Você já pode assistir ao conteúdo da Amazon em modo offline

Amazon Prime Video sai na frente e oferece uma opção desejada por todos os fãs do Netflix

2 de setembro de 2015

Eu ainda não entendia muito bem o conceito do Netflix quando lá em 2012, resolvi deixar alguns episódios de Breaking Bad carregando para que eu pudesse ver durante minha viagem de 8 horas, que sai de São Paulo até meu amado interior do Paraná. Bom, pra minha tristeza eu descobri que o serviço não tinha a opção de visualizar offline. Sofri calado.

Três anos depois e o gigante do streaming continua não tendo essa opção. O que é uma pena, afinal, quem não gostaria de ver um episódio ou outro de Narcos no trânsito? Ou em alguma viagem? Se seus dados do celular já acabam antes mesmo de você conseguir postar um tuite, imagina carregando um vídeo… Mesmo com o wi-fi free se tornando cada vez mais fácil de se achar, convenhamos que ainda tá longe do perfeito.

Pensando nisso a Amazon Prime Video resolveu sair na frente e passou a disponibilizar em modo offline seus vídeos, igual o Spotify faz com suas músicas. Você pode baixar o conteúdo que deseja em qualquer aparelho e consumir quando quiser. Só tem duas más notícias: a primeira é que devido aos royalties pagos (e calculados) através do tráfego, alguns conteúdos permanecem sem a opção. Aqui tem uma lista exata do que já se pode ver no modo offline. A segunda você já sabe: o serviço ainda não tem planos de chegar ao Brasil. E não pense que é por falta de vontade, a maior barreira infelizmente são os altos preços pagos para licenciamento de filmes e séries.

Transparent é para a Amazon o que House Of Cards foi para o Netflix

Mas a Amazon não está só sentada esperando que a moçada assine seus serviços. Eles estão trabalhando duro na produção de conteúdo original e investindo muita grana no negócio. Ao todo já são 9 projetos em andamento (clique aqui e conheça), entre eles a já aclamada Transparent, vencedora do Globo de Ouro e indicada ao Emmy por Melhor Comédia.

Enquanto a Amazon lança essa opção que certamente vai agradar e muito os assinantes (e bem provavelmente atrair novos), a porta voz do NetflixAnne Marie Squeo, falou sobre a possibilidade disso chegar por lá: “A possibilidade de oferecer o streaming em qualquer lugar, graças à evolução da internet e maior disponibilidade de redes Wi-Fi torna desnecessário o download de conteúdo (…). Nosso foco está em entregarmos a melhor experiência de streaming”.

Ou seja: não vai ser dessa vez.
Por enquanto resta para nós, brasileirinhos sofridos, torcer para o sucesso da Amazon em suas produções originais e que o serviço, assim com outros, cheguem por aqui. Concorrência faz bem pra todo mundo.

Via Meio Bit

Para Steven Spielberg, os super heróis terão o mesmo destino que o faroeste

O profeta do apocalipse Steven Spielberg

2 de setembro de 2015

Assistindo a Mad Men volta e meia me pego pensando em como tudo em nossa sociedade é um ciclo. Moda, música, cinema, hábitos alimentares e até mesmo opiniões. Basicamente tudo tem seu tempo e se você notar, nem mesmo na internet estamos blindados disso. Não muito tempo atrás os memes “reaction faces” eram usados a exaustão e hoje ninguém mais se lembra. O orkut? MSN? Nem se fale.

A cultura pop também tem dessas. Na década de 60 Sergio Leone trazia um novo conceito ao western com seu velho oeste filmado na Europa. Poucos poderiam imaginar que anos mais tarde o gênero que deu vida a Trilogia dos Dólares praticamente iria sumir das salas de cinema.

