House Of Cards: ascensão e queda do Casal Underwood

Do capítulo 1 ao capítulo 39

3 de março de 2015

House Of Cards é sobre poder. O próprio Frank já deixou claro que se você escolhe dinheiro a poder, ele não irá te respeitar. Porém o que ele não contava era que seu pior inimigo era justamente a pessoa que cobiçava essa busca por poder tanto quanto ele: Claire Underwood.

Sua esposa possui as mãos sujas de sangue tanto quanto ele. E Claire não pretende limpá-la tão cedo. Hoje é dia de falar um pouco sobre a terceira temporada, o choque entre esses dois personagens, e quem é o dono do verdadeiro poder em House Of Cards.

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A galhofa repleta de sangue, sexo e violência de “Banshee”

Banhsee é uma daquelas séries que você ri pelo absurdo e comemora cada PORRADA que ela te da

2 de março de 2015

O “amigos” do título desse blog não é por menos. Quando resolvi compartilhar minhas experiências em um site, o meu desejo era que isso aqui se tornasse uma via de mão dupla. Assim, quando eu indicasse uma série ou filme bacana pra vocês, também receberia boas indicações de volta. Seria uma espécie de comunidade de fãs e consumidores de cultura pop, trocando ideias e opiniões a respeito do que anda vendo.

E posso dizer que consegui cultivar esse tipo de amizade. Indicações dos leitores sempre são bem vindas, e foram através delas que conheci Vikings e Sons Of Anarchy, por exemplo. O mais recente caso é Banshee, série do Cinemax que nesse exato momento se encontra em sua terceira temporada. A série foge completamente do tipo de coisa que geralmente assisto, mas na boa, obrigado por indicarem essa galhofa sanguinária. Banshee é o que a gente classifica como DO CARALHO!

Um sujeito acaba de sair da cadeia, pega informações com seu amigo hacker chinês drag, rouba um carro, destrói o centro de uma cidade, vai até o interior da Pensilvânia, entra um bar que está o novo xerife dessa cidade, esse xerife é morto, ele rouba a identidade desse xerife e fim. Assim começa Banshee, da maneira mais inacreditável possível. Mas a partir do momento que você veste a famosa “suspensão de descrença” e se deixa levar pela loucura ali apresentada, posso te garantir que poucas obras na TV irão te proporcionar tantos momentos de diversão.

Banshee é inacreditável de tão foda. Não da pra falar de Banshee e ficar nesse lenga lenga de “óh, tem uma excelente direção” ou “um roteiro primoroso“. Não, Banshee é foda. Não da pra usar outra palavra pra classificar essa série.

Braço da HBO, o Cinemax vem acertando em cheios com suas séries originais. Outro exemplo é The Knick

Banshee é o nome de uma cidadezinha fictícia no interior da Pensilvânia com uma quantidade considerável de malucos. É praticamente a Charming de Sons Of Anarchy da Costa Leste. Como toda boa cidade do interior, é governada por um prefeito merda, uma polícia de bosta e um vilão empresário que comanda tudo e todos. Além disso, a cidade tem o bonus de ficar em uma reserva indígena e ter sido colonizada por holandeses ortodoxos.

Banshee possui um ritmo inacreditável, a série simplesmente não para. Em nenhum momento você consegue ficar tedioso, tudo devido as situações impossíveis ali criadas. É ligada no 220 o tempo todo, e agora além dos problemas locais, a chegada do “xerife” Lucas Hood trás novos problemas, como por exemplo, um poderoso chefão do crime UCRANIANO. Sério, não existem limites criativos pra essa série.

A quantidade de personagens fodas é inacreditável, você se sente lendo um quadrinho. E todo momento fica imaginando como seria se personagem X trombasse o personagem Y.

Tem um albino gigante, tem uma índia que luta kung fu, tem um mordomo assassino, tem uma ladra mãe de família, tem ex boxeador dono de bar, tem hacker chinês drag queen, tem holandês do crime e tem um ex-presidiário se passando por xerife. Tudo na mesma série. Se isso não é motivo de sobra pra você assistir “Banshee“…

Mas é claro que nem tudo é galhofa, o roteiro consegue equilibrar cada personagem em cena e dar a eles a profundidade que uma série assim precisa. Mesmo que Lucas Hood seja o tempo todo assombrado pelo seu passado, “Banshee” não se prende nesses mistérios e consegue resolver esses problemas rapidamente. Não é aquela coisa massante.

Agora, eu falei tudo isso pra deixar a cereja do bolo por último: as lutas de Banshee! Sério… PQP!

