Visão e Homem Formiga aparecem no primeiro comercial de “Capitão América: Guerra Civil”

Primeiro spot de tv de Capitão América Guerra Civil coloca dos dois times lado a lado

7 de fevereiro de 2016

CADÊ O HOMEM ARANHA?

Bem amigos da rede internet, não foi dessa vez. No primeiro comercial de Guerra Civil temos duas carinhas novas: Visão e Homem Formiga, o Aranha pra variar ficou de fora. Mas não fique triste. Apesar de curto, o comercial está CHEIO de cenas inéditas.

Repetindo o que já disse aqui antes: EU ACREDITO EM GUERRA CIVIL! Tem tudo pra ser um baita filme, vamos que vamos Irmãos Russo!

CLIMA DE SUPER BOWL

Você pode aproveitar e tuitar os emojis do filme. Olha que fofos!

5 filmes de terror que são mais assustadores que o próprio Carnaval

Vai ficar em casa no carnaval? Eis 5 filmes pra você ver nessa folga

6 de fevereiro de 2016

2015 foi um ano revelador para esse que vos escreve. Sempre tive certo preconceito com o terror atual, filmes que baseiam mais em sustos que outra coisa. Esquecem que o medo vem através da ansiedade de algo acontecer, da tensão, da expectativa. Terror bom é aquele que mexe com o emocional e psicológico, que de uma maneira ou de outra, te desafia.

Descobri vários bons filmes de terror quando resolvi procurar em produções mais independentes ou fora de circuito. Então resolvi compartilhar com você, que está nesse momento no conforto do LAR, cinco bons filmes de terror que são bem melhores que qualquer bloco.

Da o play:

Review dos filmes aqui no blog:

It Follows
Good Night Mommy
The Nightmare
The Babadook

BOM CARNAVAL!

Sylvester Stallone MERECE o Oscar por Creed: Nascido Para Lutar

Tudo bem que já falamos que Oscar não é sobre merecimento, mas f#da-se, da logo pra ele!

3 de fevereiro de 2016

Ted me disse que em grego a palavra Nostalgia significa a dor de uma velha ferida. É um aperto no coração mais poderoso do que a própria memória“. São palavras de Don Draper no episódio The Wheel em Mad Men. Cínico que não acredita em nada do que diz, Don tenta vender seu produto explicando o que significa o sentimento de nostalgia. De fato, a nostalgia é isso, algo que dói ser revivido seja pelos mais variados motivos.

Assim, sempre que olhamos para uma fotografia somos transportados para aquele lugar novamente. Nós sabemos que ali houve o registro de um momento especial. É por isso que uma montanha russa de sentimentos acontece quando revemos fotos de nossos aniversários quando crianças. O mesmo vale para filmes. O apego emocional que temos com certas obras é tão poderoso que fica difícil ter qualquer senso crítico quando falamos sobre ele.

E como Don Draper que transformou esse sentimento em produto, Hollywood também sabe muito bem dessa nossa fraqueza. Um exemplo é a nova onda de reboots, remakes e continuações de clássicos, que de algum modo caminharam junto com uma enorme geração de crianças e adolescentes. É um resgate de uma velha ferida que dó ir novamente, afinal, qual adulto não se lembra da primeira vez que viu Rocky?

Creed: Nascido Para Lutar é um belo filme que sabe trabalhar com cuidado essa nostalgia. Ao dar continuação ao legado de Rocky, o diretor Ryan Coogler presta uma bela homenagem ao melancólico personagem de 1976 e resgata esse desejo nosso de superação, de lutar, da força de vontade, da obstinação.

Mas Creed é mais do que apenas um recomeço ou reboot, é também a consagração da história de um homem que apanhou (e como apanhou) da vida e continua em pé. Firme. Sylvester Stallone emociona ao espectador que cresceu assistindo aos filmes de Rocky Balboa porque consegue dar vida ao personagem. Você sente a dor, a solidão, o recolhimento, a amargura. Sente que o tempo passa e realmente ninguém bate mais forte do que a vida.

Mas lutar não significa bater. Lutar significa ficar em pé, vez a pós vez, mesmo que o mundo queria que você permaneça no chão. A atuação de Sly é mágica, resgata um caminhão de sentimentos e mostra que nem mesmo o campeão dos campões está acima das porradas do tempo. Ele viu sua esposa partir, seus amigos envelhecerem e morrerem e seu filho buscar seu próprio caminho. Mas ele ainda está em pé.

Se o Oscar não é sobre merecimento, foda-se. Sylvester Stallone merece o de Melhor Ator Coadjuvante. Se aquele discurso no vestiário não o convencer disso… nada mais pode.

A TV a cabo perdeu 1 milhão de assinantes. A culpa é de quem? | Podcast BADA BING!

Seria o Netflix o principal culpado? Ou existem outros fatores?

2 de fevereiro de 2016

É culpa do Netflix a tv a cabo ter perdido 1 milhão de assinantes no último ano aqui no Brasil? Será que é tão simples assim? O que leva uma pessoa a cancelar seu plano de assinatura?