Nesse exato momento da história vivemos uma explosão de blockbusters com super heróis. Apesar de não ser um gênero específico, isso pouco importa quando se olha o panorama geral, com mais de 20 filmes programados até 2020 apenas dos dois principais estúdios. Esse barulho que os personagens de quadrinhos vem causando na indústria desperta os mais diversos tipos de reações em alguns críticos e cineastas, que volta e meia detonam esse “gênero”.

Dessa vez quem resolveu voltar a tocar no assunto é Steven Spielberg, diretor famoso justamente por dar ao público um bom cinema pipoca. Dois anos atrás ele disse que Hollywood caminhava para uma implosão devido a esses filmes com orçamentos milionários. E agora enquanto promove seu novo longa “Ponte de Espiões“, ele foi questionado se ainda pensava o mesmo. Aí ele soltou:

Nós estavamos por aí quando o Faroeste morreu, e haverá um tempo em que os filmes de super-heróis terão o mesmo destino

Spielberg também disse que nada impede que daqui alguns anos novos filmes de velho oeste ou super heróis sejam feitos. Nunca se sabe quando alguém irá resolver prestar uma homenagem, mas uma coisa é certa: em algum momento olharemos pra trás e iremos lembrar dos anos 10 do século XXI como o auge da histeria com super heróis na tela grande.

Estaremos velhos e comentando como era boa aquela época onde a cada ano tínhamos até 5 filmes de super heróis no cinema… e ainda assim a gente passava o tempo reclamando de um monte de coisa.

O fato é que Spielberg não deixa de estar certo. Mesmo filmes como Homem Formiga e Capitão América: Soldado Invernal sendo completamente diferentes (um é praticamente uma comédia enquanto outro um filme de espionagem), o fato é que o público mesmo tá pouco se lixando. A moçada quer ver super herói e não importa se eles estarão em um suspense, terror, ação, comédia e quem sabe faroeste.

Bom, se a profecia do Spielberg se cumprir a respeito dessa morte horrível do cinema com heróis, espero pelo menos ter boas lembranças pra contar pros meus netos.

Idris Elba, o James Bond das ruas

Polêmicas a respeito do PROVÁVEL papel continuam

1 de setembro de 2015

Sinceramente nunca fui muito ligado ao James Bond e filmes de ação nunca foram lá meus favoritos. Já meu pai adorava e me lembro bem dele curtindo muito o Bond pra lá e pra cá. De memória não me lembro de NENHUM filme do agente, mas enfim, segue o jogo.

O fato é que James Bond é um dos grandes personagens do cinema, com milhares e milhares de fãs e praticamente patrimônio da cultura pop. Seus novos filmes são grandes eventos e todo mundo espera por eles. Aliás, tem um pra estrear em breve: 007 contra Spectre chega em novembro e provavelmente é o último filme com Daniel Craig no papel do agente secreto. E sempre que o reinado de um 007 acaba, o de outro começa. Ai fica no ar quem será o próximo…

Outro dia vi um boato que o Damian Lewis, nosso querido Nicolas Brody de Homeland, estaria cotado pro papel. Mas sua provável escalação nem de longe chegou perto das polêmicas (puta merda, polêmica…) envolvendo o nome de Idris Elba. O motivo você sabe: James Bond é caucasiano, é algo canônico, nossa senhora do céu se mudar isso e etc.

Os boatos envolvendo o nome de Idris Elba começaram no final de 2014, quando os e-mails vazados da Sony mostravam que o chefão Amy Pascal gostaria de vê-lo no papel. Isso bastou pra começar a onda do “não sou racista, mas…”. Todo mundo, claro, tem uma explicação super lógica para não querer o cara no papel, como se de alguma forma ele estivesse praticamente implorando pra isso acontecer.

Sir Roger Moore foi o terceiro James Bond do cinema e um dos primeiros a dar pitacos sobre uma escolha que nunca sequer foi cogitada além dos e-mails do Sony Hack. Ele disse que o personagem precisa ser “inglês-inglês” e isso bastou para muitos chegarem na voadora. Não demorou pra Roger Moore vir a público se explicar. A bola da vez é o autor do próximo livro do 007Anthony Horowitz, que classificou Elba como muito “das ruas” para o posto. BOOOM! Mais uma vez o nome de Idris Elba está no meio dessas polêmicas imbecis envolvendo o personagem.