Banshee tem lutas. Lutas malucas. Lutas com muito sangue. Lutas improváveis. Na série, qualquer problema é motivo pra sair no soco, e mano, na moral, os caras capricham demais. É como se a ideia fosse essa mesma, deixar dramas inteligentes e bem construídos para os playboy vencedores de Emmy, e focar na diversão e criar cenas de luta espetaculares. É pra pegar a pipoca e sorrir enquanto o pau come.

Em certos momentos, você começa a acreditar que o Quentin Tarantino está por trás das câmeras. É sério, certamente os criadores tem influência do Tarantino. NÃO É POSSÍVEL!

Banshee é tudo isso e mais um pouco, é uma galhofa honesta com você. Está lá pra te divertir pelo absurdo, com bons personagens, com um roteiro dinâmico e cheia de momentos inesquecíveis pra você ficar comentando com seus amigos a noite toda. Veja bêbado que a experiência é ainda mais divertida, e se você esquecer do que assistiu, relaxa, no próximo episódio vai rolar uma TRETA FODA DO CARALHO E PQP VÉI FODA-SE!

Assista ao curta metragem que deu origem a “Whiplash”

Antes de ser um LONGA, Whiplash foi um CURTA

2 de março de 2015

O jovem diretor Damien Chazelle apresentou em 2013 no Festival Sundance o curta metragem “Whiplash“. Apesar do baixo orçamento, ele conseguiu no elenco aquele que viria a levar um Oscar pelo papel: JK Simmons. O curta foi decisivo para que ele conseguisse grana e um ano depois, voltasse ao mesmo festival, mas dessa vez com um longa metragem em mãos.

Whiplash” levou em 2014 o prêmio do juri o Sundance e em 2015 ficou com três Oscar, incluindo o de Melhor Ator Coadjuvante para Simmons. O curta metragem de 17 minutos foi disponibilizado na internet, e ao invés de Milers Tellers como o jovem baterista, temos Johnny Simmons.

Excelente!

Deu pra perceber que todo o elenco de coadjuvantes foi mantido, a única mudança mesmo foi em relação ao protagonista. Talvez tenha pesado para Teller o fato dele tocar bateria desde criança, aliás, o sangue que você vê no filme é realmente do ator. Outra mudança drástica foram nas cores da fotografia, mas isso certamente só foi possível melhorar quando o $$ entrou. No mais, os cortes frenéticos que dão ritmo ao filme permaneceram o mesmo.

Whiplash é um filme bacana que conquista qualquer um pela sua temática de superação e por excelentes atuações. Escrevi sobre ele no começo do ano.

Whiplash: Nascido Para Batucar

Claire Underwood e o verdadeiro poder de House Of Cards

O terceiro ato de House Of Cards é um ensaio sobre o poder da primeira dama

2 de março de 2015

Sem Frank Underwood. Sem discursos inflamados, sem quebra de quarta parede. Sem manobras políticas. A terceira temporada de House Of Cards nem de longe deu ênfase aquilo que chamou a atenção de praticamente todos os fãs da série. Nessa terceira temporada, bem morna diga-se de passagem, a responsável pelo ritmo dos acontecimentos é a Primeira Dama.

Claire Underwood é a mulher mais poderosa do mundo. E mais perigosa também.

Algo que chama bastante a atenção em House Of Cards é a semelhança de personalidade entre todos os personagens. Ninguém ali está de brincadeira e muito menos satisfeito com o cargo que ocupa ou situação que se encontra. A busca por poder, vingança, dinheiro é uma característica presente em todo primoroso elenco. Essa falta de tons de cinza é proposital, afinal, precisamos compreender que nessa guerra dos tronos americana, ou você vence ou você morre.

E para conseguir que seus protagonistas se destaquem em meio a tanta sujeira, a escolha de Kevin Spacey e Robin Wright parece mais certa a cada temporada. E chegando agora ao ápice desse jogo de cartas, é Claire quem se destaca e mostra que nem mesmo Frank cobiça mais poder do que ela.

É uma personagem sem igual. Enquanto Spacey se desdobra em discursos inflamados e abusa da quarta parede, Robin Wright se faz pelo silêncio e por um ar frio. Elegante e fatal, a escalada de Claire Underwood é sem dúvidas a grande jogada dessa temporada. Praticamente todos os acontecimentos (para o bem ou para o mal) são reflexos de suas escolhas e de seu gigantesco ego, algo que ela também compartilha com Frank além do sobrenome.

- “Eu não deveria ter te indicado a Embaixadora
- “Eu não deveria ter feito de você presidente dos EUA

Claire ama Frank. Frank ama Claire. Ambos amam o poder. É um casal perfeito. Lembro-me da primeira temporada (imbatível, de longe a melhor de todas) quando ela diz ao ex-segurança que escolheu Frank porque ele lhe ofereceu liberdade. Já na terceira temporada, quando uma crise começa a balançar o relacionamento do casal, Claire diz algo que explica muito sobre ela e Frank: “Quando foi que começamos a nos parecer com os outros?“.