E o que o ataque em massa das operadores contra o Netflix pode resultar para nós, assinantes do serviço? Bom, sente-se no balcão e faça parte do BADA BING!

Ouça através do player:


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O que Black Mirror e o youtuber que cortou a placa tem em comum?

O episódio "Fifteen Million Merits" de Black Mirror pode nos dizer muita coisa sobre o caso

1 de fevereiro de 2016

Quando um canal atinge a marca de 100 mil inscritos, o proprietário pode pedir ao Youtube que lhe envie o famoso “botão de prata“, uma espécie de medalha para o mérito alcançado. Um símbolo para tanto esforço: você se dedica ao conteúdo, sua a camisa e como recompensa, o site manda pra sua casa um botão.

Como atingir a marca até algum tempo atrás era algo raro no Youtube brasileiro, criou-se uma espécie de culto a esse botão. Se alguém consegue a proeza de ter 100 mil inscritos, é preciso materializar tal marca para que seja exposta para todos. Assim, quando no final de 2015 o youtuber Aruan quebrou seu “botão de prata” foi como cuspir na cruz, o culto foi quebrado. A comunidade do site criou um alvoroço em cima disso, colocando o ato do garoto como “falta de respeito” o que gerou uma corrente de dislike.

Em Black Mirror o segundo episódio da primeira temporada “Fifteen Million Merits” narra uma história parecida. Mas pra entender onde Aruan se encaixa no contexto do episódio, é preciso ir a fundo na mensagem passada. Afinal, como já aprendemos, Black Mirror oferece uma isca na superfície e só quem é fisgado pode mergulhar a fundo e tentar entender de fato o que Charlie Brooker quis nos contar.

Aberto a interpretações (como tudo em Black Mirror), a prisão que os personagens de “Fifteen Million Merits” pode facilmente ser lida como a nossa própria prisão, afinal, o espelho negro que o próprio título da série sugere, está presente em nosso dia-a-dia mais do nós mesmos podemos perceber. A tela fria e escura de uma tv ou smartphone é a prisão que oferece incansavelmente um único produto: o entretenimento.

É estranho perceber como a tecnologia nos afasta de momentos de silêncio ou de uma solidão com nós mesmo. Antes de dormir damos uma olhada no celular, assim que acordamos checamos redes sociais, email e notícias. Ouvimos música, vemos tv, ouvimos podcast, olhamos o twitter e postamos no facebook. Pausa para curtir: vamos ao cinema ou assistimos ao Netflix ou Youtube. O dia passa e você nem percebeu que não conseguiu ficar 15 minutos sem algo para te entreter. Pra testar isso, basta notar a ansiedade ridícula que bate quando ficamos sem energia elétrica.

Em “Fifteen Million Merits” para se ter acesso a esse mundo mágico da diversão contínua, é preciso pedalar. Pedaladas essas que são convertidas em pontos que podem ser trocados por comida ou entretenimento. É um círculo vicioso sem fim, quanto mais você consome mais precisa pedalar e quanto mais pedala, mais pontos tem para consumir. O dia nasce e se põe e você foi bombardeado por opções de lazer através de uma tela.

É algo que não está tão distante assim de nós. Pagamos para não ter publicidade, mas mesmo assim não conseguimos fugir dela. Gastamos dinheiro em acessórios online de jogos. Compramos aplicativos inúteis. Assinamos tv a cabo e não assistimos mais do que quatro canais. É como se estivéssemos preso a um sistema impossível de sair. Como se fossemos obrigados a jogar a favor.

Sem perceber, tudo que amamos vai se tornando um produto. O dia das mães é especial porque você ama sua mãe ou porque aprendeu que é preciso presenteá-la nesse dia? Por que precisamos comprar ovos de páscoa? Aniversários são tão importantes? De repente, até mesmo os mais puros e singelos sentimentos são transformados em negócio.

Fifteen Million Merits” ensina que se levantar contra tal “sistema” é uma batalha perdida. Por mais que tentamos discursar contra tudo que está aí, tal discurso sempre soará como algo vazio que no fundo nem nós mesmos acreditamos. O “sistema” é doce e provocativo e fazer parte dele é um sonho em comum.

Em “Fifteen Million Merits” o personagem Bing tenta mostrar que, ao contrário dos que estão na platéia do espetáculo do entretenimento, ele não irá se vender. Bing vai se levantar contra tudo isso e arriscar a própria vida se for preciso. Mas seu discurso inflamado logo é engolido e também transformado em produto. O personagem percebe que ninguém, nem mesmo ele, acredita na veracidade daquelas palavras, mas mesmo assim, elas soam como música e é tão bom ouvi-las…

Sua revolta se torna uma atuação. Colocar na garganta aquele vidro estabelece um personagem, o cara revoltado, que diz tudo aquilo que “você gostaria de dizer” ou “faz aquilo que você gostaria de fazer“. Mas no fim do streaming, ele guarda o vidro em uma caixa e segue sua nova vida de merecimentos, bem melhor do que aqueles que pagam para ouvir seu discurso.