É como se de alguma forma o cara passasse a vida esperando pela misericórdia dos fãs dos filmes para conseguir o sonhado papel de James Bond. Se por um lado isso deve ser difícil pro Idris Elba tem que ouvir muita gente dando pitaco por um emprego que nem é dele, por outro, esse tipo de discussão pode ser saudável pra uma galera que ainda insiste em viver no século 19.

De fato pouco importa a cor de qualquer personagem, a menos claro que exista um baita contexto histórico. No mais, o que muda o Homem Aranha ser negro ou o Superman asiático? Sempre que essas acaloradas discussões surgem, pelo menos alguns saem com as ideias mudadas ou aquela pulga atrás da orelha. “Será que eu realmente tô sendo preconceituoso e não estou percebendo isso?“.

Um belo exemplo recente foi quando a página de Star Wars respondeu a um comentário machista a respeito da armadura da Captain Phasma, vivida por Gwendoline Christie. Pode parecer pouco, mas te garanto que muito moleque parou pra pensar no assunto.

Enfim. Enquanto mais pessoas pensarem na questão de diversidade e mais se discutir isso, menos bobagens serão passadas a diante. Em relação ao Idris Elba… bom, o cara é um baita ator que viveu um dos meus personagens favoritos em série, o Stringer Bell de The Wire. Se você estiver afim de conhecer um trampo foda do cara atualmente recomendo a série Luther (já falei sobre ela aqui).

ALÉM DISSO, QUEM MAIS PILOTA UM JAEGER SOZINHO E SALVA O MUNDO DO APOCALIPSE?

Pode tentar James Bond, você nunca fará algo parecido.

Apple estaria se preparando para entrar no ramo das séries originais

A Maçã quer tudo. Inclusive alguns Emmys

1 de setembro de 2015

Nunca entendi direito a idolatria dos fãs com os produtos da Apple até comprar meu primeiro iPhone. Não que eu tenha me tornado um “fanboy” da marca, mas após usar qualquer produto deles você entende esse amor. Quem tem Macbook não quer trocar, quem usa iMac nunca mais coloca seus dedos em uma caixa com Windows. Uma maçã estampada em qualquer produto é sinônimo de qualidade.

A Apple tem um histórico de revoluções na tecnologia de dar inveja. Só no século XXI mudou a maneira como se consome e vende música e também deu outra utilidade para um telefone celular. E agora uma matéria na Variety aponta que o próximo passo é entrar na briga pelo streaming de séries e filmes.

Dia 9 de setembro rola o evento anual da Apple

Não é de se espantar uma notícia assim, já que outras empresas, que até então não tinham nada a ver com o assunto, começaram suas produções originais. Exemplos recentes são a Amazon (Transparent) e a Playstation Network (Powers). Segundo informações da reportagem, a Apple já teria dado a missão para Eddy Cue sair em busca de contratos e programação e 2016 seria o ano que tudo começaria.

A Apple já conta com o iTunes onde se é possível comprar filmes e parece que foi assim que o interesse pela produção original começou, há alguns anos. Não será a primeira vez que a Maçã entraria em uma área diferente para ganhar uma fatia de um mercado em expansão, não se esqueçamos do Apple Music que está aí.

Dia 9 de setembro teremos o evento anual da marca e vamos torcer para que alguma coisa seja dita sobre isso. Afinal, o que não falta pra empresa do nosso saudoso Jobs é DINHEIRO.