Claire não vê Frank apenas como o homem de sua vida. Frank é seu pilar, o homem que está disposto a jogar com ela. E Claire não deseja pouco, a ponto de criar uma tensão entre duas superpotências. O poder não é de Frank, o poder é de Claire. Ela não precisa quebrar a quarta parede para te intimidar, basta um simples olhar vago.

E como o próprio Frank diz: “Sem Claire não haveria Casa Branca“.

Negan e a virada de chave que The Walking Dead precisa

Com a chegada a Alexandria, é hora de algo acontecer na série

27 de fevereiro de 2015

Existe um momento crucial de The Walking Dead nos quadrinhos, quando o foco deixa de ser a sobrevivência e passa a ser a reconstrução de um novo mundo. É claro que a vida de Rick Grimes e sua turma de andarilhos não ficou mais fácil por isso, mas foi interessante acompanhar nossos amigos respirando ares de “vida normal“.

E está na hora dessa virada na série. “The Walking Dead” anda em círculos a algum tempo, praticamente recontando as mesmas histórias, nos mesmos arcos. E mesmo que a série ainda quebre recordes de audiência, a insatisfação dos fãs já é perceptível. Porém, nesse retorno de quinta temporada tivemos uma pequena luz no fim do túnel, com a chegada de Rick nos portões de Alexandria.

Mandou me chamar?

É a partir desse arco que um dos personagens mais intensos e cruéis surge: Negan. Sua loucura pode ser de extrema importância para a mudança de foco dentro da série, tirando os personagens desse eterno 360º. Tá, mas quando ele irá aparecer? Pode estar mais próximo do que a gente pensa…

Dave Alpert, produtor da série, disse que não vê a hora do vilão dar as caras: “Você achou que o Governador é que era um problema? (Risos) Cara, espere até ver o Negan!“. E agora em entrevista recente ao Hollywood ReporterAndrew Lincoln (o Rick), disse que a chegada de Negan já está perto do horizonte. Resta aos fãs da série torcerem por duas coisas:

1. a chegada de Negan
2. que não façam com ele o que fizeram com o Governador

E se ele realmente aparecer na sexta temporada (o mais provável), já podemos começar a nos preparar psicologicamente para uma das cenas mais terríveis dos quadrinhos. Sim, você sabe do que estou falando….

“A Teoria da Imitação”: nerds e suas histórias contadas no cinema

Dois nerds que mudaram o rumo da humanidade se destacaram nessa temporada

26 de fevereiro de 2015

Stephen Hawking: físico que trabalhou na teoria dos Buracos Negros e o surgimento do Universo.
Alan Turing: matemático que quebrou o código nazista e é o pai da computação moderna.

Dois gênios, dois nerds, duas pessoas que mudaram e moldaram o século XXI. Seja buscando novos meios de entendermos a vida, seja melhorando a mesma. Ambos ganharam cinebiografias em 2014 e ambos saíram consagrados do Oscar. “A Teoria de Tudo” rendeu a Eddie Redmayne o prêmio de Melhor Ator e “O Jogo da Imitação” sai com o Oscar de Roteiro Adaptado.

Dois nerds, duas histórias de superação… é disso que vamos falar no VLOG DO FÓRUM de hoje =)

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=)

É Demolidor em ação, é Demolidor todo quebrado, é Demolidor em novas imagens da série!

Série chega no Netflix dia 10 de abril

26 de fevereiro de 2015

Falta pouco mais de um mês para a tão esperada estréia de “Demolidor“, nova série da Marvel em parceria com o Netflix. Enquanto você espera, a revista Empire divulgou novas imagens do herói. Agora da pra ver um pouco mais de detalhes do uniforme do fera.

É Demolidor em ação, é Demolidor todo f#dido… é Demolidor até dizer chega.

Demolidor quebrado…

Demolidor só de butuca…

Demolidor e um careca tatuado…

Demolidor com fogo no rabo…

Demolidor apreciando uma apresentação de Power Point…

E enquanto esse post era CONFECCIONADO, o perfil oficial da série postou mais um poster. Segura aê:

Demolidor” chega com exclusividade ao serviço de streaming dia 10 de abril. Serão 10 episódios nessa primeira temporada, e o carro abre alas para outras quatro séries originais (Jéssica Jones, Punho de Ferro, Luke Cage e “Defensores”).

Quando saiu o primeiro trailer, deu pra perceber que o tom da série será mais sério e obscuro. O diretor Steven DeKnight prometeu algo ao estilo de “Taxi Driver” e “The Wire“. É ver pra crer =D

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