Assim, a mensagem que Aruan tenta passar ao quebrar sua placa é que, diferente dos outros, ele não se importa com o objeto em questão. Tentando passar a noção de que ele “não se vendeu ao sistema“. Mas é justamente o contrário: ele entende que está dentro do jogo e joga dentro das regras como qualquer um. Assim nasce mais um personagem entre milhares na prisão do entretenimento. Quebrar a placa é como colocar um óculos escuro e gritar palavrões contra um filme juvenil. É teatro. No fundo, quem odeia Crepúsculo sabe que o filme não tem nada de tão nocivo assim pra sociedade.

Aqui Aruan Felix se tornou o 25º canal que mais ganhou inscritos no mundo em dezembro de 2015. O ato de quebrar a placa é o mesmo de Bing ao colocar o vidro no pescoço: é um discurso que o “sistema” engole e transforma. Se é fácil transformar o amor de mãe e filho em um presente, porque seria difícil transformar palavrões em um show?

Black Mirror nos coloca em cheque. Afinal, da pra acreditar em todo discurso que vemos? É o holofote que cria o personagem? Bom, cabe a você decidir qual mentira vai acreditar.

E não é que a bilheteria de Os Dez Mandamentos superou Star Wars: O Despertar da Força?

Filme arrecadou 25 milhões em seu final de semana no Brasil

1 de fevereiro de 2016

O segundo livro da bíblia, Êxodo é dono de várias das passagens mais lembradas do livro, tanto para cristãos quanto judeus. Desde o pacto de Deus com os Hebreus (comemorado anualmente pelo nome de Páscoa), tanto pela épica abertura do Mar Vermelho, é em Êxodo que a história de Moisés é contada. História essa que já foi reproduzida em diversas mídias, e muitas e muitas vezes no cinema, séries, desenhos e novelas.

O mais recente sucesso envolvendo o domínio egípcio sobre o povo de Deus foi a novela Os Dez Mandamentos na Record, que se estendeu por nada mais que oito meses e conseguiu bater de frente com a poderosa Rede Globo. Obviamente tamanho sucesso não ficaria apenas na TV e a Record, sob a benção da Universal, começou uma forte campanha para conseguir extrair o máximo possível da obra.

Pra você ter uma ideia, até mesmo uma “bíblia edição Dez Mandamentos” foi lançada. E claro, a tão controversa versão para o cinema, em um filme que deixa de lado os dramões sem fim dos personagens e foca na história bíblica. Enquanto novela, Os Dez Mandamentos tem seu valor incontestável, mas e como cinema? Cercada de polêmicas, o filme estreou em 1092 salas no Brasil, recorde absoluto, e como já previsto, ultrapassou Star Wars: O Despertar da Força nas bilheterias do primeiro fim de semana.

Com 2,2 milhões de espectadores (apesar das salas vazias), Os Dez Mandamentos arrecadou R$ 25,2 milhões, enquanto O Despertar da Força (sem a ajuda da Primeira Ordem nas compras de ingressos) teve 1,9 milhões de espectadores e arrecadou cerca de R$ 20 milhões de reais. O que isso significa pra um filme que está perto da casa dos 2 bilhões de bilheteria? Nada.

De qualquer forma, nunca duvide do poder de Moisés.
Ou das instituições que dizem pregar em seu nome.

Se você não assistiu aos Dez Mandamentos, não se preocupe. Eu vi e te conto nesse vídeo:

Esses são os cinco filmes que Tarantino quer que você assista antes de ver Os Oito Odiados

Ou assista depois, não tem problema

1 de fevereiro de 2016

Ao ver a lista de indicações ao Oscar a primeira coisa que me veio a mente foi “CADÊ OS OITO ODIADOS?“. Mas tudo bem, não demorou muito pro conformismo bater e eu lembrar que o Oscar, como todo evento televisionado e parte de uma indústria, precisa de audiência para seu grande dia, então é natural ver vários bons filmes deixados de lado ou ignorados.

De qualquer forma, continuo achando Os Oito Odiados melhor que TODOS os 8 filmes da lista, inclusive melhor que Mad Max: Estrada da Fúria (que sem Oito Odiados, se torna meu favorito no Oscar). Mas ENFIM. Uma das várias coisas legais do cinema do Tarantino é a car#lhada de referências que ele espalha pelos seus filmes, um retalho de homenagens que cabe ao espectador e fã correr atrás.

Todo mundo sabe que o Tarantino é um cinéfilo de carteirinha e sua bagagem pode ser vista ao longo de sua obra. Assim sempre que um filme seu é lançado, surgem aqueles vídeos de Everything Is A Remix mostrando de onde vem as tais referências. Mas dessa vez o diretor resolveu encurtar o caminho e te dizer quais filmes ver antes (ou depois) de Os Oito Odiados:

  1. O Enigma de Outro Mundo (1982)
  2. Meu Ódio Será Sua Herança (1969)
  3. Assassinato no Expresso Oriente (1974)
  4. Hombre (1967)
  5. Khartoum (1966)


Bom… vai passar o carnaval em casa?
A dica de um bom cinema pra esses dias de folia está ai, vindo diretamente do Mestre Tarantino. Bons filmes!

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