Netflix deixa de lado grandes sucessos para investir em conteúdo original

É o serviço de streaming repetindo a fórmula que consagrou as redes de TV a cabo

31 de agosto de 2015

Beasts of No Nation marca a estréia de filmes originais

Muito antes de ser conhecida como a emissora que deu vida a séries originais como Game Of Thrones, The SopranosBand Of Brothers (citando apenas esses três você entende o nível da coisa), a HBO foi uma emissora praticamente “refém” de conteúdo de terceiros, chegando até ser piada na década de 80 por exibir a exaustão os filmes de seu catálogo. Cansada da pressão dos estúdios a emissora resolveu partir para uma revolução que mudaria pra sempre a história da tv.

Essa decisão foi certeira para que um dia David Chase criasse The Sopranos e em pouco tempo, séries como Six Feet Under, The Wire, Deadwood passassem a ser a grande atração do canal que criou o bordão “Não é TV!“. Investir em produções originais também foi o que impulsionou outros canais como a FX (The Shield) e AMC (Mad Men). Mesmo não deixando de exibir grandes filmes, o sucesso e o reconhecimento vieram através de produções originais, seja ela séries, mini séries ou documentários.

E quem parece estar cada vez mais entendendo isso é o Netflix, que pra mim, é tão importante para a revolução do conteúdo na TV como a HBO foi um dia.

Em 2012 entrou para o catálogo do Neflix uma série norueguesa estrelada por Steven Van Zandt (nosso eterno Silvio Dante de Sopranos) chamada Lilyhammer. Essa estréia marcaria uma das maneiras do Netflix “fazer” conteúdo original: o serviço na verdade compraria os direitos de distribuição de outros estúdios, produtoras ou até canais de tv, assim como fez recentemente com Better Call Saul (que é produção da AMC).

Pouco tempo depois finalmente chegaria a série divisora de águas que colocaria o Netflix no mesmo nível de canais a cabo de prestígio, no que diz respeito a conteúdo original, e entrando pra história da TV. Afinal, como um serviço online conseguiu dar vida a algo do patamar de House Of Cards?

House Of Cards seguiu o mesmo caminho que várias séries consagradas e antes de Frank Underwood quebrar a quarta parede através de um streaming, ele foi rejeitado por vários canais. O Netflix entendeu que poderia ser uma excelente escolha trazer a série pro seu catálogo e encomendou de cara duas temporadas. Aí coube a David Fincher, com dinheiro em mãos, fazer todo o resto. House Of Cards sozinho colocou o Netflix nos holofotes de conteúdo original e de lá pra cá só veio coisa boa: Orange Is The New Black, Demolidor e mais recentemente, a excelente Narcos.

Hoje em dia uma série original do Netflix já é tão esperada quanto de qualquer canal a cabo, e volta e meia você se depara com alguma coisa nova ao logar em sua conta. E o mesmo já começa a acontecer com documentários e filmes. Em breve teremos uma enxurrada de Adam SandlerBrad Pitt vai estrelar um longa metragem de 60 milhões de dólares, O Tigre e o Dragão vai ganhar uma continuação e Cary Fukunaga (True Detective) vai dirigir Idris Elba em Beasts of No Nation.

O Netflix não quer depender de ninguém

A mensagem é clara: o Netflix não quer depender de ninguém para atrair novos assinantes e manter os atuais. Ela quer ser conhecida pelo seu catálogo original primeiramente. E uma prova desse processo é uma postagem recente no seu blog oficial, onde Ted Sarandos (diretor de conteúdo) confirma o fim de contrato com a Epix, canal de tv que detém os direitos da MGMLionsGate. Com isso diversos blockbusters sairão do catálogo, como Jogos Vorazes e Transformers.

O motivo? Um só: investir mais dinheiro em produções originais. Ted diz que entende que os assinantes gostariam de filmes mais recentes no catálogo, mas como o próprio diz “o Netflix também“. Não é fácil conseguir filmes recém lançados e a concorrência também é um impedimento. Ted diz que os mesmos filmes estão disponíveis em outros canais o que acaba se tornando pouco interessante.

