60 isso não era nem cogitado. Peggy sofre com a falta de reconhecimento, confiança e tudo que você possa imaginar.

A série ilustra em pequenos momentos essa cultura machista que rebaixa a mulher mesmo quando é dela as melhores ideias. Um exemplo é quando ela sozinha cria e apresenta uma nova campanha e pouco depois precisa ouvir bronca do técnico da máquina de xerox.

Don e Peggy são apenas o vagão condutor de uma locomotiva de excelentes personagens. O frustrado Pete Campbell, a solitária Betty Draper, a encantadora Joan Holloway… todos vagões de um trem que vai cruzar uma época que às vezes assusta pelas diferenças, mas também ainda assombra nossos tempos.

Você ri de vários absurdos. Por exemplo, como achar normal quando o aviso de “Proibido Fumar” no avião se apaga e Don acende seu cigarro? Mas também outros choques de realidade passam despercebidos já que eles ainda estão cravados em nossa sociedade, como os poucos negros que aparecem na série não passarem de garçons, porteiros e empregadas domésticas.

Mad Men é uma viagem de volta há 50 anos no calendário. Roupas diferentes, médicos que fumam, televisão preto e branco. São tantas coisas que a humanidade deixou pra trás. O difícil é aceitar que certas coisas ainda continuam. Esqueça a publicidade, você pode até ser convencido por Don Draper que fumar Lucky Strike é maneiro demais, mas acredite, Mad Men é muito, mas muito mais do que isso.

As séries que o Quentin Tarantino anda vendo, as que ele ama e odeia

Nosso diretor favorito falou sobre o mundo da tv

24 de agosto de 2015

Outro dia vendo Banshee brinquei que às vezes a série me lembra o Tarantino. Não sei explicar ao certo o motivo disso, mas algumas pessoas acabaram concordando comigo. Deve ser pelos personagens fodas, as porradarias muito bem coreografadas e o excesso de sangue. Enfim, a comparação é boba e não veja Banshee achando que verá algo de Pulp Fiction ou Kill Bill. Mas se você ver irá entender o que eu tentei dizer. ENFIM.

Esse ano na Comic Con durante o painel sobre seu novo filme “Os 8 Odiados“, Tarant’s falou que gostaria de ter um projeto para a televisão. Não consigo nem imaginar como isso seria do caralho. Ele bem que poderia seguir os passos de Steven Soderbergh que dirigiu todos os 10 episódios da primeira temporada de The Knick. Ou pelo menos dirigir algum piloto como o Scorsese fez com Boardwalk Empire.

Enquanto esse momento não chega, a gente pode pelo menos ter uma ideia do que é bom/ruim segundo Quentin Tarantino. Em entrevista ao site Vulture ele respondeu a pergunta: o que você assiste na tv?As duas últimas séries que eu assisti foram Justified e How I Met Your Mother” respondeu o diretor que depois voltou os olhos para duas séries da HBO.

True Detective segundo Tarantino:

Eu tentei assistir ao primeiro episódio da primeira temporada, e não me interessei de forma alguma. Eu achei que foi bem entediante. E a segunda temporada parece que foi horrível. Só de ver o trailer – todos esses atores lindos tentando não ser lindos e andando por aí parecendo que estão carregando o peso do mundo nos seus ombros… É tudo tão sério, e eles estão tão sofridos, com olhares miseráveis e seus bigodes e roupas sujas

The Newsroom segundo Tarantino:

Essa foi a única série que eu vi três vezes, literalmente. Gostava de ver às sete horas de domingo, quando o novo episódio chegava. Então, depois de acabar, vi-a mais uma vez. Geralmente acabava a ver mais uma vez durante a semana, apenas para puder ouvir os diálogos mais uma vez

SE O TARANTINO FALOU QUEM SOU EU PRA DISCORDAR! Mas eu discordo sobre True Detective e eu gostei tanto da primeira quanto da segunda temporada. Já The Newsroom ele explicou bem o sentimento em relação a obra de Aaron Sorkin. O diálogos são incríveis e você realmente tem essa vontade de rever, e rever, e rever…

Mas ô Tarantino, eu sei que você anda sem tempo, mas tem muita coisa boa pra você ver. Depois me segue no twitter que eu te passo umas dicas.

Topo ^