O Netflix está cada vez mais percebendo com o jogo funciona e a maneira de distribuir e consumir conteúdo também. Essa revoluções são importantes e apenas uma pessoa sai vencedora: você. Basta lembrar que apenas com a Marvel, o Netflix vai produzir uma série original a cada 6 meses.

 

O brilhante início de Narcos

Sob o comando de José Padilha, o narcotráfico colombiano ganha ritmo de Os Bons Companheiros

28 de agosto de 2015

Na virada do século um certo gordinho resolveu procurar ajuda de uma psiquiatra após um ataque de pânico. Durante 7 temporadas tentamos entender como esse gordinho conciliava família e negócios. Seria apenas uma história comum se não fosse o detalhe que o tal gordinho é Tony Soprano e seus negócios são a máfia.

O estrago que Sopranos fez na tv nunca mais teve conserto. A partir dali o espectador aceitaria que um criminoso entrasse em sua sala e passaríamos a entender melhor o “outro lado”. De lá pra cá tivemos professor de química, congressista, publicitário e até garotas presas. Passamos a lidar com homens e mulheres difíceis, conhecer seus demônios e admirá-los.

Acontece que agora a ficção se depara com um dilema: a realidade. Pablo Escobar existiu, matou, traficou e é provavelmente o maior bandido do século XX. Estamos mesmo preparados para aceitá-lo dentro das novas regras da tv?

Em seu primeiro episódio, Narcos não deixa claro se Escobar, vivido por Wagner Moura, será essa figura clássica do anti herói, onde suas ações não acontecem sem um porque e claro, você sempre fica do lado dele. Equilibrado ao mostrar o início do império de cocaína de Escobar, mas também as consequências que as drogas trouxeram para Miami, José Padilha conduz um episódio memorável com uma narrativa ao melhor estilo de Os Bons Companheiros.

Dinâmico e também didático, o piloto não perde tempo para mostrar como Escobar ascendeu de um mero contrabandista para o maior traficante do mundo. Wagner Moura está excelente no papel e consegue, mesmo de chinelo de dedo, transpirar um temor digno do poder de seu personagem.

José Padilha e Wagner Moura

Esse poder é perfeitamente mostrado nesse início de série. Padilha primeiro nos apresenta Escobar como um homem astuto, sempre a frente de todos e com uma habilidade única para os negócios. Mas já cansamos de aprender que só isso não basta para esse tipo de ramo e a sequência final, quando ele invade uma delegacia apenas de chinelo, mostra que pra ser o homem que chegou a lucrar com seu cartel cerca de 60 milhões de dólares por mês, Escobar precisava cruzar aquele limite que muitos homens não conseguem.

Narcos começou bem e quero apreciá-la aos poucos.
Espero vocês aqui no Amigos do Fórum para uma série de reviews, mesmo eu sabendo que vocês logo consumirão a série em um fim de semana.

Quero entender com calma como Pablo Emilio Escobar Gaviria ainda é essa figura quase mística na Colômbia. Tão irreal às vezes quanto um Tony Soprano ou Walter White.

Tente não ficar ansioso para “Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados” com esse trailer dublado

Lindo! Lindo! Lindo!

28 de agosto de 2015

Apesar de alguns fãs torcerem o nariz para a Saga de Asgard, sempre gostei dessa mudança de ambientação no desenho. Quando Shiryu, Hyoga, Shun, Ikki e O OUTRO viajaram para as terras geladas do norte, nós, pequenos cavaleiros da década de 90, fomos apresentados a essa nova mitologia. Gosto muito das lutas, dos personagens e de como construíram tão bem o visual dos Guerreiros de Odin.

Pra mim, assistir a esse trailer de Cavaleiro do Zodíaco: Alma de Ouro, foi um retorno a essa época, principalmente pela dublagem brasileira que é DO CARALHO! Não adianta, essas vozes fizeram parte da minha infância e ouvi-las novamente é sempre um prazer.

Se liga e tente não se emocionar:

Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados chega no dia 9 de outubro para PC, PS3 e PS4.
EU QUERO!

Topo ^